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Hugo Calderano vence alemão na estreia do China Smash

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Foto: WTT

Hugo Calderano iniciou sua campanha no China Smash com vitória. Na manhã deste domingo (4), o brasileiro encarou o alemão Dimitrij Ovtcharov e garantiu classificação para a segunda rodada em sets diretos, vencendo com parciais de 11/9, 11/9 e 11/8. A rodada de abertura também marcou a despedida de Bruna Takahashi na chave feminina de simples.

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Sexto cabeça de chave na competição, Calderano terá pela frente na fase seguinte o sul-coreano Jaehyun An. O asiático também carimbou passagem neste domingo após travar uma partida de cinco sets contra o cazaque Kirill Gerassimenko, vencendo por 3 a 2.

O embate entre Hugo e Ovtcharov foi marcado por equilíbrio nas parciais. Nas duas primeiras, o brasileiro teve uma ótima reta final com pontos decisivos, fechando ambas com placar de 11/9. No segundo set, Calderano chegou a construir uma margem confortável de vantagem, viu o alemão encostar, mas sustentou para repetir a contagem. No terceiro set, o ritmo seguiu consistente e Hugo liquidou a fatura em 11/8.

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O resultado positivo representou uma revanche para Hugo, que havia sido superado por Ovtcharov em duelo de cinco sets no WTT Champions de Doha, disputado no início da temporada. Com o novo desfecho, o retrospecto direto entre os dois mesatenistas ficou igualado em 4 a 4, após oito confrontos no circuito internacional.

Bruna Takahashi para na rodada inicial

Pela chave feminina de simples, Bruna Takahashi deu adeus à competição em uma batalha de cinco sets. Enfrentando a convidada da organização Manika Batra, da Índia, a brasileira começou vencendo a primeira parcial. Assim, viu a adversária virar o confronto e ainda buscou nova igualdade no quarto set, mas acabou superada com parciais de 8/11, 11/8, 11/9, 5/11 e 12/10.

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O duelo marcou o terceiro confronto oficial entre as duas e o primeiro triunfo de Batra no histórico. Nos dois encontros anteriores, a brasileira havia saído vencedora. Logo, superou a indiana nas disputas do Campeonato Mundial de 2021 e na Copa do Mundo de 2025.



Jornalista em formação apaixonado por esportes. Movido pela análise e pelas histórias por trás dos placares. Porto Alegre, RS


FONTE:Google Notícias

Lito Sousa deixou desejo sobre destino das cinzas antes de morrer

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Mila Seidl, viúva de Lito Sousa, revelou neste domingo (04.10) o que será feito com as cinzas do influenciador e especialista em aviação após a cremação. O profissional morreu aos 59 anos na última quinta-feira (1º), em São Paulo, depois de enfrentar uma rara e grave doença neurológica.

Segundo a empresária, Lito havia deixado um pedido sobre o destino de seus restos mortais. A intenção era que as cinzas fossem divididas entre lugares que tiveram importância em sua trajetória profissional e pessoal.

Mila comentou o assunto ao declarar apoio à campanha que circula nas redes sociais para que o Aeroporto Internacional de Guarulhos passe a levar o nome do influenciador. O local teve papel importante na carreira de Lito, que trabalhou no aeroporto durante cerca de 30 anos.

Além da atuação profissional em Guarulhos, foi no aeroporto que surgiram algumas das ideias que posteriormente deram origem ao projeto “Aviões e Músicas”, que tornou Lito conhecido nas redes sociais.

“Eu vejo com muito amor essa ideia. O aeroporto de Guarulhos tem uma representação na vida dele inexplicável. Ele trabalhou lá por três décadas. Inclusive, ele pediu que as cinzas dele fossem jogadas um pouco em Congonhas, onde ele começou, um pouco em Guarulhos e um pouco em algum lugar que tivesse uma representação especial para mim”, contou nos stories.

Cinzas serão divididas entre três lugares

De acordo com o relato da viúva, os restos mortais de Lito serão destinados a três locais diferentes, todos ligados de alguma maneira à vida do especialista.

Congonhas: foi onde Lito deu os primeiros passos na carreira dentro da aviação.

Guarulhos: aeroporto no qual trabalhou por aproximadamente três décadas e que considerava um lugar extremamente especial em sua trajetória.

Local reservado: um terceiro espaço, cujo endereço não foi revelado, terá significado íntimo para Mila e para Malone, filho de sete anos que Lito deixou.

A decisão segue um desejo manifestado pelo próprio influenciador antes da morte e representa diferentes capítulos de sua história.

Doença teve evolução rápida

O velório de Lito Sousa aconteceu na sexta-feira (2), na Zona Norte de São Paulo. Durante a despedida, Mila falou sobre a velocidade com que a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) avançou e transformou o estado de saúde do marido.

A enfermidade é uma condição neurológica rara, degenerativa e de rápida progressão. No caso de Lito, a evolução aconteceu em um período curto e provocou uma série de mudanças em seu quadro clínico.

“É uma doença avassaladora. Em dias, ela muda todo o cenário. Então, foi muito difícil, difícil mesmo”, declarou Mila durante o velório, conforme divulgado pela revista Quem.

Mila Seidl e Lito Sousa — Foto: Reprodução/Instagram

Diagnóstico e tentativa de tratamento

Lito havia revelado publicamente o diagnóstico inicial de câncer de próstata em 20 de julho. Durante a internação no Hospital Israelita Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, o especialista apresentou outros sintomas que chamaram a atenção dos médicos, entre eles uma inflamação no sistema nervoso central, dormência no braço esquerdo e perda parcial dos movimentos.

Cerca de um mês depois, em 21 de agosto, Mila confirmou que o diagnóstico havia sido atualizado para doença de Creutzfeldt-Jakob.

A família passou então a buscar alternativas para tentar conter a evolução da doença. Seguidores também se mobilizaram para ajudar nas buscas por tratamentos experimentais e pela possibilidade de participação em estudos clínicos realizados nos Estados Unidos.

Mila Seidl e Lito Sousa — Foto: Reprodução/Instagram

Em 4 de setembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a importação de uma substância experimental que seria utilizada no tratamento de Lito.

A situação, porém, se agravou antes que o medicamento pudesse produzir qualquer resultado significativo. O atendimento domiciliar precisou ser interrompido e o especialista voltou a ser internado.

Em 26 de setembro, Mila relatou que não havia apresentado melhora mesmo após receber o produto em fase de testes.

Lito Sousa morreu cinco dias depois, na quinta-feira (1º), aos 59 anos, em São Paulo. Além do trabalho na aviação, ele ficou conhecido nas redes sociais por compartilhar informações, curiosidades e experiências relacionadas ao setor, construindo uma comunidade de seguidores interessados no universo da aviação.

Lito Sousa — Foto: Reprodução/X

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FONTE:/vogue/BR

Dra. Gabriela é eleita deputada estadual pelo Rio de Janeiro

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Dra. Gabriela (PL) foi eleita deputada estadual pelo Rio de Janeiro no domingo (4), com 96.267 votos, 1,09% dos votos válidos no estado.

Foi a 10ª maior votação entre os 70 deputados estaduais eleitos pelo Rio de Janeiro. A maior votação do estado foi de Índia Armelau (PL), com 248.504 votos. O PL elegeu 21 deputados estaduais no Rio de Janeiro.

Os deputados estaduais eleitos tomam posse a partir de 2027, para mandatos de quatro anos.

Na Assembleia Legislativa, as vagas são distribuídas pelo sistema proporcional: cada partido ou federação conquista cadeiras de acordo com o total de votos que recebeu, e elas ficam com os seus candidatos mais votados. Por isso, nem sempre os candidatos com mais votos individuais são eleitos.

Veja o perfil de Dra. Gabriela na página de candidatos da CNN Brasil.

Veja a apuração completa para deputado estadual no Rio de Janeiro, incluindo a votação de todos os candidatos, na página de apuração das Eleições 2026 da CNN Brasil.

Este texto foi gerado automaticamente com base nos dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

FONTE:CNN/BR

De Edmundo a Vanderlei Luxemburgo: veja quem se elegeu e quem perdeu entre os candidatos do mundo do futebol – O GLOBO

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  1. De Edmundo a Vanderlei Luxemburgo: veja quem se elegeu e quem perdeu entre os candidatos do mundo do futebol  O GLOBO
  2. Com Luxa e Marcelinho derrotados, como foram os esportistas nas urnas  UOL
  3. Veja como foram os resultados dos ex-atletas nas eleições de 2026  CartaCapital
  4. Ídolos do esporte travam disputa nas urnas nas eleições de 2026  LANCE!
  5. Marcelinho Carioca decepciona e só consegue 2,4 mil votos  Correio Braziliense

FONTE:Google Notícias

Na capital paulista, Lula tem 46,58% dos votos no 1º turno e Flávio, 42,13%

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) inverteu seu desempenho no estado de São Paulo e assumiu a liderança do primeiro turno na capital paulista, onde conseguiu 3.052.349 votos (46,58%) contra 2.760.747 (42,13%) de Flávio Bolsonaro (PL).

No estado de São Paulo, Lula obteve 9.505.413 votos (38,2%) contra 12.922.023 (51,93%) de Flávio, que contou com o apoio do governador reeleito Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao longo de sua campanha.

Lula e Flávio disputam o segundo turno das eleições no próximo dia 25.

O estado de São Paulo também elegeu ao Senado os candidatos Guilherme Derrite e André do Prado, ambos do PL (Partido Liberal).

FONTE:CNN/BR

Com Luxa e Marcelinho derrotados, como foram os esportistas nas urnas

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Com as apurações das eleições 2026 chegando ao fim e “prorrogação” confirmada na disputa pela presidência, o resultado das urnas já deu vereditos a diversos candidatos ligados ao esporte.

No Tocantins, o ex-técnico Vanderlei Luxemburgo (Podemos) teve 4,11% dos votos (67.987 votos) e não se elegeu para o Senado.

No Distrito Federal, Marcelinho Carioca (Republicanos) teve pouco mais de 2.400 votos e também não conquistou uma vaga de deputado distrital.

FONTE:Google Notícias

Renato Freitas, autor de mobilização pelo fim da escala 6×1, é o primeiro negro eleito deputado federal pelo Paraná

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Petista recebeu 115.227 votos no Estado e vai ocupar pela primeira vez uma cadeira na Câmara dos Deputados

5 out
2026
– 01h30

(atualizado às 01h34)




Renato Freitas é o primeiro deputado federal negro eleito do Paraná

Foto: Divulgação/Câmara Muncipal de Curituba

Renato Freitas (PT) foi eleito neste domingo deputado federal com 115.227 votos, o equivalente a 1,84% dos votos válidos no Estado. Com a votação, Freitas se tornou o primeiro negro eleito deputado federal pelo Paraná. 

Quiz eleitoral: faça o teste e descubra com qual programa presidencial de governo você mais se identifica

Antes de chegar ao Congresso, Freitas construiu sua trajetória política no Legislativo estadual e foi eleito deputado estadual pelo Paraná. 

Advogado e mestre em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Renato Freitas também já atuou como professor universitário antes de ingressar na política institucional. 

Durante a trajetória política, Freitas também ganhou projeção nacional por sua atuação em defesa do fim da escala de trabalho 6×1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem direito a um dia de descanso. 

A mobilização em torno do tema ganhou força no Congresso e nas redes sociais, com movimentos defendendo a redução da jornada de trabalho e a ampliação dos períodos de descanso para os trabalhadores.





Clima na equipe de Lula é de surpresa e tristeza, mas campanha aposta em virada no segundo turno:

FONTE:Terra

Eleição derrota caciques da política e impõe reveses a Motta e Alcolumbre

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As eleições deste domingo (4) impuseram derrotas a alguns dos principais nomes da política. Renan Calheiros (MDB), Ciro Nogueira (PP) e Gleisi Hoffmann (PT) estão entre as lideranças que não conquistaram as vagas que disputavam no Senado.

Os resultados atingiram diferentes campos políticos e expuseram os limites da influência nacional nas disputas estaduais. Ao mesmo tempo, fortaleceram o PL (Partido Liberal), que conquistou 19 das 54 cadeiras em disputa na Casa Alta, mais do que qualquer outra legenda.

Uma das derrotas mais simbólicas ocorreu em Alagoas. Após quatro mandatos consecutivos, Renan Calheiros não conseguiu se reeleger e deixará o Senado em 2027, encerrando uma sequência de 32 anos na Casa. As vagas ficaram com Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB).

A família Calheiros sofreu uma segunda derrota com Renan Filho (MDB), que perdeu a disputa pelo governo para JHC (PSDB).

No Piauí, Ciro Nogueira (PP) também não conseguiu renovar o mandato. Citado no caso Master, presidente nacional do Progressistas e um dos principais nomes do centrão, o ex-ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro (PL) foi superado por Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD).

Em Santa Catarina, Esperidião Amin (PP) ficou fora do Senado apesar de uma das trajetórias mais longevas da política estadual. Duas vezes governador e duas vezes prefeito de Florianópolis, ele também foi deputado federal e disputou a Presidência da República em 1994.

As vagas foram conquistadas por Carol de Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL (Partido Liberal). O resultado marcou uma mudança na correlação de forças dentro da própria direita, com a derrota de uma liderança conservadora tradicional diante de duas candidaturas ligadas ao bolsonarismo.

Entre os principais nomes do PT (Partido dos Trabalhadores), Gleisi Hoffmann não conseguiu retornar ao Senado pelo Paraná. A petista ficou em quarto lugar na disputa vencida por Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo).

Primeira mulher eleita senadora pelo estado, em 2010, Gleisi presidiu nacionalmente o partido, comandou a Casa Civil de Dilma Rousseff (PT) e foi ministra das Relações Institucionais no terceiro governo Lula.

A perda de espaço do campo governista também alcançou Randolfe Rodrigues (PT), líder do governo no Congresso. Senador pelo Amapá desde 2011, ele não conquistou um terceiro mandato. As cadeiras ficaram com Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD).

O Amapá foi ainda palco de um revés para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil). Seu aliado Clécio Luís (União Brasil) perdeu a reeleição ao governo para Dr. Furlan (PSD), apesar de contar com uma ampla aliança, que reunia do PT à federação União Brasil-PP.

Na Paraíba, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), viu o pai, Nabor Wanderley (Republicanos), perder a disputa pelo Senado. João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) conquistaram as duas vagas.

Embora não envolvam os cargos que Motta e Alcolumbre ocupam, as derrotas frustraram projetos políticos dos dois em suas bases estaduais. Assim como nos casos dos caciques que ficaram fora do Senado, a influência acumulada em Brasília não foi suficiente para garantir a vitória nas urnas.

FONTE:CNN/BR