O termo, porém, não representa um acordo definitivo nem altera o valor da dívida neste momento. A assinatura abre caminho para o aprofundamento das conversas, que seguem sujeitas às exigências legais aplicáveis a uma instituição pública.
Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Boulos esteve presente e atuou na articulação para aproximar os envolvidos, coforme apurou o UOL. Também participaram do encontro: o presidente corintiano, Osmar Stabile, diretores do clube e integrantes da Caixa
A Gaviões da Fiel participou da reunião por meio de seu presidente, Alexandre Domênico Pereira, o Alê, e dos vice-presidentes Fabio de Oliveira Camara, o Fantasma, e Sergio Luis Lopes de Barros, o Serginho. Os representantes foram convidados por Boulos e pelo presidente da Caixa, Carlos Vieira, segundo apuração do UOL.
A participação da organizada amplia o número de interlocutores envolvidos nas discussões sobre o financiamento do estádio. A Gaviões acompanha a situação financeira da Arena. Antes, a torcida manteve uma campanha de arrecadação para ajudar a quitar a dívida.
Com o termo de confidencialidade, Corinthians e Caixa poderão aprofundar a análise de alternativas sem divulgar informações consideradas reservadas. As conversas envolvem as condições do financiamento e uma possível operação com os direitos de nomeação da Neo Química Arena.
O objetivo do clube é encontrar uma solução que permita reorganizar seus compromissos financeiros com o banco.
FONTE:Google Notícias



