Poropópó de boas-vindas
Antes mesmo de a bola rolar, Seedorf já havia tido o primeiro contato com a Fiel. O treinador acompanhou o aquecimento dos jogadores no gramado e, depois, seguiu para o setor oeste, onde 12 cadeiras foram isoladas para recebê-lo. Uma equipe de segurança também permaneceu por perto durante todo o período.
A proteção, no entanto, não impediu a aproximação de Valentina, de 11 anos. Torcedora do Corinthians, a menina conseguiu chegar até o holandês e participar de um dos rituais mais conhecidos da torcida: o “poropópó” antes do início da partida.
Eu estava ali, aí ele chegou e começaram: ‘anima, anima, poropópó, poropópó, poropópó’. Aí eu só olhei pra ele, e o segurança, ele estava, assim, com a mão. Só que eu comecei o poropópó, aí o segurança deixou e eu fiquei lá, poropópó, poropópó. E ele é muito gente boa, é educado, muito esperto. Cada lance, que não foram lances tão bons no primeiro tempo, ele falava, ele escrevia. Ele é muito bom, uma educação que fiquei muito grata.
Valentina ao UOL, no intervalo da partida
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