O caminho do Palmeiras até a final
O Palmeiras terminou a fase de grupos na segunda colocação do Grupo F, com 11 pontos, após três vitórias, dois empates e uma derrota. Nas oitavas de final, reencontrou o Cerro Porteño e avançou com vitória por 2 a 1 no placar agregado. Nas quartas, teve pela frente a LDU e viveu um dos momentos mais dramáticos da campanha: venceu por 1 a 0 em São Paulo, abriu 2 a 1 de vantagem em Quito, mas sofreu a virada por 3 a 2 nos acréscimos. Carlos Miguel defendeu duas cobranças na disputa de pênaltis e garantiu a classificação alviverde.
Na semifinal, o adversário foi o Fluminense. O time de Abel Ferreira venceu por 2 a 1 no Maracanã, mas perdeu por 1 a 0 no Nubank Parque. Novamente, a vaga foi decidida nos pênaltis, e Carlos Miguel voltou a ser decisivo ao defender a cobrança de Nonato. O Palmeiras venceu por 5 a 3 e garantiu presença em sua segunda final consecutiva de Libertadores.
O caminho do Estudiantes até a final
O Estudiantes também terminou a fase de grupos na segunda colocação, mas do Grupo A, com nove pontos, somando duas vitórias, três empates e uma derrota. Nas oitavas de final, a equipe argentina teve pela frente a Universidad Católica e avançou com tranquilidade, vencendo o confronto por 4 a 1 no placar agregado. Nas quartas, enfrentou o Corinthians e conseguiu a classificação em plena Neo Química Arena. Depois do empate no primeiro jogo, Alexis Castro marcou na reta final da partida de volta e garantiu a vitória por 1 a 0, que colocou os argentinos na semifinal.
O último obstáculo antes da decisão foi o Flamengo. O Estudiantes empatou por 0 a 0 nos dois confrontos e levou a disputa para os pênaltis. Mesmo com a expulsão de um jogador durante a partida de volta, no Maracanã, a equipe segurou o resultado e contou com o brilho do goleiro Muslera, que defendeu três cobranças. Os argentinos venceram por 3 a 2 e asseguraram a vaga na final da Libertadores.
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