Lavieri disse que, mesmo que a operação seja legal, a combinação de papéis e interesses entre Leila, seu marido José Roberto Lamacchia e o enteado Marcos Lamacchia cria ruído para o torcedor e para o mercado. Na leitura dele, a CBF deveria agir para evitar a sobreposição entre comando de clube e participação em outra SAF.
O colunista também tentou separar o debate institucional de uma posição “contra o Vasco”. Para ele, o clube tem tamanho para ser protagonista, mas a presença de Leila no negócio é um problema.
Tomara que o Vasco seja o clube que merece ser, só que não dá para ter Leila Pereira envolvida nisso. Se ela quer fazer parte dessa operação, que ela saia do Palmeiras. Ela tem mandato fixo até dezembro de 27, ela pode muito bem renunciar. Simples. Palmeiras não vai acabar sem ela.
Danilo Lavieri
Walter Casagrande disse que a questão central é a desconfiança que pode surgir em jogos de pontos corridos, em que um resultado afeta diretamente terceiros. Para ele, o problema não se limita a mata-mata e pode contaminar a credibilidade do campeonato.
Para mim, eu acho antiético completo. Não tem como fugir de um conflito de interesses. Em pontos corridos é delicadíssimo. Qualquer coisinha pode dar suspeita de um time facilitar para o outro. Qualquer coisa!
Walter Casagrande
Julio Gomes ampliou o debate ao comparar o tema com casos do futebol internacional e disse que o modelo de “multiclubes” chegou ao Brasil com atraso, mas agora exige regras. Ele argumentou que o risco maior aparece quando dois times com o mesmo controle disputam a mesma liga.
FONTE:Google Notícias



