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Aos 53 anos, homem vive em árvores há mais de uma década construindo abrigos com paletes e cobertores

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Uma estrutura improvisada entre os galhos de uma árvore serve de moradia para Mauro Dreger da Silva, 53, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Localizado às margens do Córrego Segredo, o abrigo é utilizado principalmente durante a noite. Essa não é a primeira vez que ele vive nessas condições, já que também ocupou outras árvores da cidade.

Atualmente, Mauro vive em uma árvore na Avenida Presidente Ernesto Geisel, próximo à Avenida Mascarenhas de Moraes. Durante o dia, trabalha com coleta de materiais recicláveis e serviços temporários para garantir o próprio sustento. Apesar das dificuldades de viver em uma estrutura exposta às condições climáticas, afirma que prefere permanecer no local.

Quando Mauro começou a viver em árvores?

Natural de São Paulo, Mauro se mudou para Campo Grande com os pais há aproximadamente 40 anos. Viveu por cerca de três décadas na mesma região da capital sul-mato-grossense, mas enfrentou dificuldades pessoais e acabou ficando sem moradia.

Em 2015, uma reportagem do Campo Grande News registrou que ele já vivia havia três anos em uma árvore na região central da cidade. Na ocasião, contou que anteriormente havia morado em uma pequena casa de madeira, demolida após a desapropriação do terreno pela prefeitura.

Mauro também viveu em uma árvore nas proximidades da Orla Morena, de onde, segundo ele, saiu há cerca de quatro anos. Depois, encontrou o espaço onde permanece atualmente, às margens do Córrego Segredo.

Após a morte dos pais, ficou sem familiares em Campo Grande, enquanto seus demais parentes vivem em São Paulo.

Como é a rotina no abrigo improvisado?

A estrutura foi montada entre os troncos, com paletes de madeira, cobertores e pedaços de tecido. O espaço, próximo ao Córrego Segredo, é utilizado principalmente para dormir, enquanto boa parte do dia é dedicada à coleta de materiais recicláveis e a serviços ocasionais.

Durante tempestades, costuma procurar a casa de um amigo nas proximidades, onde permanece até a melhora do tempo. Apesar da exposição à chuva e ao vento, afirma estar acostumado às condições do local.

Conhecido pelos moradores da região, também diz manter uma boa relação com a vizinhança. Mesmo sem as condições de uma residência convencional, prefere continuar na árvore e, por enquanto, não demonstra intenção de se mudar.

FONTE:CNN/BR

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FONTE:Google Notícias

Inflação oficial de setembro fica em 0,82%, mostra IBGE

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A inflação oficial de setembro, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo , fechou o mês de setembro em 0,82%. É o maior patamar desde março de 2026 (0,88%).

O resultado no mês passado foi pressionado pelo fim do Bônus de Itaipu, um desconto que os consumidores receberam na cota de luz de agosto.

Com o índice de setembro, a inflação passar a acumular 4,58% em 12 meses, acima da meta do governo, que tolera até 4,5%. Em agosto, quando o IPCA havia apresentado deflação (-0,32%), o acumulado estava em 4,22%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira 9 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 

A última vez e que a soma de 12 meses havia ultrapassado o teto da meta tinha sido em junho (4,64%).

A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. 

Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta é considerada descumprida se a inflação estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.

Acima da expectativa

O IPCA do mês passado veio acima da estimativa do mercado. O relatório do boletim Focus da última segunda-feira (5), sondagem do Banco Central (BC) com agentes do mercado financeiro, projeta que a inflação de setembro ficaria em 0,60%. Para o fim de 2026, o mercado sinaliza 5,01%.

Habitação, transportes e alimentos foram os grupos de produtos e serviços apurados pelo IBGE que mais empurraram o IPCA para cima:

Alimentação e bebidas: 0,83% (impacto de 0,18 p.p.)

Habitação: 2,31% (0,35 p.p.)

Artigos de residência: 0,27% (0,01 p.p.)

Vestuário: 0,71% (0,03 p.p.)

Transportes: 0,89% (0,18 p.p.)

Saúde e cuidados pessoais: 0,08% (0,01 p.p.)

Despesas pessoais: 0,26% (0,03 p.p.)

Educação: 0,04% (0,00 p.p.)

Comunicação: 0,64% (0,03 p.p.)

Fim do bônus

A habitação foi o grupo que mais pressionou o IPCA por causa do custo da energia elétrica, que avançou 7,98% em setembro. Dessa forma, a conta de luz foi o preço que mais puxou a inflação para cima no mês passado, com impacto de 0,32 ponto percentual. Em agosto, havia caído 7,63%.

A explicação principal da aceleração de um mês para o outro está na devolução do Bônus de Itaipu, desconto que os consumidores tiveram na conta de luz do mês anterior.

O bônus consiste na distribuição do saldo positivo da conta de comercialização de Itaipu, hidrelétrica estatal, que vira crédito nas contas de energia.

Em setembro, como não teve mais esse desconto, a conta de luz “normal” é comparada com a de agosto, mais baixa, fazendo com que a diferença de um mês para o outro seja maior. Esse efeito já era esperado pelo IBGE e por analistas.

O analista do IBGE Fernando Gonçalves lembra que em setembro do ano passado houve comportamento semelhante, com o grupo habitação subindo 2,97%.

O IBGE informou ainda que houve reajuste contratual na conta de luz de Belém, São Luís e Vitória. Como o IPCA é um índice nacional, movimentos em determinadas regiões metropolitanas influenciam a média do índice.

De acordo com o economista Roberto Luis Troster, coordenador do Centro de Estudos Fipe do Endividamento das Empresas Brasileiras, trata-se de um “efeito pontual, com influência limitada sobre o próximo mês”. 

Em outubro está previsto um refresco na conta de luz, uma vez que a bandeira vigente será a verde, ou seja, sem cobrança adicional. 

Transportes

O grupo de transportes (+0,89%) foi pressionado pelas passagens aéreas, que subiram 9,66%. Além disso, os combustíveis ficaram 1,41% mais caros. Houve elevação nos preços da gasolina (1,21%), etanol (3,16%), óleo diesel (1,69%) e do gás veicular (0,10%).

Alimentos

Depois de três meses seguidos de queda, o grupo alimentação e bebidas subiu em setembro. A alimentação no domicílio ficou 0,96% mais cara.

Veja os principais impactos no grupo alimentação:

tomate: 37,76%

batata-inglesa: 24,07%

cebola: 10,14%

arroz: 4,56%

carnes: 0,63%

No lado das quedas, destacam-se:

frango inteiro: -1,96%

frango em pedaços: -1,41%

frutas: -1,12%

Fernando Gonçalves explica que a volta de aumento de preços dos alimentos é explicada por questões de oferta, ou seja, menos produção de alimentos. Ele cita questões climáticas, como mais frio e chuva.

“Com mais frio, o tomate demora mais a amadurecer. A chuva atrapalhou a plantação de batatas. A cebola fica mais úmida, com qualidade ruim no bulbo”, exemplifica.

“Sem chuva e sem sol na medida certa, a gente acaba tendo alguma influência que chega no bolso do consumidor”, complementa ele, que não crava que os efeitos climáticos já sejam impacto do fenômeno El Ninõ, aquecimento irregular de parte do oceano Pacífico.

Monitoramento de preços

O índice de difusão indica que 55% dos 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE tiveram aumento de preço. No mês passado, estava em 54%.

O IBGE desagrega o IPCA em dois grupos, o de serviços, que traz os preços que sofrem mais influência do aquecimento ou esfriamento da economia – ou seja, mais suscetíveis à taxa Selic – e o de preços monitorados, que costumam ser controlados por contratos, e os combustíveis.

Em setembro, o grupo serviços subiu 0,61% e acumula 5,98% em 12 meses. Já o agrupamento de monitorados saltou 1,59% e soma 4,13% ao longo de um ano.

O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos.

A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre – além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.  

FONTE: cartacapital

Príncipe Harry revela como perfume de Diana o ajudou a recuperar memórias da mãe

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O príncipe Harry, de 42 anos, revelou como o perfume favorito de sua mãe, a princesa Diana, o ajudou a recuperar lembranças que acreditava ter perdido para sempre. Durante uma nova MasterClass sobre o luto, lançada na quinta-feira (08.10), o duque de Sussex contou que passou anos reprimindo suas emoções após a morte da princesa, em 1997, e chegou a ter dificuldades para recordar até mesmo sua voz e sua risada.

“Eu tinha me esquecido de como era a voz da minha mãe. Tinha me esquecido da risada dela. Eu não conseguia visualizar como ela era fisicamente sem olhar para uma fotografia dela”, revelou Harry.

Segundo o príncipe, foi durante a terapia que ele conheceu uma técnica utilizada com veteranos militares que enfrentavam transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). O método consiste em utilizar aromas familiares para estimular lembranças associadas a experiências traumáticas.

No caso de Harry, o cheiro escolhido foi o do perfume First, da Van Cleef & Arpels, fragrância floral usada por Diana e mencionada pelo duque em seu livro de memórias, Spare, publicado em 2023.

“Foi como ser transportado para outra época. Desbloqueou tudo o que estava trancado antes. Ainda havia o muro, o muro emocional e mental que eu construí, onde tudo de bom e de ruim estava do outro lado. Mas borrifar o perfume da minha mãe foi quase como derrubar certos tijolos, permitindo que eu enxergasse através dele e que certas memórias e experiências começassem a surgir”, explicou.

A princesa Diana segura o príncipe Harry no dia de seu batizado, 21 de dezembro de 1984 — Foto: PA Images via Getty

A revelação faz parte da MasterClass Redefinindo o Luto: Construindo Resiliência Através da Perda, na qual Harry conversa com a neurocientista Mary-Frances O’Connor sobre os efeitos da perda de uma pessoa querida no cérebro e no corpo.

Segundo a revista People, o projeto começou a ser desenvolvido no ano passado e foi gravado na Califórnia durante o verão norte-americano. O lançamento aconteceu às vésperas do Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro. A renda será destinada às organizações Comfort Zone Camp e Scotty’s Little Soldiers, que oferecem apoio a pessoas enlutadas.

Príncipe Harry e Princesa Diana na Espanha em 10 de agosto de 1987 — Foto: GettyImages

Príncipe Harry relembra morte de Diana e desafios para lidar com o luto

Harry tinha apenas 12 anos quando Diana morreu em um acidente de carro em Paris, em agosto de 1997. Na época, ele e o irmão, príncipe William, caminharam atrás do caixão da mãe durante o cortejo fúnebre realizado em Londres.

Ao recordar aquele momento, o duque de Sussex afirmou que se sentiu desconfortável ao perceber que muitas pessoas demonstravam mais emoção do que ele e o irmão. “Olhando para trás agora, sinto como se meu irmão e eu fôssemos intermediários para o luto dessas pessoas pela nossa mãe, e elas estavam demonstrando mais emoção do que nós”, contou.

“Foi muito, muito estranho ver as centenas de mãos que apertamos encharcadas de lágrimas que as pessoas enxugavam do rosto. Quase me senti culpado por não conseguir demonstrar a mesma emoção que aquelas pessoas que choravam por alguém que nunca tinham visto antes”, acrescentou.

Princesa Diana e os filhos, Harry e William (Foto: Getty Images) — Foto: Vogue

Harry revelou que só conseguiu chorar após o enterro privado de Diana, realizado em Althorp, propriedade onde a princesa passou parte da infância. “Lembro-me de pensar ou sentir que chorar era realmente bom”, disse.

Apesar disso, o príncipe contou que, durante anos, alimentou a esperança de que a mãe estivesse viva e pudesse retornar para buscá-lo junto com William. “Eu acreditava que ela tinha criado essa saída para escapar de tudo que estava destruindo sua vida e que ela voltaria disfarçada para nos levar, a mim e ao meu irmão, para longe dali”, explicou.

Segundo Harry, essa crença permaneceu por cerca de uma década e funcionou como uma maneira de se proteger emocionalmente. “Essa crença protetora durou uma década. O mecanismo de defesa da mente e do corpo era bloquear as emoções e bloquear as memórias. Não apenas as memórias ruins, mas também as boas”, afirmou.

A princesa Diana com os príncipes Harry e William (Foto: Getty Images) — Foto: Vogue

Harry conta como aprendeu a lidar com a ausência da mãe

Durante a conversa, a neurocientista Mary-Frances O’Connor explicou que o olfato possui uma forte ligação com a memória por estar associado a regiões do cérebro, como a amígdala e o hipocampo, responsáveis por processos relacionados às emoções e às lembranças.

Para Harry, recuperar as memórias da mãe também foi importante para compreender que poderia voltar a sentir felicidade sem que isso significasse esquecê-la. “Passei muito tempo emocionalmente anestesiado, em grande parte porque me sentia desleal e culpado pela possibilidade de ser feliz e alegre sem ela. Sentia que precisava estar triste e emocionalmente anestesiado para provar a ela que sentia sua falta”, desabafou.

“Mas a verdade é que descobri que ela só queria que eu fosse feliz. E isso representou uma grande mudança de mentalidade para mim. Me libertou e me deu uma perspectiva completamente diferente da vida”, completou.

Atualmente, o duque de Sussex afirma que encontra na família e no trabalho beneficente uma maneira de manter viva a memória de Diana. Ele também reconheceu semelhanças entre as causas sociais que abraçou e aquelas defendidas pela princesa.

“Tudo o que eu faço, tudo em que dedico minha energia, espero que minha mãe se orgulhe disso”, declarou. “Com o luto vem isto: não é tanto uma responsabilidade, mas sim o ato de carregar a pessoa que você perdeu ao longo da vida. Há um elemento de carregar minha mãe dentro de mim que, em última análise, me energiza para o trabalho que faço”, acrescentou.

Com a aproximação dos 30 anos da morte de Diana, em agosto de 2027, Harry estaria considerando diferentes projetos para homenagear a mãe. Segundo a People, entre as possibilidades está a produção de um documentário sobre a princesa, embora nenhuma iniciativa tenha sido oficialmente confirmada.

Princesa Diana e Príncipe Harry no Caribe em janeiro de 1993 — Foto: Getty Images

FONTE:/vogue/BR

Nova ‘guerra às drogas’ de Trump aposta em ‘militarização’ na América Latina: o que muda com Flávio Bolsonaro ou Lula no poder?

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    • Author, Alessandra Corrêa
    • Role, De Washington para a BBC News Brasil
  • Published

  • Tempo de leitura: 11 min

Quando, em junho de 1971, o então presidente americano Richard Nixon (1969-1974) declarou uma “guerra às drogas”, ele estava dando início a mais de cinco décadas de envolvimento dos Estados Unidos em ações dentro e fora do país para “combater e derrotar” o que descreveu como “inimigo público número um”.

Na América Latina, os esforços dos EUA contra o narcotráfico e os cartéis passaram por várias fases ao longo desses anos, incluindo operações para erradicar plantações de coca, acordos de extradição, fornecimento de armas, treinamento e assistência militar.

Mas apesar dos bilhões de dólares investidos em mais de meio século, o mercado de drogas ilegais nunca foi eliminado, e o tráfico se adaptou e se expandiu.

Agora, sob o governo do republicano Donald Trump nos EUA e com a cooperação de líderes aliados na região, a “guerra às drogas” entrou em uma nova era, marcada pelo aumento da militarização e por uma retórica que equipara traficantes a terroristas.

“É absolutamente uma nova era, por vários elementos. Um deles é a militarização extrema, sem precedentes”, diz à BBC News Brasil a cientista política Vanda Felbab-Brown, pesquisadora sênior da Brookings Institution, think tank com sede em Washington.

FONTE: Google

O que muda para quem mantém cripto em uma exchange?

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Novas regras para o mercado de criptoativos começam a entrar no radar de quem mantém bitcoin, ether ou outras moedas digitais em exchanges. As Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs) que operam no Brasil têm até 30 de outubro de 2026 para protocolar o pedido de autorização ao Banco Central.

É uma nova etapa da regulamentação do setor, que estabelece requisitos para a atuação dessas empresas no país. Depois dessa data, instituições supervisionadas pelo BC não poderão realizar ou viabilizar operações com plataformas que não estejam autorizadas ou em processo de autorização.

A mudança traz uma dúvida para o investidor: é preciso fazer alguma coisa com os ativos que já estão na plataforma? Isso não significa que todo investidor precise retirar ou transferir seus criptoativos. Os efeitos dependem da situação de cada empresa diante das novas regras.

A Coinbase, plataforma de compra, armazenamento e negociação de criptoativos que atua no Brasil, oferece depósitos em reais via Pix. Entre 8 de outubro e 8 de novembro, a empresa também terá uma campanha de bônus para usuários novos e atuais.

 

O que olhar antes de escolher uma plataforma

Governança, capacidade financeira, controles internos, prevenção à lavagem de dinheiro e segurança cibernética estão entre os requisitos estabelecidos pelo novo regime. Por isso, verificar a situação da empresa diante das regras brasileiras é um dos primeiros cuidados na escolha de uma exchange.

A custódia merece atenção. Antes de depositar dinheiro ou transferir criptoativos, vale procurar informações sobre como eles são mantidos e quem é responsável pelo serviço. A transparência sobre esse processo é outro critério a considerar.

As necessidades de cada investidor também entram na escolha. Quais são as formas de depósito e movimentação de reais? Há integração com o Pix? As ferramentas disponíveis correspondem ao que aquela pessoa pretende fazer na plataforma?

 

Campanha oferece bônus em USDC

Na Coinbase, o depósito em reais é feito via Pix, por meio de trilhos locais. A plataforma reúne opções para comprar, manter ou negociar criptoativos.

Entre 8 de outubro e 8 de novembro de 2026, usuários novos e atuais da Coinbase também terão acesso a uma campanha de bônus. A adesão precisa ocorrer antes da movimentação qualificada. A oferta prevê 8% de bônus em USDC, criptoativo cujo valor acompanha o dólar americano, sobre aportes elegíveis feitos por transferência de criptoativos de outras exchanges ou depósito via Pix.

O aporte elegível é limitado a R$ 500 mil, com bônus máximo de R$ 40 mil por usuário.

O bônus é creditado antecipadamente e fica sujeito a retenção de três anos, com liberação de 1/36 do valor a cada mês. Saques ou outras movimentações antes do prazo podem reduzir proporcionalmente o benefício. Termos e condições se aplicam. Criptoativos estão sujeitos a oscilações de valor.

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.

FONTE:CNN/BR

Falta de avanço em briga pelo Maracanã ‘empurra’ Vasco para o Nilton Santos

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A queda de braço do Vasco pelo uso do Maracanã não é só contra o Flamengo. Embora silencioso, o Fluminense concorda com os argumentos tratados como técnicos para não ceder o estádio ao cruz-maltino para o jogo contra o Boca, pela semifinal da Sul-Americana.

O cenário vai “empurrando” o Vasco rumo ao Nilton Santos, estádio sob gestão do Botafogo.

A questão sobre o Maracanã é que, enquanto o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, é mais vocal na rivalidade — até pessoal — com Pedrinho, mandatário vascaíno, o presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, prefere não abordar a questão diante dos holofotes.

FONTE:Google Notícias

Diplomacia científica no agro pode auxiliar Brasil com barreiras externas

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Antes das tarifas, a ciência agrícola. Entre os desafios do agro brasileiro no mercado internacional estão as dificuldades de consolidar a pesquisa nacional como uma das referências mundiais sobre agricultura tropical para possibilitar comparar sistemas de produção adotados ao redor do globo, além de ampliar o reconhecimento do que é desenvolvido no Brasil.

A avaliação é resultado de anos de pesquisa da chefe da Embrapa Gado de Corte e conselheira da Organização Mundial dos Agricultores (WFO), Mariana Pereira, que identifica a persistência de uma visão predominantemente eurocêntrica e norte-americana na definição de parâmetros científicos e produtivos internacionais.

“A Europa tem ainda uma visão muito errada sobre esses temas e sobre a produção no Brasil, que, ao mesmo tempo, é a maior referência em ciência tropical do mundo”, afirma à reportagem.

Segundo Pereira, o desconhecimento sobre as pesquisas, tecnologias e práticas produtivas desenvolvidas no Brasil contribui para a formação de barreiras que antecedem até mesmo as restrições tarifárias e comerciais.

Para superar esse cenário, é necessário ampliar a capacidade de comunicar ao mundo o conhecimento produzido nas instituições de pesquisa e aplicado nas propriedades rurais brasileiras, em um movimento conhecido como diplomacia científica.

O conceito se refere ao uso da ciência, da pesquisa e da cooperação internacional como instrumentos de aproximação entre países, construção de confiança e influência nas decisões globais. Participam pesquisadores e instituições científicas em fóruns internacionais, o intercâmbio de conhecimento e a produção de evidências capazes de subsidiar políticas públicas, negociações e acordos comerciais.

No agronegócio, a diplomacia científica ganha relevância diante das diferenças entre os sistemas produtivos de regiões tropicais e temperadas.

A apresentação de dados científicos sobre produtividade, sustentabilidade, uso da terra e tecnologias adaptadas ao clima tropical pode contribuir para o reconhecimento das particularidades da agricultura brasileira e para a construção de parâmetros internacionais que considerem diferentes realidades produtivas.

No contexto, a ciência passa a desempenhar também um papel estratégico nas relações comerciais, ao oferecer embasamento técnico para o diálogo com parceiros internacionais e ajudar a enfrentar percepções equivocadas sobre a produção agropecuária brasileira.

Uma das estruturas que dão suporte à ciência voltada à agricultura tropical no Brasil é o SNPA (Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária).

Instituído em 1992, o sistema reúne a Embrapa, organizações estaduais de pesquisa, universidades, institutos federais e estaduais, além de outras entidades públicas e privadas ligadas à pesquisa agropecuária.

A rede tem entre os objetivos desenvolver projetos conjuntos, compartilhar informações científicas e coordenar pesquisas para atender às necessidades de regiões, estados e municípios.

A organização ajuda a compreender a base institucional da ciência tropical: ao orientar pesquisas pelas demandas regionais, o sistema oferece uma estrutura para desenvolver soluções adequadas às diferentes condições de produção do país, além de cooperação científica.

A produtora rural Carminha Missio destaca que a integração entre pesquisa de campo no Brasil é uma forma forma de traduzir a “representação de manejos utilizados nas bases produtivas de ponta à ponta no país”, o que faz parte do desafio de “vender bem” a referência brasileira internacionalmente.

FONTE:CNN/BR

Leila e marido criaram Almirante quando Crefisa tentou comprar Vasco

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Procurado pela coluna, Lamacchia afirma que os documentos não correspondem à realidade.

“Quero deixar claro que nunca enviei e-mail negociando com o Vasco. Não autorizo ninguém a falar em meu nome. Estes documentos são fabricados e falsos. Vou processar os responsáveis pela fabricação e divulgação destes documentos falsos”, disse o empresário, por meio de sua assessoria.

Entre os dias 2 e 16 de abril de 2024, e-mails internos da cúpula da 777 Partners já discutiam o “term sheet” da Crefisa — documento contendo termos gerais do interesse da empresa.

Quando confrontados com os documentos societários da Almirante, os e-mails apontam que foi exatamente no início dessas conversas que José Roberto Lamacchia e Leila Pereira criaram a Almirante, que viria a comprar o clube dois anos e meio depois. Desde esse momento, quando chamava Top Gol, ela tinha como objeto social participação em SAF. Até 17 de abril a empresa teve participação acionária de Leila, já que era controlada pela Crefipar, holding que controla também a Crefisa.

Já sob comando de Marcos Lamacchia, filho de José Roberto e enteado de Leila, a Almirante arrematou o Vasco em leilão no último dia 25 de setembro, e a operação já foi aprovada pelo conselho deliberativo do clube. Ainda há, entretanto, um procedimento da Anresf, agência da CBF, investigando um conflito de interesses na aquisição.

No centro da discussão está a real participação de Leila enquanto presidente do Palmeiras e de seu marido José Roberto enquanto conselheiro do Palmeiras na operação.

FONTE:Google Notícias

Navy Pillay alfineta presidente dos EUA ao agradecer Nobel da Paz 2026

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Além de alfinetar Trump, que defendia a sua própria candidatura ao Nobel da Paz, a jurista sul-africana também fez referência à oposicionista venezuelana Maria Corina Machado. Laureada com o prêmio no ano passado, ela entregou a medalha do Nobel da Paz a Donald Trump e disse que o presidente dos EUA, de quem é aliada, merecia o prêmio.

FONTE: Google