“Poderíamos economizar a coletiva porque a história do jogo está aqui (mostrando as fotos). São dois cartões vermelhos claros. As dificuldades que tivemos depois, onze contra dez, podemos imaginar o que seriam cinquenta minutos onze contra nove. Portanto, devo limitar-me a abraçar meus jogadores, que deram tudo e fizeram um primeiro tempo com muita classe e personalidade”.
O comandante aproveitou também para cutucar os adversários. “Depois, quem deve estar feliz, obviamente além do pessoal do Atlético, porque levaram os pontos, é o comitê de designação arbitral”.
“Foi tudo muito estranho. A primeira coisa é que uma semana antes do jogo já sabia quem era o árbitro, quando, segundo me dizem, é 24 horas antes. Uma semana antes já conheciam o árbitro”. “O pobre veio aqui e não conseguiu lidar com a pressão, que eu chamo de pressão dos anos 80, que já se vê muito pouco hoje”.
Além das não expulsões do Atlético de Madrid, a comissão técnica do Real Madrid viu o zagueiro Dean Huijsen recebendo o cartão vermelho no início da segunda etapa. O defensor derrubou o argentino Giuliano Simeone dentro da área e o árbitro assinalou apenas o pênalti e cartão amarelo em um primeiro momento.
Após ser chamado pelo VAR, o árbitro alterou a marcação e deixou a equipe visitante com dez jogadores em campo. Na cobrança, o lateral-esquerdo Grimaldo converteu e abriu o placar no Riyadh Air Metropolitano. O canadense Jonathan David aumentou o placar pouco depois e o Real conseguiu descontar no final da partida com o zagueiro Rüdiger.
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