Ramón se encaixa nesse cenário não apenas por estar disponível no mercado, mas também porque ele e o filho Emiliano, que é auxiliar técnico, acompanharam o Corinthians em alguns jogos em São Paulo e na Argentina durante a disputa da Libertadores.
Ramón não é unanimidade
Ainda assim, Ramón Díaz não é unanimidade no departamento de futebol corintiano, liderado pelo executivo Marcelo Paz. O nome chegou a ser oferecido em outras situações, como após a demissão de Dorival Júnior, em abril, mas foi rejeitado pelos dirigentes na ocasião, justamente pela preferência por outras opções.
Outros nomes que circulam nas últimas semanas no Parque São Jorge não têm a mesma força. Luis Castro, que sempre agradou a alguns aliados de Stabile, passou a gerar desconfiança após o trabalho à frente do Grêmio.
Já Juan Pablo Vojvoda, que foi homem de confiança de Paz durante a passagem do executivo pela presidência do Fortaleza, é visto até por pessoas ligadas ao dirigente como um profissional com pouca experiência para assumir o Corinthians neste momento.
Pesam contra Vojvoda, nesse entendimento, os trabalhos recentes no Santos e no Racing, da Argentina, ambos considerados malsucedidos.
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