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Veja os 30 deputados estaduais eleitos pelo Piauí

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O Piauí elegeu neste domingo (4) os 30 deputados estaduais que vão compor a Assembleia Legislativa a partir de 2027. Com 100% das urnas apuradas, a maior votação foi de Severo Eulálio (MDB), com 90.728 votos.

Por partido, o PT elegeu 13 deputados; o MDB, 8; o PSD, 5; o PP, 3; e o PV, 1.

No Piauí, 17,15% dos eleitores aptos não compareceram às urnas. Os votos brancos somaram 3,03% do total, e os nulos, 2,95%.

Veja a lista completa, por ordem de votação:

  1. SEVERO EULÁLIO (MDB), 90.728 votos (4,31%)
  2. FLÁVIO JÚNIOR (PT), 71.869 votos (3,41%)
  3. DR. THALES COELHO (PT), 58.887 votos (2,80%)
  4. DR. VINICIUS (PT), 57.089 votos (2,71%)
  5. CEL CARLOS AUGUSTO (MDB), 55.829 votos (2,65%)
  6. FIRMINO PAULO (PT), 55.146 votos (2,62%)
  7. DR. GIL CARLOS (PT), 55.084 votos (2,62%)
  8. LIMMA (PT), 54.246 votos (2,58%)
  9. ANYARA SANTOS (MDB), 51.919 votos (2,47%)
  10. TONINHO DE CARIDADE (PSD), 50.998 votos (2,42%)
  11. JANAINNA MARQUES (PT), 49.601 votos (2,36%)
  12. RUBENS VIEIRA (PT), 48.417 votos (2,30%)
  13. JOÃO MADISON (MDB), 47.539 votos (2,26%)
  14. ANA PAULA (MDB), 47.356 votos (2,25%)
  15. THEMÍSTOCLES FILHO (MDB), 46.638 votos (2,22%)
  16. JÚLIO CESAR FILHO (PSD), 45.972 votos (2,18%)
  17. FÁBIO NOVO (PT), 45.707 votos (2,17%)
  18. WILSON CAPOTE (PSD), 45.274 votos (2,15%)
  19. HENRIQUE PIRES (MDB), 40.058 votos (1,90%)
  20. FÁBIO XAVIER (PT), 39.349 votos (1,87%)
  21. EVALDO GOMES (PT), 38.646 votos (1,84%)
  22. NERINHO (PT), 38.620 votos (1,83%)
  23. HELIO ISAIAS (PT), 37.306 votos (1,77%)
  24. BRENO MACÊDO (PV), 35.729 votos (1,70%)
  25. GUSTAVO NEIVA (PP), 35.188 votos (1,67%)
  26. SIMONE PEREIRA (PSD), 33.914 votos (1,61%)
  27. DR. HÉLIO (MDB), 33.391 votos (1,59%)
  28. MARDEN MENEZES (PSD), 32.135 votos (1,53%)
  29. ZÉ FERNANDO (PP), 30.578 votos (1,45%)
  30. JÚNIOR PERCY (PP), 29.628 votos (1,41%)

Veja a apuração completa para deputado estadual no Piauí, incluindo a votação de todos os candidatos, na página de apuração das Eleições 2026 da CNN Brasil.

Este texto foi gerado automaticamente com base nos dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

FONTE:CNN/BR

‘Foi uma campanha muito suja’, diz Leila do Vôlei após derrota

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Leila do Vôlei (PDT) não ocupará mais uma das cadeiras do Senado. A candidata à reeleição teve pouco mais de 21% dos votos, ficando atrás de Michelle Bolsonaro (PL), com 29%, e Bia Kicis (PL), 27%. Na sede do partido, na noite deste domingo (4/10), a postulante avaliou a campanha das adversárias como “suja” e com “muita fake news”.

“Eu tinha confiança de que alguns eleitores iriam se preocupar em se informar melhor sobre o trabalho de cada candidato”, pontuou Leila. “O Distrito Federal vai ter tempo para fazer suas avaliações e a gente segue em paz fazendo o nosso trabalho, em outros caminhos”, garantiu.

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Questionada sobre a atual polarização do país, a candidata do PDT disse que o Brasil “vive em ondas”. “Até pela eleição em outros estados, a gente vê esse avanço novamente. Vamos acompanhar esses próximos anos”, ponderou. Leila também lamentou a falta de uma “maior unificação” na própria campanha.

“Acho que faltou mais união, fazer um planejamento melhor de quem tinha mais condição ou não de ir para esse pleito”, lamentou.

A postulante, porém, disse ter recebido “com tranquilidade” o resultado. “Sigo em paz, estou bem tranquila por esses oito anos em que trabalhei no Senado Federal”, ressaltou. A candidata encerrou agradecendo aos mais de 682 mil votos que recebeu e desejou sorte para “aqueles que irão representar o DF”.


FONTE:Google Notícias

PL elege 19 senadores e terá a maior bancada do Senado; veja divisão

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O PL teve 19 senadores eleitos em 2026 e terá a maior bancada a partir de 2027 no Senado Federal. Ao todo, o partido terá 28 congressistas na Casa Alta. O PT é o segundo partido com mais senadores na legislatura que começa no ano que vem. A sigla do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elegeu 6 senadores e agora terá 9 parlamentares.

O número representa uma vitória para o PL, que terminará a atual legislatura com 15 senadores. O PT tinha 9 senadores e manteve esse número – grupo, no entanto, teve algumas derrotas estratégicas em estados que tinha um cálculo positivo.

O Rio de Janeiro era um deles. A deputada Benedita da Silva (PT) liderava as pesquisas eleitorais, mas não conseguiu nenhuma das duas vagas.

A ex-ministra Gleisi Hoffmann também brigava por uma segunda vaga no Paraná e aparecia em segundo lugar em algumas pesquisas eleitorais, mas também ficou de fora da disputa.

Maiores bancadas do Senado

  • PL: 28 senadores;
  • PT: 9 senadores;
  • MDB: 8 senadores;
  • Republicanos: 6 senadores;
  • PP: 6 senadores;
  • União: 5 senadores;
  • PSD: 5 senadores;
  • PSB: 4 senadores;
  • Novo: 3 senadores;
  • Podemos: 2 senadores;
  • PSDB: 2 senadores;
  • Rede: 1 senador;
  • PDT: 1 senador;
  • Sem partido: 1 senador

O PL conseguiu eleger 2 senadores em 5 estados: Distrito Federal (com Michelle Bolsonaro e Bia Kicis), Mato Grosso do Sul (com Reinaldo Azambuja e Capitão Contar), Rio de Janeiro (com Carlos Jordy e Carlos Portinho), Rondônia (com Dr. Fernando Máximo e Bruno Scheid) e Santa Catarina (com Carlos Bolsonaro e Carol de Toni). Já o PT conseguiu eleger 2 senadores nesta corrida somente na Bahia, com Rui Costa e Jaques Wagner.

Além dos senadores do próprio partido, o PL também conseguiu alianças importantes em alguns estados. Marcel Van Hattem (Novo) venceu no Rio Grande do Sul e Guilherme Derrite (PP), em São Paulo. Ambos são considerados congressistas que dão sustentação à base bolsonarista no Congresso.

Nova legislatura

Os 513 deputados federais eleitos em 4 de outubro tomam posse em 1º de fevereiro de 2027 e cumprem mandato de quatro anos, até 31 de janeiro de 2031. A renovação da Câmara é integral: todas as cadeiras estão em disputa.

Diferentemente das eleições para presidente e governadores, não há segundo turno para deputados federais, estaduais e distritais. Eles são eleitos pelo sistema proporcional, em turno único. As vagas são distribuídas entre os partidos de acordo com o número de votos que cada legenda ou federação recebe, e ocupam as cadeiras os candidatos mais votados dentro de cada uma delas.

Para o Senado, também em turno único, venceram o candidato mais votado em cada estado, pelo sistema majoritário. Em 2026 são renovados dois terços da Casa, ou 54 das 81 vagas. Os senadores eleitos também assumem em 1º de fevereiro de 2027, mas com mandato de 8 anos. Os outros ⅓ da Casa será renovado em 2031.

FONTE:CNN/BR

Duras confissões de Cássio. Problema com alcoolismo. ‘Não tinha controle.’ E depressão ao sair do Corinthians. ‘Fui para o psiquiatra e tomei remédios’

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Cássio agradece à esposa e a Tite por sua recuperação do alcoolismo e da depressão Daniel Augusto Júnior/Agência Corinthians

São Paulo, Brasil

Alguns ex-dirigentes do Corinthians sabiam.

Assim como ex-jogadores.

Mas mantiveram segredo, por respeito à brilhante carreira do maior goleiro de todos os tempos no Parque São Jorge.

Só que, dez anos depois, Cássio resolveu revelar o que sofreu longe da imprensa.

O alcoolismo.

E a enorme depressão que caiu ao saber que não seguiria mais jogando pelo Corinthians.

“Eu estava em depressão quando saí do Corinthians. Tive que buscar ajuda, procurar um psiquiatra e tomar remédios. Às vezes, as pessoas não entendem.

“No futebol, o cara ganha um grande salário, mas eu conversava com a minha esposa e dizia: ‘Eu não consigo mais jogar no Corinthians, onde sempre sonhei e em um clube que me proporcionou muita coisa’.

“Não é que você não queira, é que não tem força para sair daquela situação.”

Cássio havia perdido a posição para Carlos Miguel. E a direção considerava o goleiro caro e envelhecido.

O jogador se sentiu profundamente desrespeitado.

Ele havia conquistado nove títulos pelo Corinthians.

  • Libertadores: 2012
  • Mundial: 2012
  • Brasileiro: 2015 e 2017
  • Recopa Sul-Americana: 2013
  • Paulista: 2013, 2017, 2018 e 2019

Foi o segundo jogador da história que mais vestiu a camisa do Corinthians. 712 partidas. Só atrás de Vladimir, com 806.

E o recordista na defesa de pênaltis: 32.

Ele não esperava que a pressão da direção para que rescindisse seu contrato em 2024, depois de 12 anos de clube.

Mas além do trauma pela saída do Corinthians, relembrou seu pior momento, quando foi parar na reserva.

Não conseguia conter seu alcoolismo.

“Eu tinha problema com bebida. Cada um sabe da sua vida, mas eu não sabia o meu limite”, assumiu ao podcast Charla.

“Quando eu perdi a posição, em 2016, o Tite falou: “Tenho que fazer alguma coisa para te ajudar”. Eu fiquei uma semana falando: “Ele está de sacanagem”. Eu jogo, logo depois tem o falecimento da minha avó, que foi uma pessoa muito importante na minha carreira.

“Vou para o velório e não volto para o jogo contra o Grêmio. O Walter jogou e foi bem. Depois, na antevéspera do jogo seguinte, o Tite chamou nós dois na sala e disse que colocaria o Walter.”

O goleiro buscou a conversão religiosa para fugir o estilo de vida que estava sabotando sua carreira.

“Me converti. E minha esposa tem um grande papel nisso (na recuperação). Eu nunca tinha feito dieta na minha carreira. Comecei a dieta, cortei a bebida e, quando volto para o Corinthians, todo mundo se surpreende, porque eu volto mais magro, mais focado.

“O Walter voltou como titular, com o Fábio Carille, mas machucou, infelizmente, e eu voltei a jogar e segui normalmente minha carreira.”

Cássio foi titular até surgir Carlos Miguel.

E a direção acreditar que era hora de sua saída do clube.

Houve a rescisão de forma desrespeitosa.

Daí a depressão do jogador.

Foi para o Cruzeiro, em 2024.

Estava muito bem como titular.

Até romper os ligamentos do joelho esquerdo, em março, em uma partida contra o Flamengo.

Otávio surgiu com enorme potencial.

E Arthur Jorge resolveu mantê-lo como titular.

As atuações do goleiro de 20 anos foram tão boas que ele foi convocado para a Seleção Brasileira.

Aos 39 anos, Cássio é reserva no Cruzeiro.

Se mantém sóbrio, longe da bebida.

E sem depressão…

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

FONTE:Google Notícias

Eleições 2026: 20 governadores garantem vitória no 1º turno

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Nas eleições de 2026, um total 20 governadores foram eleitos no 1º turno, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) após apuração das urnas neste domingo (4).

Os políticos eleitos irão conduzir as suas unidades federativas no período de quatro anos, com a possibilidade de recondução para mais quatro anos no caso de primeiro mandato.

Os estados que decidiram os nomes de seus chefes do Executivo foram Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Desses estados, 11 foram reconduzidos aos seus postos, sendo eles:

  • Jerônimo Rodrigues (PT-BA);
  • Elmano de Freitas (PT-CE);
  • Daniel Vilela (MDB-GO);
  • Otaviano Pivetta (Republicanos-MT);
  • Eduardo Riedel (PP-MS);
  • Lucas Ribeiro (PP-PB);
  • Raquel Lyra (PSD-PE);
  • Rafael Fonteles (PT-PI);
  • Jorginho Mello (PL-SC);
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP);
  • Fábio Mitidieri (PSD-SE).

Já aqueles que irão cumprir seu primeiro mandato são:

  • JHC (PSDB-AL);
  • Dr. Furlan (PSD-AP);
  • Eduardo Braide (PSD-MA);
  • Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG);
  • Dr. Daniel (Podemos-PA);
  • Sérgio Moro (PL-PR);
  • Luciano Zucco (PL-RS);
  • Marcos Rogério (PL-RO);
  • Arthur Henrique (PL-RR).

Desse total, a governadora de Pernambuco Raquel Lyra (PSD) é a única mulher a garantir uma vaga em um dos Executivos estaduais. No entanto, ainda podem compor esse grupo Mailza Assis (PP-AC), Professora Maria do Carmo (PL-AM), Celina Leão (PP-DF) e Professora Dorinha (União-TO), que concorrem ao segundo turno em seus estados.

O que faz um governador

Responsável por comandar o Poder Executivo em cada unidade da federação, o governador é a autoridade máxima do estado e tem como principal atribuição administrar a máquina pública estadual, garantindo o funcionamento de serviços essenciais e a representação política do estado em diferentes esferas.

O chefe do Executivo estadual governa com o apoio da Assembleia Legislativa — composta por deputados estaduais responsáveis pela elaboração das leis locais. Em temas de alcance nacional, a atuação também envolve diálogo com a bancada federal do estado, formada por deputados federais e senadores.

Atualmente, o país conta com 27 governadores, um para cada UF (Unidade da Federação). No caso do Distrito Federal, o governador acumula atribuições que, em outras unidades federativas, cabem aos prefeitos, em razão das características específicas do DF.

Entre as responsabilidades centrais do governador está a segurança pública. Cabe a ele comandar as Polícias Civil e Militar, além de responder pela construção e administração de presídios.

O governador também exerce papel fundamental na administração das finanças do estado. É sua função controlar o orçamento estadual, gerenciar receitas e despesas e autorizar investimentos em áreas estratégicas.

Quando necessário, cabe ao chefe do Executivo estadual negociar e solicitar recursos ao governo federal para viabilizar projetos e políticas públicas.

Educação e saúde estão entre as obrigações permanentes do cargo. O governador deve garantir investimentos que assegurem o funcionamento da rede estadual de ensino — com destaque para o Ensino Médio — e dos serviços de saúde, respeitando as competências estabelecidas para os estados.

Outra atribuição relevante é a relação institucional com o Legislativo estadual. O governador pode sancionar ou vetar projetos de lei aprovados pelos deputados estaduais e também tem a prerrogativa de propor novas leis para debate na Assembleia Legislativa. Essas normas têm validade restrita ao território do estado.

Além disso, o chefe do Executivo estadual autoriza a realização de obras de interesse local, como rodovias estaduais e aeroportos, além de manter diálogo contínuo com prefeitos, buscando atender às demandas dos municípios e alinhar ações de governo.

Embora as funções do governador estejam previstas na Constituição, há avaliações de que o cargo opera, muitas vezes, com competências residuais, diante da concentração de atribuições no governo federal.

Com informações de João Scavacin

*Sob supervisão de João Ker

 

FONTE:CNN/BR

Lula é o mais votado entre brasileiros na Itália no 1º turno da eleição

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Somando Roma e Milão, petista obteve 53,02%, enquanto Flávio recebeu 37,83%

4 out
2026
– 21h30

(atualizado às 21h40)

Resumo
Lula venceu a eleição presidencial entre brasileiros na Itália no primeiro turno, liderando em Roma e Milão com 53,02% dos votos válidos, contra 37,83% de Flávio Bolsonaro e 3,23% de Augusto Cury. Em Milão, maior colégio eleitoral no país, o petista obteve 50,16%, enquanto na capital alcançou 57,65%, repetindo a liderança de 2022 em ambas as cidades. O pleito no território italiano, sétimo maior colégio eleitoral nacional no exterior, registrou uma expressiva abstenção geral de 68,85%.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, foi o mais votado entre os brasileiros que participaram do primeiro turno das eleições na Itália, realizado neste domingo (4).

O petista venceu nos dois locais de votação do país, Roma e Milão. Somados os resultados das duas cidades, Lula obteve 53,02% dos votos válidos, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) ficou em segundo lugar, com 37,83%. O escritor Augusto Cury terminou na terceira posição, com 3,23%.

Em Milão, maior colégio eleitoral brasileiro na Itália, Lula recebeu 50,16% dos votos válidos, contra 40,6% de Flávio.

Ao todo, 7.455 eleitores compareceram às urnas na cidade. Foram registrados 7.163 votos válidos, 157 votos em branco e 135 nulos. Dos 24.594 brasileiros aptos a votar em Milão, 17.139 não compareceram, o que corresponde a uma abstenção de 69,69%.

O desempenho de Lula em Milão ficou praticamente estável em relação ao primeiro turno de 2022. Na ocasião, o petista havia obtido 50,18% dos votos válidos.

Já na capital italiana, a vantagem de Lula foi maior. O candidato do PT recebeu 2.555 votos, correspondentes a 57,65%. Flávio Bolsonaro teve 1.478, ou 33,35%.

Lula também havia vencido em Roma no primeiro turno de 2022, quando recebeu 53,1% dos votos válidos.

Na “cidade eterna”, 4.616 eleitores compareceram às urnas. Foram contabilizados 4.432 votos válidos, 82 votos em branco e 102 nulos. Dos 14.153 brasileiros aptos a votar na capital italiana, 9.537 não compareceram, e a abstenção chegou a 67,39%.

No país como um todo, o índice de ausência foi de 68,85%. A Itália é a sétima nação do mundo com maior número de eleitores brasileiros residentes no exterior. 


FONTE:Terra

Neymar deixa para ir votar quase no fim do prazo: ‘Vim no melhor horário’

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Jogador foi às urnas com a camisa do Santos e compartilhou o momento nas redes sociais

4 out
2026
– 17h50

(atualizado às 17h53)

Neymar Jr. publicou nas redes sociais o momento em que foi votar nas eleições deste domingo, 4, em Santos, no litoral paulista. O jogador causou tumulto no local de votação. “Bem tranquilo ir votar”, escreveu o jogador.

Quiz eleitoral: faça o teste e descubra com qual programa presidencial de governo você mais se identifica

Neymar chegou na seção eleitoral perto do fim da votação, e ainda assim foi envolvido por aglomerações. “Vim no melhor horário. 16h30 da tarde, camisa do Peixão. Tamo junto”, comentou.

O jogador foi votar acompanhado do amigo Cris Guedes. “Fizemos o papel de cidadão brasileiro”, disse o jogador no vídeo publicado.




Neymar Jr brinca com tumulto causado ao votar em Santos (SP)

Foto: Reprodução/Instagram/neymarjr

FONTE:Google Notícias

Haddad diz que desejou boa sorte a Tarcísio e fez “críticas programáticas”

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Fernando Haddad (PT) ligou para o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) para lhe desejar “boa sorte” no novo mandato que iniciará em 2027, afirmou o ex-ministro da Fazenda em pronunciamento na noite deste domingo (4).

O contato ocorreu por volta das 19h11, segundo Haddad, poucos momentos antes de o incumbente do Palácio dos Bandeirantes ter sua reeleição confirmada.

Haddad tentou o governo estadual pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Com 93,9% das urnas apuradas, computava 36,33% dos votos válidos. Tarcísio pontuava 62,75%.

O ex-ministro disse ter feito “críticas programáticas” à campanha do oponente, mas ressaltou que seus apontamentos vieram de “pessoas que desejam o bem ao estado”.

“Na condição de oposição, fizemos um embate de alto nível, digno do povo paulista, que é trabalhador, correto, empreendedor… Um povo muito admirável. Penso que foi uma campanha que vai nos orgulhar sempre. Torno público o telefonema que dei, desejando o melhor para o estado”, enfatizou Haddad.

“Vamos nos colocar como oposição para melhorar da maneira mais construtiva a vida da nossa gente. Estamos aqui para tentar melhorar o Brasil, e sigo na luta pelas coisas que acredito, que tragam mais bem estar para as pessoas”, pontuou.

O petista enfatizou que “tudo indica que vamos ter uma luta pela frente”, em referência ao segundo turno que deve ser disputado entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) pelo Palácio do Planalto.

“Somos todos militantes, somos todos cidadãos, vamos seguir lutando por um Brasil melhor”, finalizou.

Haddad ainda usou o discurso para agradecer a militância do partido e o eleitor paulista, defendendo que “o Brasil consolida sua democracia cada vez mais”.

FONTE:CNN/BR

Jorge Jesus diz que não pedirá desculpas a Cristiano Ronaldo, mas ameniza: “Volta quando quiser”

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— Como não houve nada de especial em termos da minha autoridade, para mim, na próxima convocação, caso o Cris esteja jogando no Al Nassr, será convocável. Se ele quiser voltar, voltará. Só porque foi ele, criou-se, porque é um símbolo, o problema de aquecer e não entrar. Isso acontece com todos os jogadores. Quantos aqueceram hoje e não entraram? É sempre assim. O Cris é diferente porque é um símbolo, mas, para mim, não foi um problema. O Cris é que vai decidir

FONTE:Google Notícias