“Amém, amém, amém, amém, amém”, repetiu Gabriel Bortoleto quando ouviu do UOL Esporte que poderia pontuar no GP da Cidade do México depois de ter cruzado a linha de chegada, pela sexta vez na temporada, na 11ª colocação, a primeira fora da zona de pontuação. “Pelo amor de Deus, décimo primeiro mil vezes já esse ano, não aguento mais!”
E, de fato, ele encerrou a sequência sem pontos, que vinha desde o GP da Bélgica, em julho: com as punições a Oscar Piastri por uma batida com Arvid Lindblad, e à dupla da Alpine, Franco Colapinto e Pierre Gasly, por infrações sob bandeira amarela, o brasileiro subiu para a oitava posição. E ultrapassou o companheiro Nico Hulkenberg.
Isso, em um fim de semana muito difícil para ele, que praticamente não andou nos treinos livres por conta de problemas no motor. E foi para a classificação e corrida sem muitas referências em uma pista particularmente desafiadora, por conta dos efeitos da altitude.
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