Em 15 de junho de 2026, o Corinthians assinou uma confissão de dívida de R$ 38,1 milhões com o Renegociação Desportiva FIDC, fundo gerido pela Outfield Ventures.
O fundo assumiu o pagamento ao clube argentino. Em troca, o Corinthians se comprometeu a pagar 26 parcelas até 2028, com juros de 1,33% ao mês.
Como garantia, foram oferecidos recebíveis dos contratos com a BRAX, que explora as placas de publicidade da Neo Química Arena.
Eram R$ 232 milhões a vencer até 2029. Também foram dados em garantia R$ 4,9 milhões em recebíveis da patrocinadora Frimesa.
O Corinthians considera os pagamentos ao fundo, que começaram em junho deste ano, uma “dívida anterior ao RCE” e, por isso, desconta as parcelas do valor destinado aos credores do regime.
A Laspro questiona esse entendimento. Segundo a administradora, 62,6% do valor confessado estava ligado a um litígio ainda em discussão na CAS, a Corte Arbitral do Esporte, e na Fifa (Federação Internacional de Futebol) quando o RCE foi criado. Essa parcela, portanto, só teria virado dívida certa posteriormente.
FONTE:Google Notícias



