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Ataque russo deixa 35 feridos, incluindo 10 crianças, na Ucrânia
Um ataque russo deixou 35 pessoas feridas, incluindo 10 crianças, em um prédio residencial de Kharkiv, segunda maior cidade da Ucrânia, no nordeste do país, informou o prefeito Ihor Terekhov no Telegram nesta segunda-feira (28).
Imagens da Reuters mostraram equipes de resgate removendo os escombros do prédio residencial, que ficou gravemente danificado, enquanto paramédicos transportavam feridos para ambulâncias.
Yulia Baldzhy deixou seu apartamento danificado com o marido e os filhos, passando por cima de vidros quebrados.
Baldzhy, que é deslocada de Kramatorsk, disse que não fazia ideia do que faria em seguida.
Entenda a guerra na Ucrânia
A Rússia iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia em fevereiro de 2022 e detém atualmente cerca de um quinto do território do país vizinho.
Ainda em 2022, o presidente russo, Vladimir Putin, decretou a anexação de quatro regiões ucranianas: Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia.
Os russos avançam lentamente pelo leste e Moscou não dá sinais de abandonar seus principais objetivos de guerra. Enquanto isso, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, pressiona por um acordo de paz.
A Ucrânia tem realizado ataques cada vez mais ousados dentro da Rússia e diz que as operações visam destruir infraestrutura essencial do Exército russo.
O governo de Putin, por sua vez, intensificou os ataques aéreos, incluindo ofensivas com drones.
Os dois lados negam ter como alvo civis, mas milhares morreram no conflito, a grande maioria deles ucranianos.
Acredita-se também que milhares de soldados morreram na linha de frente, mas nenhum dos lados divulga números de baixas militares.
Os Estados Unidos afirmam que 1,2 milhão de pessoas ficaram feridas ou mortas na guerra.
FONTE:CNN/BR
Santa Cruz fica perto de acesso na Série C, e grupo de paulistas embola
A antepenúltima rodada dos quadrangulares de acesso da Série C chegou ao fim neste domingo, e nenhuma equipe garantiu a vaga na Série B. No entanto, o Santa Cruz está muito perto de voltar à 2ª divisão após 10 anos, enquanto o grupo que conta com Ferroviária e Inter de Limeira tem situação mais disputada.
O que aconteceu
O Santa Cruz podia ter garantido o acesso ontem. Mas o empate por 1 a 1 com o Floresta adiou a classificação.
Com isso, o Santinha ficou com 10 pontos no Grupo A e é seguido por Maringá (7), Floresta (4), e Botafogo-PB (1). Na fase de quadrangulares da Série C, os times jogam contra os rivais da mesma chave em turno e returno, e os dois melhores de cada grupo sobem. Os líderes de cada chave fazem a final para definir o campeão da competição.
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De bolsista a diretora: a volta à escola que mudou uma trajetória
Em 1986, uma menina de 13 anos começou a cursar a 6ª série no Colégio Santa Catarina, em Petrolina de Goiás. Quarenta anos depois, a aluna daquela sala — Zilma Regina Ribeiro Andrade — é a diretora do colégio. Ela concluiu o Magistério na escola em 1994 e ocupa a direção desde 2009. Da carteira à sala da diretoria, muitas emoções rolaram.
Falando à CNN Brasil, Zilma relembra o que a mãe disse ao escolher aquela escola: “Escolhi porque sabia que era uma escola que oferecia um ensino de qualidade, era uma escola de freiras e, principalmente, porque os professores não aceitavam bagunça nem falta de respeito.”
Mas havia outro detalhe que tornou aquela escolha possível: na época, parte da mensalidade era subsidiada. Bastava haver lugar e a família levar os documentos. Um convênio com a Secretaria Estadual de Educação ajudava a custear a escola, e os pais pagavam apenas uma taxa mensal meramente simbólica — no fim dessa prática, era R$ 20.
A história chama atenção porque vai na contramão de um padrão conhecido no Brasil: o de que filhos de pais com mais escolaridade têm maiores oportunidades. Quando alguém consegue avançar além do que seria esperado a partir da trajetória educacional da família, geralmente há uma escola no meio do caminho.
No caso de Zilma, a escola não foi só ponto de partida. Foi também o lugar para onde ela voltou quatro vezes, cada uma em um papel diferente, até chegar ao cargo que jamais imaginou ocupar.
Como uma ex-aluna conseguiu chegar à direção da escola?
Quando Zilma cursou o 2º grau, só havia duas formações técnicas possíveis: Magistério ou Contabilidade. Escolhendo a primeira, a jovem acabou confirmando sua vocação durante o estágio. Assim que se formou, foi contratada como professora pelo próprio colégio, onde lecionou de agosto a dezembro de 1995.
Por questões particulares, Zilma pediu desligamento da escola e passou a trabalhar como costureira, ofício herdado da família materna. Em 2002, as freiras da congregação mantenedora do colégio a chamaram de volta, mas ela precisou sair meses depois, pois dava aulas na rede municipal e cursava Pedagogia por um programa que exigia vínculo com a rede pública.
Em 2003, veio um novo convite, dessa vez para a coordenação pedagógica da educação infantil e dos anos iniciais, cargo que ocupou até 2007. Em 2009, assumiu a direção. “Sinceramente, jamais imaginei que me tornaria diretora. Sempre me enxerguei como professora”, diz.
Zilma atribui as idas e vindas — e o fato de sempre ter sido bem recebida de volta — ao ensino de qualidade e ao cuidado que sempre recebeu. “Entrei e saí da instituição algumas vezes e, ainda assim, as irmãs que administravam a escola continuaram acreditando no meu potencial”, conta. Ela se lembra de ser chamada para conversar quando problemas pessoais afetavam suas notas
O que a trajetória de Zilma diz sobre mobilidade social?
A história de Zilma vai além da ideia de que basta uma oportunidade para mudar um destino. Dados do Ipea mostram que a mobilidade educacional no Brasil ainda é menor que a de países desenvolvidos e em desenvolvimento, embora venha crescendo entre as gerações mais jovens.
Zilma viveu essa transição na prática: um estudo de 2019, publicado na Revista Brasileira de Economia, mostra que o peso da escolaridade dos pais sobre a dos filhos caiu desde os anos 1990, mas a mobilidade continua menor entre filhos de pais com pouca escolaridade.
A escola onde ela estudou ganhou uma nova cara — e Zilma estava na direção quando isso aconteceu. Hoje, dos cerca de 436 alunos, 382 têm bolsa integral do Cebas e oito, parcial — concedidas por edital, com comprovação de renda. Outros 42 têm bolsa de colaborador ou de liberalidade da instituição, e apenas quatro pagam mensalidade cheia.
A rede ainda não sabe quantas histórias desse tipo existem: diz que não acompanha os ex-alunos depois da formatura. Quarenta anos depois, muita coisa mudou. Na sua mesa, Zilma diz que algo importante permaneceu: “Realizo meu trabalho diariamente com o mesmo olhar que um dia recebi”, resume.
FONTE:CNN/BR
Messi faz gol de falta em ângulo impossível em derrota do Inter Miami; veja
O Inter Miami perdeu por 2 a 1 para o Columbus Crew, em pártida válida pela MLS, mas Lionel Messi anotou mais uma pintura jogando nos Estados Unidos. Veja o gol abaixo.
O que aconteceu
Aos 32 minutos do primeiro tempo, o camisa 10 garantiu o empate para o Inter Miami. Em uma falta cobrada perto da marca do escanteio, Messi arriscou e acertou um lindo chute na segunda trave do goleiro Schulte.
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O momento de começar a reposição hormonal pode fazer diferença para o coração
Uma das perguntas que mais aparecem quando se fala em terapia de reposição hormonal na menopausa é se faz bem ou mal ao coração. A resposta, como quase tudo que envolve menopausa, depende de contexto. E um novo estudo publicado na JAMA Internal Medicine traz uma nova e importante informação sobre isso: o momento em que a terapia hormonal é iniciada parece fazer diferença. A pesquisa analisou dados de 2.737 mulheres participantes do Study of Women’s Health Across the Nation (SWAN), acompanhadas por até duas décadas. Todas apresentavam sintomas como ondas de calor e suor noturno, não tinham doença cardiovascular no início da análise e nunca haviam usado terapia hormonal.
Entre as mulheres que começaram a terapia hormonal durante a perimenopausa ou no período próximo à menopausa, os pesquisadores estimaram uma redução de 22% no risco de eventos cardiovasculares, em comparação com as que não iniciaram o tratamento. Quando consideradas especificamente as mulheres que começaram a terapia até dez anos depois do início da menopausa, a redução estimada chegou a 27%. Para aquelas que iniciaram mais de dez anos depois, não houve uma redução clara do risco.
É aí que entra uma ideia que ganhou força nos últimos anos na discussão sobre terapia hormonal, a chamada “janela de oportunidade”. “Os resultados são interessantes porque mostram que não podemos olhar para a terapia hormonal de maneira isolada ou considerar que seus efeitos serão iguais para todas as mulheres. A idade, o momento da transição menopausal, os sintomas, os fatores de risco cardiovascular e o histórico clínico precisam fazer parte dessa decisão”, explica a ginecologista Ana Paula Fabricio.
Os autores da pesquisa ressaltam que os achados não devem ser usados para recomendar terapia hormonal com a finalidade de prevenir doenças cardiovasculares, uma vez que dizer que mulheres que iniciaram o tratamento apresentaram menor risco cardiovascular não é o mesmo que dizer que a terapia hormonal reduziu diretamente esse risco. Esse cuidado também ajuda a colocar o estudo no lugar certo dentro de uma discussão que já mudou bastante nos últimos anos. A ideia de que terapia hormonal é simplesmente “boa” ou “ruim” para a saúde não dá conta da complexidade do tratamento. A idade em que a mulher está, o tempo desde a menopausa, o tipo de terapia, a presença ou não de útero, os sintomas e o histórico individual precisam entrar nessa equação.
“A indicação continua sendo individualizada, principalmente para tratamento dos sintomas da menopausa, levando em consideração idade, tempo desde a menopausa, intensidade dos sintomas, histórico pessoal e familiar e fatores de risco”, diz a ginecologista. Para mulheres que estão passando pela transição menopausal e se perguntando se a terapia hormonal pode fazer sentido, a novidade não está em uma autorização para começar o tratamento. Está em uma informação que pode tornar a conversa com o médico mais precisa: quando se fala em terapia hormonal, o timing também faz diferença.
A menopausa e o coração
A queda dos níveis de estrogênio vem acompanhada, em algumas mulheres, de mudanças na composição corporal, colesterol, pressão arterial e metabolismo. Mas isso não quer dizer que a menopausa, sozinha, cause doença cardíaca, e sim que esse é um período importante para olhar para a saúde de maneira mais ampla.
“A menopausa não deve ser encarada apenas como uma fase marcada por ondas de calor ou alterações menstruais. É também uma fase importante para avaliar pressão arterial, colesterol, glicemia, composição corporal, atividade física, alimentação, tabagismo e histórico familiar, porque todos esses fatores interferem no risco cardiovascular”, afirma Ana Paula.
No Brasil, as doenças cardiovasculares continuam entre as principais causas de morte, o que torna essa atenção ainda mais relevante. E a própria transição menopausal pode ser um bom momento para rever hábitos, exames e fatores de risco que muitas vezes acabam ficando em segundo plano no cotidiano.
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827 candidatos seguem com situação indefinida às vésperas das eleições
A uma semana das eleições, 827 candidatos ainda não têm a situação de seus registros definidos pela Justiça Eleitoral, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Ao todo, foram apresentados 20.987 pedidos de registro de candidatura, dos quais 20.160 já foram julgados, sendo mais de 90% deferidos.
Entre os 827 registros que ainda não têm uma definição final estão candidaturas que ainda aguardam julgamento e casos que já foram analisados por tribunais regionais, mas tiveram a decisão contestada por meio de recurso que ainda não foi julgado pelo TSE.
Quando não há uma decisão definitiva até a data da eleição, o candidato pode disputar o pleito na condição de “sub judice”. Nessa situação, o candidato segue com permissão para ter acesso a verbas de campanha e aparece normalmente na urna eletrônica, podendo receber votos. No entanto, se a candidatura for indeferida ao final do processo, os votos recebidos pelo candidato serão anulados.
Entre os candidatos à Presidência da República, todos os registros já foram analisados. A única candidatura que não foi deferida é a de Pablo Marçal (PRTB), que teve o registro barrado por estar inelegível em razão de uma condenação relacionada às eleições de 2024.
Segundo o processo, o empresário promoveu a publicação em massa de vídeos curtos nas redes sociais mediante a promessa de prêmios em dinheiro aos produtores de conteúdo que obtivessem mais visualizações. A Justiça Eleitoral considerou que a conduta configurou uso indevido dos meios de comunicação social, abuso de poder econômico e captação e gastos ilícitos de recursos de campanha.
Após o indeferimento de Marçal, o PRTB indicou Leonardo Avalanche para disputar a Presidência em seu lugar. O registro de Avalanche é, entre as candidaturas presidenciais, o único que ainda aguarda definição.
Já entre os candidatos a deputado federal, 331 ainda têm situação pendente. No caso dos candidatos ao Senado, são 35 registros sem definição final.
Para os governos estaduais, 22 candidaturas ainda estão nessa situação. Entre elas está a de Dr. Furlan, candidato ao governo do Amapá. O julgamento de seu registro foi interrompido na semana passada após um pedido de vista do ministro André Mendonça, do TSE.
Furlan foi alvo de uma operação da Polícia Federal quando ainda era prefeito de Macapá e renunciou ao cargo para disputar o governo estadual. O Ministério Público Eleitoral sustenta, no entanto, que a renúncia teve como objetivo evitar um processo que poderia resultar em sua inelegibilidade. Por isso, o órgão defende que ele não possa concorrer ao governo.
Outro candidato a governador que ainda tem a situação pendente é Anthony Garotinho, que tenta vaga no Rio de Janeiro.
O registro de Garotinho foi indeferido pelo TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) no início deste mês. A Corte considerou que ele está inelegível em razão de condenações por improbidade administrativa envolvendo dano ao erário e enriquecimento ilícito de terceiros.
Garotinho recorreu da decisão no próprio TRE-RJ, e o recurso ainda aguarda julgamento. Por isso, o indeferimento ainda não é definitivo e pode ser alterado. Caso o tribunal mantenha a decisão, o candidato ainda poderá recorrer ao TSE.
FONTE:CNN/BR
Gramado do Maracanã supera desconfiança e escapa de críticas na NFL
Dak Prescott, por sua vez, disse que o campo estava ok, ainda que não totalmente de acordo com os mais altos padrões da NFL. O quarterback dos Cowboys ressaltou que até alguns estádios americanos enfrentam problemas com a superfície e mostrou confiança na evolução do Maracanã para os próximos anos – a liga de futebol americano, por contrato, ainda organizará pelo menos outras duas partidas de temporada regular no estádio.
FONTE:Google Notícias
Pare de comprar Rap10. Hoje você aprende a versão caseira
lanche de tortilha
Não há quem não goste de tortilhas. São saborosas, práticas e viram lanches e petiscos maravilhosos, porém são alimentos ultraprocessados e estão na lista dos piores produtos para consumir.
E se você aprender a fazer o seu “rap10” caseiro, feito somente com quatro ingredientes.
Tempo:
45 minutos
Rendimento:
4 a 6 tortilhas de tamanho médio/grande
Dificuldade:
Baixa
Os ingredientes e quantidades
Massa da tortilha
Em um recipiente, coloque 250g de farinha de trigo, acrescente uma pitada de sal, três colheres de sopa de óleo vegetal ou azeite e para finalizar, 180 ml de água morna colocada aos poucos.
Misture bem inicialmente no recipiente e transfira para uma bancada, sovando por 10 minutos até obter uma massa lisa e uniforme.
A tortilha
Tortilha
Depois de pronta a massa, embale em plástico filme e leve para a geladeira por 10 minutos para firmar.
Depois transfira para uma bancada, fracione em quatro, seis ou oito unidades e, com a ajuda de um rolo de macarrão, abra no formato de disco.
Se necessário, utilize mais farinha na bancada para evitar que a massa grude.
O processo de cocção
Na frigideira
Com os discos abertos, leve para uma frigideira quente – não é necessário untar – e deixe por aproximadamente três minutos de cada lado ou até que forme pequenas bolhas douradas na face em contato com a chapa.
Eu particularmente adoro estas tortilhas para fazer quesadillas mexicanas, minipizzas ou burritos, porém fiquei tentado a produzir um lanche diferente para minha namorada Márcia.
Transformando seu RAP10 em lanche diferente
Lanche de tortilha
Abra seu disco de tortilha em uma bancada, nas extremidades, enrole 3 linguiças finas. Pode ser de porco, de frango ou peru.
Nesta receita, usei linguiça de cordeiro.
Para que as linguiças fiquem presas, prenda com palitos, apoiados na própria bancada.
Recheio
Lanche de tortilha
Na parte interior recheie com o que você desejar.
Eu coloquei mussarela, presunto, finas rodelas de tomate e orégano.
Se desejar, coloque parmesão ralado ou uma boa filetada de azeite.
Hora de assar
Assando
Leve seu lanche para o forno ou airfryer em 180° por aproximadamente 10 minutos ou até que o queijo doure e a massa fique crocante.
Finalização
Finalização
Agora você pode comer inteiro, repartir ao meio ou na forma de iscas para petiscar.
Este lanche feito com tortilha é uma delícia e o melhor de tudo. Feito por você, 100% caseiro e sem conservantes.
Eu e Márcia nos acabamos nesta delícia.
E você vai fazer o seu quando?
Degustando o lanche
João Felippe é influencer no perfil @olhaqloko
no Instagram com mais de 2 milhões de seguidores. Por lá você acompanha mais receitas como esta.
FONTE:IG


