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Coreia do Sul diz que minas do Norte causaram explosão na fronteira

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A Coreia do Sul afirmou nesta segunda-feira (5) que uma explosão recente na fronteira que deixou dois de seus soldados gravemente feridos foi causada por minas instaladas pela Coreia do Norte.

A Coreia do Norte, que vem reforçando sua fronteira com a Coreia do Sul desde abril de 2024, mobilizou até 7 mil trabalhadores neste ano para instalar minas e cercas, segundo informações divulgadas pelos militares sul-coreanos em uma entrevista coletiva nesta segunda-feira. De acordo com os dados apresentados, houve cerca de 50 incidentes de travessia da fronteira.

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra, já que o conflito de 1950 a 1953 terminou com um armistício, e não com um tratado de paz.

“Com base nos resultados da investigação conjunta com o Comando das Nações Unidas (UNC) e em evidências científicas, concluímos que soldados sul-coreanos que realizavam operações de rotina ao sul da Linha de Demarcação Militar (MDL) sofreram ferimentos graves provocados por minas antipessoais de plástico instaladas pela Coreia do Norte ao sul da MDL, sob o pretexto de realizar o chamado trabalho de ‘fortificação da fronteira’”, afirmou Kwon Dae-won, vice-presidente do Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul.

Acredita-se que a mina que explodiu em 21 de setembro tenha sido instalada cerca de um ano antes, segundo Kwon.

Na semana passada, o Comando das Nações Unidas afirmou, após uma investigação conjunta com os militares sul-coreanos, que outra mina antipessoal norte-coreana havia sido identificada no lado sul-coreano da Linha de Demarcação Militar, que divide a Zona Desmilitarizada (DMZ), área de 4 quilômetros de largura entre os dois países. O comando classificou a presença da mina como uma violação do armistício que encerrou a Guerra da Coreia.

Na sexta-feira, Kim Yo Jong, influente irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, afirmou que a acusação da Coreia do Sul era “infundada” e rejeitou o pedido de desculpas feito por Seul.

FONTE:CNN/BR

Max Verstappen vence GP do Bahrein de F1 na Malásia; Bortoleto é 18º

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O piloto holandês Max Verstappen (Red Bull) venceu neste domingo (4) o Grande Prêmio do Bahrein de Fórmula 1, disputado com especificações na Malásia, após uma corrida marcada pela chuva, estratégias de pneus e vários incidentes.

O tetracampeão mundial, que largou na pole position, terminou à frente do líder do campeonato, o italiano Kimi Antonelli (Mercedes), e o britânico Lewis Hamilton (Ferrari).

O brasileiro Gabriel Bortoleto (Audi) teve um incidente em que tocou na traseira do carro do espanhol Carlos Sainz (Williams) e terminou a prova apenas em 18º lugar.

Hamilton, rebaixado ao fundo do grid após uma estratégia fracassada no início com pista molhada, protagonizou a grande recuperação do dia ao cruzar a linha de chegada em terceiro lugar, à frente de seu companheiro de equipe, o monegasco Charles Leclerc.

Essa foi a primeira vitória de Verstappen em 2026, e o resultado confirma a evolução da Red Bull nas últimas corridas, com o quinto lugar do francês Isack Hadjar.

“Estou muito orgulhoso de todos”, declarou Verstappen. “Foi terrível, aconteceu por muita coisa, mas fizemos a escolha certa com os pneus intermediários”, comemorou o holandês.

O principal beneficiado é Antonelli: com 320 pontos, ele continua se aproximando de seu primeiro título mundial, com uma vantagem de 84 pontos sobre seu companheiro de equipe George Russell, que abandonou a prova.

Faltando sete Grandes Prêmios, Hamilton é o terceiro colocado, com 214 pontos, e Verstappen, o sexto, com 188.

A corrida, prevista para as 15h00 locais (04h00 no horário de Brasília), teve de ser adiada duas vezes devido às fortes chuvas de monção, que encantaram o circuito meia hora antes da largada.

A direção de prova anunciou que a corrida começaria às 15h40, mas vários carros apresentavam problemas eletrônicos devido à chuva, e foram enviados de volta às caixas.

A segunda e definitiva largada ocorreu às 16h33 locais (05h33 de Brasília), com vários carros na pista e outros partindo dos boxes com pneus diferentes para o início da prova.

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Reação espetacular de Hamilton

Na largada, Verstappen e Hamilton foram surpreendidos pela potência da Mercedes, que assumiram a liderança da corrida com Antonelli em primeiro e Russell atuaram como “guarda-costas”.

Dois pelotões se formaram na pista: na frente, os carros fornecidos com pneus intermediários, que se adaptaram melhor ao asfalto ainda molhado.

Os pilotos com pneus médios, duros e macios ficaram no fundo do grid. Entre eles estava Hamilton, que chegou ao cair para a 18ª posição, apesar de ter largado em segundo.

Na frente, Verstappen iniciou a perseguição à Mercedes e não demorou a superar Russell. Quando começou a pressão de Antonelli, a saída de pista de Valtteri Bottas (Cadillac) provocou a entrada do safety car, momento que foi aproveitado por vários pilotos para trocar os pneus.

Hamilton decidiu manter os pneus macios e, na retrolargada, já com a pista mais seca, o britânico começou a ganhar posições volta após volta, chegando ao quinto lugar, atrás das Red Bulls e das Mercedes.

Na ponta, Antonelli não gerenciou bem a relargada após a saída do safety car e foi abordado por Verstappen e Russell. O jovem italiano conseguiu superar sua dupla de equipe, mas, naquele momento, “Mad Max” já parecia inalcançável.

Bortoleto termina em 18º, Alonso em 8º

Na reta final, um problema mecânico do tailandês Alexander Albon (Williams) provocou a entrada de um novo safety car, diminuindo a zero as distâncias entre os carros e acrescentando emoção às últimas voltas.

O roteiro da corrida ainda teve duas reviravoltas: o abandono de Russell durante o período de safety car devido a um problema mecânico e uma saída de pista de Norris (McLaren), também durante uma intervenção do safety car.

Após a relançada, Hamilton e Leclerc superaram Hadjar, conquistando um bom resultado para a Ferrari.

Completando o top 5, vieram o australiano Oscar Piastri (McLaren), o neozelandês Liam Lawson (Racing Bulls) e o espanhol Fernando Alonso (Aston Martin).

O espanhol conquistou seu melhor resultado do ano, ficando à frente do atual campeão mundial Norris (McLaren), que terminou em nono, e do britânico Arvid Lindblad (Racing Bulls).

O argentino Franco Colapinto (Alpine) terminou em 13º, enquanto o espanhol Carlos Sainz (Williams) ficou em 17º, prejudicado pelo toque de Gabriel Bortoleto, da Audi (18º).

“Quero pedir desculpas e considerar meu erro com o Carlos. Ele abriu, eu vi uma ultrapassagem de passar, mas não acabei percebendo que ainda estava molhado. Quando peguei a roda da frente, travei e bati nele. Acabou a minha corrida e a dele. Já pedi desculpas a ele, mas queria publicamente também”, disse Bortoleto pedir ao GloboEsporte, após a corrida.

O mexicano Sergio Pérez (Cadillac) ficou em 19º, sendo o último piloto a completar a corrida.

Resultado do GP do Bahrein de F1, disputado neste domingo no circuito de Sepang, na Malásia:

1. Max Verstappen (HOL/Red Bull) percorreu 304,855 km em 1h 47:33.821

2. Andrea Kimi Antonelli (ITA/Mercedes) com 2.307

3. Lewis Hamilton (GBR/Ferrari) 4.919

4. Charles Leclerc (MON/Ferrari) 7.258

5. Isack Hadjar (FRA/Red Bull) 8.571

6. Oscar Piastri (AUS/McLaren-Mercedes) 9.454

7. Liam Lawson (NZL/Racing Bulls-Red Bull) 12.753

8. Fernando Alonso (ESP/Aston Martin-Honda) 13.372

9. Lando Norris (GBR/McLaren-Mercedes) 13.993

10. Arvid Lindblad (GBR/Racing Bulls-Red Bull) 15.928

11. Nico Hülkenberg (ALE/Audi) 17.404

12. Lance Stroll (CAN/Aston Martin-Honda) 18.052

13. Franco Colapinto (ARG/Alpine-Mercedes) 18.997

14. Oliver Bearman (GBR/Haas-Ferrari) 22.305

15. Estéban Ocon (FRA/Haas-Ferrari) 22.532

16. Pierre Gasly (FRA/Alpine-Mercedes) 23.315

17. Carlos Sainz Jr (ESP/Williams-Mercedes) 25.431

18. Gabriel Bortoleto (BRA/Audi) 28.233

19. Sergio Pérez (MEX/Cadillac-Ferrari) 29.310

Obs: Os demais pilotos não concluíram a prova

Mundial de pilotos:

1. Andrea Kimi Antonelli (ITA) 320 pontos

2. George Russell (GBR) 236

3. Lewis Hamilton (GBR) 214

4. Charles Leclerc (SEG) 191

5. Lando Norris (GBR) 188

6. Max Verstappen (HOL) 188

7. Oscar Piastri (AUS) 128

8. Isack Hadjar (FRA) 96

9. Liam Lawson (NZL) 65

10. Pierre Gasly (FRA) 41

11. Arvid Lindblad (GBR) 38

12. Franco Colapinto (ARG) 27

13. Oliver Bearman (GBR) 20

14.Gabriel Bortoleto (BRA) 10.

15. Nico Hülkenberg (ALE) 7

16. Estéban Ocon (FRA) 7

17. Fernando Alonso (ESP) 7

18. Carlos Sainz Jr (ESP) 7

19. Alexander Albon (TAI) 5

20. Yuki Tsunoda (JPN) 1

21. Lance Stroll (CAN) 0

22. Valtteri Bottas (FIN) 0

23. Sergio Pérez (MEX) 0

Mundial de construtores:

1. Mercedes 556 pontos

2. Ferrari 405

3. McLaren 316

4. Red Bull 298

5. Touros de Corrida 90

6. Alpino 68

7. Haas 27

8. Audi 17

9. Williams 12

10. Aston Martin 7

11. Cadillac 0

FONTE:Google Notícias

Nobel de Medicina vai para três cientistas por avanço na neurociência

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A Assembleia do Nobel do Instituto Karolinska decidiu conceder conjuntamente o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2026 a Karl Deisseroth, Peter Hegemann e Georg Nagel, professores das universidades de Stanford, Humboldt e Würzburg “por suas descobertas sobre canais iônicos controlados por luz e a optogenética.”

Segundo o Cômite, o prêmio de 12 milhões de coroas suecas foi concedido pela contribuição para a optogenética — método que permite mostrar como as células nervosas moldam memórias, sentimentos e comportamentos no cérebro vivo. Peter Hegemann e Georg Nagel descobriram uma proteína extraordinária, a canalrodopsina, em uma alga unicelular. Karl Deisseroth transformou a proteína em um interruptor controlado por luz para células nervosas. Os laureados lançaram as bases de uma nova era da neurociência.

Por muito tempo, entender como o cérebro controla sentimentos, comportamentos e funções do organismo foi um mistério. No século 20, pesquisadores começaram a investigar quais regiões do cérebro estavam relacionadas a determinadas funções, mas os métodos utilizados não permitiam provar relações de causa e efeito. A imagem que eles construíram do cérebro era semelhante a um mapa esquemático, repleto de pontos de interrogação e áreas desconhecidas. Agora, isso está mudando.

“A optogenética oferece possibilidades de mapear o cérebro de uma maneira que antes só podíamos imaginar”, afirma Per Svenningsson, presidente do Comitê Nobel de Fisiologia ou Medicina.

Tudo começou com a curiosidade de Peter Hegemann. Ele queria entender como a Chlamydomonas, uma alga unicelular, consegue nadar em direção a uma fonte de luz. No início dos anos 2000, ele e Georg Nagel descobriram a canalrodopsina, uma proteína de algas com propriedades únicas, encontrada na superfície da célula. Quando iluminada por luz azul, uma passagem se abre através da proteína. Íons carregados entram na célula, criando um impulso elétrico. Os pesquisadores descobriram que, independentemente da célula na qual introduzissem a proteína, essas células se tornavam sensíveis à luz.

Karl Deisseroth introduziu o gene da canalrodopsina em células nervosas de ratos. Ao iluminar as células com luz azul, ele conseguiu desencadear um sinal nervoso. Ele publicou essa descoberta em 2005. Dois anos depois, fez esse interruptor controlado por luz para células nervosas funcionar no cérebro de camundongos vivos.

Esse método de controlar sinais nervosos com luz passou a ser chamado de optogenética e rapidamente ganhou impacto mundial. Por meio da optogenética, pesquisadores conseguiram revelar circuitos neurais responsáveis por memórias, sentimentos e comportamentos específicos relacionados a distúrbios neurológicos e psiquiátricos. Na medicina clínica, pesquisadores estão utilizando o método em tentativas de restaurar a visão de pessoas com deficiência visual.

A optogenética transformou profundamente nossa compreensão do cérebro. Todos os dias, novas descobertas ajudam a solucionar um dos grandes mistérios da humanidade: como funciona o nosso extraordinário cérebro.

Conheça os vencedores:

Karl Deisseroth, nascido em 1971. Doutor em 1998 e médico em 2000 pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos. É professor D.H. Chen e professor de Bioengenharia e de Psiquiatria e Ciências Comportamentais no Instituto Médico Howard Hughes e na Universidade Stanford, nos Estados Unidos.

Peter Hegemann, nascido em 1954. Doutor em 1984 pelo Instituto Max Planck de Bioquímica, em Martinsried, na Alemanha. É professor sênior de Neurociência Hertie na Universidade Humboldt de Berlim, na Alemanha. As descobertas reconhecidas pelo prêmio foram realizadas no Instituto Max Planck de Bioquímica, em Martinsried, na Alemanha.

Georg Nagel, nascido em 1953. Doutor em 1988 pela Universidade de Frankfurt, na Alemanha. É professor de Fisiologia Molecular de Plantas no Departamento de Fisiologia Molecular de Plantas e Biofísica – Botânica I, da Universidade de Würzburg, na Alemanha. As descobertas reconhecidas pelo prêmio foram realizadas no Instituto Max Planck de Biofísica, em Frankfurt, na Alemanha.

FONTE:CNN/BR

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FONTE:Google Notícias

Resumo Por Você: tudo sobre a novela de 05 a 10/10

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Resumo
Na semana de Por Você, o clima esquenta com demissões em massa ordenadas por Vanessa, que geram revolta e a demissão de Bela. Pressionada pela direção, a vilã readmite a médica para evitar escândalos, mas planeja vingança. A tensão cresce quando Junqueira humilha Leandra e é agredido por Gabriel, que sai em sua defesa. No fim da semana, Bela sofre racismo de uma paciente e chama a polícia, enquanto Vitor surpreende Leandra com um pedido de casamento. Paralelamente, Peixe e Dalila assumem namoro.

Por Você é a novela das 19h da Globo. Confira abaixo os resumos dos capítulos da primeira semana do folhetim estrelado por Sheron Menezzes e Alinne Moraes, de 05 a 10 de outubro.




Resumo de Por Você (Imagem: Divulgação / Globo)

Foto: RD1 / RD1

Capítulo 043 – segunda, 05 de outubro

Lucas é agredido e ameaçado, e Juarez o socorre. Suelen fica confusa com seus sentimentos por Maike. Bela cuida de Lucas. Vitor é elogiado por Ricardo. 

Pérola sai com Manoel. Leandra convida Toy para acompanhá-la a um evento. Vanessa entrega a Giovana uma lista de demissão de funcionários do hospital. 

Vitor se automedica, e falha diante de Ricardo durante um procedimento médico. Bela ajuda Vitor. Bela se revolta com a demissão em massa de funcionários do hospital e se demite diante de Vanessa.

Capítulo 044 – terça, 06 de outubro

Bela se sente atordoada após pedir demissão do hospital, e pede ajuda a Gabriel.

Gabriel alerta Junqueira sobre as demissões encomendadas por Vanessa, e afirma que a saída de Bela pode ser prejudicial para a imagem do hospital. 

Toy vibra com a aproximação de Leandra. Junqueira exige que Vanessa readmita Bela. Vitor confessa sobre o uso de medicamentos a Ricardo e o cardiologista o faz prometer parar com a automedicação. 

Hanna torce o pé ao tentar aprender golpes de judô com Glorinha. Vanessa pede a Bela que desista do pedido de demissão, e a obstetra só aceita o pedido com a condição de que a herdeira reveja as demissões em massa. 

Chega o dia da cerimônia de renovação de votos de Iara e Juarez. Peixe anuncia que ele e Dalila estão namorando.

Capítulo 045 – quarta, 07 de outubro

Todos celebram o namoro de Peixe e Dalila. Vanessa comenta com Junqueira sobre seus planos de armar para que Bela seja demitida.

Dalila chama Suelen para uma conversa e explica sua relação com Peixe, e as duas fazem as pazes. Vanessa anuncia a readmissão de parte da equipe do hospital, e Dalva se irrita. 

Gabriel tenta se aproximar de Bela. Próspero oferece um emprego a Dalva. Glorinha convida Hanna para ir à casa de Bela. Margô faz aula de balé na academia de dança de Sílvia. 

Pérola e Manoel se emocionam ao falar de seus filhos. Sílvia descobre que Hanna está na casa de Bela e vai com Vanessa buscar a filha. Bela flagra Vanessa em seu quarto.

Capítulo 046 – quinta, 08 de outubro

Bela conduz Vanessa e Sílvia para fora de sua casa, e pede que Lia não permita mais a entrada de estranhos. Na mansão de Pérola, Leandra e Manoel conversam entrosados, e ela os admira. 

Sílvia repreende Hanna por se aproximar de Glorinha. Iara e Juarez aproveitam sua nova lua-de-mel. Gabriel aconselha Peixe. 

Samuca sente saudades de Juli e Bela o anima, preparando a fantasia do dia da roupa maluca na escola. Giovana revela a Guto que o salvou da lista de demissão de Vanessa. 

Junqueira humilha Leandra na frente de outros funcionários. Na feira, Maike se distraí com Suelen, deixa pastéis queimarem e Toy chama sua atenção.

Maike pede demissão da barraca de pastéis. Gabriel vai tirar satisfações com Junqueira sobre seu comportamento com Leandra e o agride.

Capítulo 047 – sexta, 09 de outubro

Guto e Vanessa interceptam a briga de Gabriel e Junqueira. Leandra diz a Vitor que registrou uma queixa contra Junqueira no compliance, e se desespera ao saber da briga do pai com o empresário. 

Juarez sofre pensando no novo relacionamento entre Peixe e Dalila por temer a reação do menino caso um dia descubra a verdade sobre acidente de Juli. 

Bela e Samuca têm uma consulta com a neuropediatra Daniela. Suelen acolhe Maike após desentendimento com Toy, e ele dá um beijo no rosto da jovem. 

Melinda conta a Próspero que Orestes vai ter que se afastar por alguns dias da palhaçaria e ela vai precisar de ajuda no hospital. Iara sonda Juarez sobre Zé. 

Bela conversa com Lucas sobre a consulta com Daniela e os desafios da maternidade. Pérola inicia o tratamento de sua doença e se surpreende ao encontrar Manoel. Nair se nega a ser atendida por Bela no hospital.

Capítulo 048 – sábado, 10 de outubro

Bela acusa Nair de racismo e chama a polícia. Manoel revela que também sofre de doença renal e faz diálise há algum tempo. Gabriel, Guto, Nelma e Kátia apoiam a decisão de Bela de denunciar Nair. 

Vitor acolhe Bela. Vanessa questiona a atitude de Bela de chamar a polícia no hospital, e Giovana confronta a chefe. Glorinha marca um lanche com amigas da escola e elas furam sem avisá-la. 

Leandra e Toy se aproximam. Próspero se voluntaria para atuar ao lado de Melinda no hospital. Bela conta aos filhos de Juli sobre ocorrido no hospital, e os irmãos e Lucas a apoiam. 

Glorinha e Hanna desabafam sobre suas amizades. Margô percebe um nódulo em seu corpo. Lucas consola Bela. Vitor pede Leandra em casamento.

FONTE:Terra

Gaiolas para bebês em janelas: porque mães penduravam filhos a dezenas de metros do chão na década de 1930?

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Antes de o urbanismo moderno e a pediatria revisarem conceitos de segurança infantil, centenas de famílias em cidades populosas recorreram a uma solução extrema para criar seus filhos. Durante as décadas de 1920 e 1930, gaiolas de arame para bebês suspensas nas janelas de edifícios residenciais tornaram-se uma cena comum em bairros como Chelsea, em Londres, e em grandes metrópoles norte-americanas. O dispositivo buscava resolver a falta de espaço urbano garantindo a exposição solar recomendada por médicos da época.

A ciência médica por trás das gaiolas suspensas

O surgimento das chamadas baby cages não foi um ato de descuido, mas uma resposta direta ao consenso médico do início do século XX. O influente pediatra norte-americano Luther Emmett Holt defendia em suas obras que o “banho de ar frio” e a luz solar direta eram indispensáveis para renovar os pulmões dos recém-nascidos, além de fortalecer o sistema imunológico.

Na mesma época, pesquisas científicas comprovaram que a exposição aos raios ultravioleta prevenia e combatia doenças graves como a tuberculose e o raquitismo infantil. Como a maioria das famílias trabalhadoras vivia em apartamentos pequenos e sem área verde nas metrópoles, o acesso ao ambiente externo tornou-se um desafio de saúde pública.

A patente de Emma Read e a popularização em Londres

A solução comercial para o dilema urbano surgiu em 1922. De acordo com registros do escritório de patentes dos Estados Unidos, a inventora Emma Read, da cidade de Spokane, registrou uma estrutura metálica projetada para ser acoplada à parte externa das janelas. O objetivo era permitir que a criança descansasse ao ar livre enquanto os pais realizavam as tarefas domésticas.

A ideia atravessou o Atlântico e ganhou força na Inglaterra. Conforme documentado em acervos históricos da BBC e em arquivos fotográficos de época, instituições como a Chelsea Open-Air Nursery School, em Londres, distribuíram essas estruturas para mães moradoras de complexos habitacionais. O equipamento de ferro galvanizado contava com telas de proteção para evitar quedas e amortecer o impacto do vento.

Riscos, desmistificação e o declínio da prática

Apesar da aprovação social no período, o avanço dos estudos de segurança e engenharia no pós-Segunda Guerra Mundial expôs os perigos óbvios da invenção. A ausência de travas padronizadas, o risco de falha estrutural nos prédios e a exposição dos recém-nascidos à poluição fumaçada das cidades industriais levaram ao rápido abandono do método a partir da década de 1940.

Com o desenvolvimento da pediatria moderna e a expansão dos parques públicos urbanos, a recomendação de colocar crianças do lado de fora das janelas foi inteiramente descartada. Hoje, o episódio figura nos registros históricos e museus de ciência como um reflexo de como conceitos médicos do passado moldaram comportamentos sociais que atualmente parecem inacreditáveis.

FONTE:CNN/BR

Jogadoras do São Paulo celebram título e pedem voto em Lula

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Esportistas “fizeram o L” e mandaram o senador Flávio Bolsonaro “se foder”; a goleira Carla Silva também criticou o presidente dos EUA

Durante a comemoração pela vitória no Campeonato Brasileiro Feminino, as jogadoras do São Paulo pediram votos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A goleira Carla Silva, a Carlinha, além de dizer que “é Lula”, mandou o candidato à Presidência e senador, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) “se foder”. 

Carlinha também criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano). Ela o chamou de “filha da puta”, de “arrombado” e o mandou “tomar no cu”. A goleira declarou: “Ele não vai tomar nossas terras não, caralho. O Brasil é nosso”. 

Em entrevista depois da final do campeonato, disputada contra o Corinthians, Carlinha já havia declarado o apoio a Lula. Disse que “ Nunca mais Bolsonaro no poder, porra”. A declaração foi feita durante a comemoração do título brasileiro feminino no Morumbis, realizada às vésperas do 1º turno das eleições de 2026. A atleta de 29 anos foi escolhida como melhor em campo da final do campeonato.

O São Paulo conquistou o Brasileirão feminino depois de empatar com o Corinthians por 1 a 1 no jogo de volta. O clube havia vencido a partida de ida por 2 a 1, em Itaquera. A final reuniu 49.405 pessoas no Morumbis, recorde de público do futebol feminino de clubes na América do Sul, segundo divulgação do São Paulo.

O título encerrou um ciclo de 6 títulos consecutivos do Brasileirão feminino conquistados pelo Corinthians. 

Carlinha foi figura central na conquista do título. No 1º tempo, a goleira falhou na saída de bola e entregou a bola para Juliete, que marcou o gol do Corinthians. No 2º tempo, se redimiu ao defender uma cobrança de pênalti de Gabi Zanotti.

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O Poder360 conta com um painel com a apuração em tempo real com informações sobre todos os cargos em disputa. A apuração começa às 17h. Acesse clicando aqui ou na imagem abaixo.

A página do Poder360 terá um mapa do Brasil em que é possível visualizar os votos de todos os 5.569 municípios + Brasília e Fernando de Noronha.

O uso é intuitivo: ao abrir a página, no canto superior esquerdo, há uma parte para escolher seu Estado e/ou cidade. Também é possível usar o mouse ou fazer o movimento de “pinça” no celular para aproximar ou afastar o conteúdo.

FONTE:Google Notícias

Startups dos EUA buscam alternativas aos componentes “made in China”

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Sete anos após fundar uma startup de robótica em San Francisco, Rajat Bhageria enfrenta uma nova e assustadora tarefa: construir robôs sem nenhuma ajuda da China.

Como a maioria das empresas de robótica sediadas nos EUA, a Chef Robotics passou a depender fortemente de componentes chineses para fabricar os braços robóticos que vende a fabricantes de alimentos para automatizar a montagem de refeições prontas.

A capacidade da China de produzir peças baratas em volumes incomparáveis a tornou uma fonte essencial de produtos tecnológicos competitivos em todo o mundo.

Mas, à medida que a China começou a dominar indústrias avançadas, dos veículos elétricos às fábricas automatizadas, os EUA, cada vez mais protecionistas sob o presidente Donald Trump, intensificaram as restrições ao uso doméstico de tecnologia chinesa, incluindo drones, robôs móveis e outros eletrônicos críticos.

“Por um tempo, é claro, era como: ‘Ei, vamos encontrar os melhores componentes e encontrá-los pelo menor preço'”, disse Bhageria.

Agora, investidores e clientes começaram a lhe fazer uma pergunta diferente: “Por que você ainda usa peças fabricadas no exterior?”

A rivalidade cada vez mais intensa entre os EUA e a China aprofundou as preocupações sobre os riscos à segurança nacional decorrentes da dependência excessiva de sistemas e cadeias de fornecimento chinesas.

Ao proibir tecnologias fabricadas no exterior, autoridades americanas citam a necessidade de proteger dados sensíveis de consumidores e do governo, ao mesmo tempo em que incentivam a fabricação doméstica.

Mas especialistas alertam que as restrições podem estar tendo um efeito não intencional: prejudicar a capacidade das empresas americanas de acompanhar seus rivais chineses.

Décadas de terceirização deixaram os fabricantes americanos mal preparados para atender à demanda, resultando em custos mais altos e prazos de espera mais longos para empresas, universidades e consumidores que necessitam tanto de eletrônicos de ponta quanto dos mais comuns.

“Grande parte de nossas vidas digitais é construída sobre a infraestrutura de componentes fabricados no exterior e produtos montados no exterior, e isso não vai mudar tão cedo”, disse Ben Armstrong, diretor executivo do Industrial Performance Center do MIT, que pesquisa competitividade industrial e automação.

“Simplesmente não sabemos como fabricá-los nos EUA. Portanto, haverá uma curva de aprendizado e, durante esse processo, o preço será alto”, afirmou.

Bhageria espera que, ao iniciar agora a busca por fornecedores alternativos, sua empresa consiga mitigar possíveis impactos econômicos no futuro.

Ele tem esse luxo porque os componentes de seus braços robóticos ainda não foram afetados pelas proibições. Mas ele teme que a lista cresça. “Dá para imaginar qual será o próximo golpe, certo? Tipo, a próxima coisa podem ser os braços robóticos fixos.”

Robôs fabricados na América

A montagem final da empresa é feita nos EUA, disse Bhageria. No entanto, os componentes de utensílios de máquina acoplados à extremidade de seus braços robóticos são todos atualmente fabricados na China.

Bhageria inicialmente queria transferir essa produção no ano passado, quando Trump escalou as tarifas sobre importações chinesas. Ele rapidamente descobriu que seria proibitivamente caro fabricar as garras plásticas nos EUA e que muitos fornecedores fora da China não tinham capacidade para atender ao seu pedido.

“Na verdade, tem sido um processo muito mais difícil do que esperávamos inicialmente”, disse ele. “Chegamos a conversar com algumas oficinas mecânicas realmente boas nos EUA e elas dizem: ‘Não conseguimos fazer isso'”.

Esses desafios ressaltam o quanto o avanço industrial chinês se tornou importante para as empresas americanas. Mas o governo dos EUA continua insistindo em desincentivar o uso de tecnologia chinesa, e a gama de produtos proibidos continua a se expandir.

Em julho, a Comissão Federal de Comunicações adicionou inversores de energia e novos robôs avançados — como os humanoides capazes de correr, pular, dançar e lutar — à sua lista de tecnologias estrangeiras restritas.

Os EUA também proibiram carros que utilizam software chinês e impuseram uma tarifa de 100% sobre veículos elétricos chineses. Tarifas semelhantes sobre drones entraram em vigor no mês passado, após uma proibição de novos modelos em dezembro.

A lista em constante crescimento deixou até gigantes corporativos americanos como a Ford com dificuldades para acompanhar o ritmo.

A montadora de primeira linha foi alvo de críticas do governo Trump no início deste mês por vínculos inadequados com tecnologia chinesa, especificamente pelo uso de baterias para carros elétricos chinesas fabricadas pela CATL.

A Ford rejeitou as alegações de que estava cedendo a fabricação americana a entidades chinesas.

Michael Murray, diretor executivo da Kopin Corporation, fabricante de componentes ópticos para drones utilizados pelo exército dos EUA, afirmou que a empresa levou mais de dois anos para relocar a fabricação de algumas de suas telas de micro display da China para os EUA.

Ele estima que fabricar esses componentes nos EUA custa até 25% a mais, embora os gastos com a transferência da cadeia de suprimentos tenham sido compensados por financiamento do Departamento de Defesa.

“Não temos os volumes necessários para reduzir os custos tanto quanto o restante do mercado, então há uma pressão sobre os preços que precisamos acomodar”, disse ele.

À medida que a regulamentação sobre o fornecimento de tecnologias sensíveis se tornou mais rigorosa, mais empresas estão buscando peças fabricadas nos EUA, disse Murray. Ainda assim, a China consegue produzir mais microdisplays em uma semana do que os EUA produzem em um ano, acrescentou.

Ficando para trás

Gavin Kenneally, cuja empresa fabrica cães-robô industriais e militares, está trabalhando para encontrar uma nova fonte de metais de terras raras, dos quais a China detém quase um monopólio global.

A Ghost Robotics já transferiu sua produção de motores da China para a Coreia do Sul e atualmente adquire seus ímãs de neodímio de uma empresa europeia. Porém, a matéria-prima vem da China, o que significa que estará sujeita a uma proibição governamental a partir de janeiro.

“É um problema de cadeia de suprimentos extremamente difícil de resolver no curto prazo”, disse Kenneally, que acrescentou que tais políticas costumam ser sinalizadas com antecedência para dar às empresas tempo de se ajustar.

“No longo prazo, acredito que essas proibições tiveram o efeito estimulante que o governo pretendia provocar.”

Enquanto os fornecedores americanos trabalham para se atualizar, analistas e executivos afirmaram que o acesso limitado à extensa cadeia de suprimentos da China pode prejudicar o progresso americano tanto em setores de ponta, como IA e robótica, quanto na manufatura tradicional.

“No tempo que uma empresa americana leva para construir seu primeiro protótipo, uma empresa chinesa pode já estar na versão três”, disse Saman Farid, fundador da coalizão setorial Robots for America e da Formic, que fornece robôs industriais para fábricas nos EUA.

Embora os clientes de Farid ainda não tenham sido impactados, ele teme que o escopo das restrições cresça e que os fabricantes tenham de abrir mão dos equipamentos e tecnologias mais competitivos.

“Se alternativas não forem criadas com rapidez suficiente, isso pode se tornar um verdadeiro obstáculo para as empresas americanas”, disse ele.

Sem os robôs humanoides baratos que a China produz em massa, universidades e laboratórios de pesquisa dos EUA também podem ter de recorrer a modelos mais antigos ou mais caros.

Na Universidade de Illinois Urbana-Champaign, o professor de engenharia Sayan Mitra afirmou que vários cursos utilizam braços robóticos, drones, humanoides e veículos provenientes da China.

Substituir os humanoides chineses por americanos poderia custar 10 vezes mais, enquanto outras opções de drones podem nem mesmo existir, segundo ele.

“É como se estivéssemos tentando fazer uma cirurgia em um paciente que já está de pé”, disse Mitra.

“Se isso for feito de forma muito improvisada e imprevisível, vai atrasar tudo. E, na verdade, a solução que almejamos, como formar pesquisadores robustos em robótica e ter uma cadeia de fornecimento doméstica, pode ser completamente descarrilada porque vamos bloquear o processo de obter robôs e experimentar com eles.”

Até produtos domésticos do cotidiano estão na mira do governo. A proibição da FCC sobre robôs móveis inclui novas versões de dispositivos automatizados como aspiradores robóticos, limpadores de piscina e cortadores de grama, a grande maioria dos quais também é fabricada na China.

“É extremamente difícil transferir a fabricação para os EUA”, disse Jitesh Ubrani, diretor de pesquisa de dispositivos de consumo da IDC, empresa de inteligência tecnológica.

“A longo prazo, claro, isso poderia acontecer. Mas provavelmente será muito caro, e assim os consumidores americanos acabam pagando muito mais.”

FONTE:CNN/BR