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Exportações de carne suína chegam a 1,2 milhão de toneladas até setembro

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As exportações brasileiras de carne suína se aproximaram de 1,2 milhão de toneladas entre janeiro e setembro de 2026, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume, que considera produtos in natura e processados, chegou a 1,192 milhão de toneladas, alta de 6,2% em relação às 1,122 milhão de toneladas embarcadas no mesmo período de 2025.

A receita acumulada, porém, avançou em ritmo mais lento. Foram US$ 2,737 bilhões nos nove primeiros meses do ano, alta de 1,3% ante os US$ 2,703 bilhões registrados no mesmo intervalo de 2025.

Em setembro, as exportações somaram 135 mil toneladas, queda de 11% na comparação anual. Em setembro de 2025, os embarques haviam alcançado 151,6 mil toneladas.

A receita também recuou. As vendas externas totalizaram US$ 289,3 milhões no mês, queda de 21,5% em relação aos US$ 368,4 milhões registrados um ano antes.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o resultado mensal foi influenciado por uma base elevada de comparação e pela pressão sobre os preços médios internacionais. Apesar disso, o desempenho acumulado permanece positivo.

“As médias mensais estão acima de 130 mil toneladas e o crescimento supera 6% em volume”, afirmou.

Japão e Chile ampliam compras

A composição dos embarques mostra avanço das vendas para alguns mercados importantes. As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em setembro, com 25,691 mil toneladas, mas registraram queda de 47,7% ante o mesmo mês de 2025.

O Japão aparece na sequência, com 15,916 mil toneladas, alta de 38,9%. Para o Chile, foram embarcadas 14,431 mil toneladas, aumento de 72%.

A China, tradicional mercado para a proteína brasileira, recebeu 11,418 mil toneladas, queda de 16,4%. Já os embarques para o Vietnã recuaram 23,2%, para 7,392 mil toneladas.

Outros mercados apresentaram forte crescimento. As vendas para a Argentina avançaram 73,8%, para 7,312 mil toneladas. Para a República Dominicana, os embarques cresceram 53,6%, alcançando 2,129 mil toneladas.

O Peru mais que dobrou as compras, com alta de 104,6%, para 1,054 mil toneladas. Para a África do Sul, o crescimento foi de 99,4%, totalizando 822 toneladas.

Outro destaque foi a Malásia, mercado recentemente aberto à carne suína brasileira, que importou 1,918 mil toneladas em setembro.

Para Santin, o avanço em mercados como Japão, Chile e Argentina, além da abertura da Malásia, mostra um movimento de diversificação das exportações brasileiras.

Santa Catarina lidera embarques

Entre os Estados exportadores, Santa Catarina manteve a liderança em setembro, com 64,479 mil toneladas embarcadas. O volume, no entanto, foi 11,4% inferior ao registrado no mesmo mês de 2025.

O Rio Grande do Sul ficou em segundo lugar, com 33,779 mil toneladas, queda de 5,5%. O Paraná aparece na terceira posição, com 22,737 mil toneladas, recuo de 10,1%.

Na sequência estão Mato Grosso, com 3,762 mil toneladas, queda de 3,7%, e Minas Gerais, que apresentou alta de 19,4%, para 3,477 mil toneladas.

Apesar da queda registrada em setembro, o desempenho acumulado até setembro mantém as exportações brasileiras de carne suína em trajetória positiva em 2026, com crescimento de volume superior ao avanço da receita.

FONTE:CNN/BR

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FONTE:Google Notícias

Demitida aos 59 anos, ela decidiu recomeçar na Antártida, onde divide o tempo entre a vida noturna e o trabalho sob neve constante

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May Lee era gerente de marketing e comunicação em uma gigante multinacional do setor de tecnologia. Ela trabalhou para a empresa por três décadas até que, por uma onda de demissões em massa em 2025, ficou desempregada.

Aos 59 anos, ela poderia tentar uma recolocação profissional na mesma área – mas, como contou à Business Insider, decidiu “experimentar algo completamente novo”.

Em seu relato publicado neste mês, Lee compartilhou por que decidiu aceitar um emprego temporário na Antártida, como acabou se apaixonando pela rotina num local eternamente congelado, e seus planos para voltar em um novo cargo em 2027.

Cinco meses numa estação científica da Antártida

A Estação McMurdo é a maior base científica do continente mais ao sul do planeta. Ela funciona como centro logístico e de estudos para os Estados Unidos e opera de forma sazonal, com mais trabalhadores no verão e um contingente reduzido no inverno.

Essa diferença ocorre porque as temperaturas, que chegam a 8 °C nos meses mais quentes, ficam até 50 °C abaixo de zero durante seis meses por ano. Ao mesmo tempo, a população local precisa lidar com até quatro meses de noite perpétua e outros quatro em que o sol nunca se põe.

As condições climáticas extremas fazem com que muitos dos contratos em McMurdo sejam temporários. Por isso, o trabalho de May Lee na Antártida dura apenas cinco meses por ano.

Do Vale do Silício ao extremo sul da Terra

Filha de pai taiwanês, nascida no Tennessee e formada em ciência da computação, Lee começou no mercado de trabalho como engenheira de software. Ela escalou a pirâmide da empresa até chegar à gerência de marketing e comunicação. Mas quando decidiu trabalhar na base científica da Antártida, seu papel era bem diferente.

Como técnica de suprimentos de tecnologia e comunicação em McMurdo, ela acordava às 6h30 e começava a trabalhar uma hora depois, de segunda a sábado. Ela andava a pé sobre solo congelado coberto por grossas camadas de neve, já que veículos costumam ser reservados para exploração e transporte de carga.

Seu expediente consistia em distribuir os equipamentos necessários para cada setor, fazer inventário e receber os suprimentos que chegavam em aeronaves até a base. Ela passou a operar uma empilhadeira – uma função muito distante de sua experiência como profissional de tecnologia e marketing.

Rotina abaixo de zero

May faz suas refeições na cafeteria da estação. Por alguns meses, os trabalhadores têm acesso a comida fresca, como ovos, frutas e hortaliças trazidas por via aérea dos Estados Unidos. Quando o clima esfria, a base da alimentação passa a ser suprimentos congelados.

O expediente acaba às 17h30, mas a população raramente se recolhe neste horário. Lee conta que a vida noturna na Antártida é agitada, com festivais, aulas de arte manual, palestras de ciência e até baladas. Nos meses em que o Sol não se põe, fica mais fácil sair de uma festa às 2h da madrugada e ir para a casa à luz do dia.

No tempo livre, a americana começou a trabalhar como voluntária em uma biblioteca, onde virou locutora e produtora de seu próprio programa de rádio. No “Ms. Purple!! 80’s on the 8”, na Ice Radio, ela toca hits da década de 1980 para embalar as noites frias.

Este período como voluntária ajudou May a conseguir seu segundo cargo na Estação McMurdo, para o qual ela está se preparando atualmente. A ex-engenheira de software vai trabalhar como engenheira de transmissão, cuidando dos equipamentos e sistemas de rádio e televisão.

FONTE: Google

Por que os Estados Unidos não usam urna eletrônica como o Brasil?

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O eleitor brasileiro, habituado com as urnas eletrônicas, costuma estranhar o uso do voto em papel nos Estados Unidos. O sistema eletrônico até é usado pelos americanos, mas como um complemento às cédulas impressas.

Em parte, porque nos EUA não há uma entidade central que organize as eleições em todo o território, como faz o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no Brasil, e cada estado decide que sistema usar. Em outra, questões culturais explicam por que a urna eletrônica ainda não se popularizou no país.

No dia 3 de novembro, acontecem as Eleições de Meio de Mandato, quando americanos poderão escolher novos representantes para a Câmara e o Senado.

Saiba de que formas eles podem votar e por que a cédula de papel ainda domina as seções eleitorais:

Como os americanos votam?

É possível votar de três maneiras diferentes nos EUA: pelo correio, quando existe uma justificativa; antecipadamente, também para evitar concentração de eleitores nas seções; e presencialmente, no dia oficial da eleição.

Quase todas as cédulas nos EUA já são contadas usando computador, segundo o laboratório de estudos de eleições do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). 

O método mais popular é o do scanner óptico, que lê cédulas de papel e contabiliza os resultados.

Alguns distritos já utilizam diretamente a urna eletrônica, mas em menor proporção. Nesses casos, elas ainda têm um “sistema de auditoria em papel verificável”, que imprime as escolhas feitas pelo eleitor e é retido no local para evitar compra de votos. 

A EAC (Comissão de Assistência Eleitoral dos EUA) defende que o papel fornece um registro independente.

“Ele existe à parte do software de qualquer sistema e oferece às autoridades um meio de conferir a apuração com absoluta segurança, por meio de auditorias e recontagens após a eleição.” 

Segundo a Pesquisa de Administração Eleitoral e Votação de 2024 da entidade, mais de 98% das jurisdições utilizam atualmente cédulas de papel ou sistemas com registro em papel verificado pelo eleitor, uma proporção que “continua a crescer”. 

Por que é tão diferente? Descentralização explica

A falta de uma organização central para as eleições reflete uma tradição anterior à votação eletrônica.

A Constituição americana determina que os 50 estados controlem os horários, locais e a condução das eleições. As zonas de voto são ainda menores, separadas em distritos. 

Os equipamentos de votação são selecionados pelas jurisdições locais (principalmente condados e cidades) ou pelo próprio estado. 

“Muitos especialistas em segurança eleitoral também consideram essa diversidade de sistemas uma vantagem de segurança, uma vez que não existe um ponto único de falha em âmbito nacional”, afirmou uma porta-voz da EAC (Comissão de Assistência Eleitoral dos EUA) à CNN Brasil. 

A entidade, ligada ao governo federal americano, não administra eleições nem determina o uso de qualquer sistema específico – apenas cria diretrizes voluntárias.

Americanos não confiam no sistema eletrônico

Nos anos 1970 e 1980, diferentes modelos de urna eletrônica foram testados nos Estados Unidos como complemento ao voto de papel.

Mas uma desconfiança sobre o sistema cresceu na eleição presidencial de 2000, disputada entre o republicano George W. Bush – que levou a vitória – e o democrata Al Gore.

Uma recontagem de cerca de 600 votos em um condado da Flórida expôs os problemas das antigas máquinas de cartão perfurado. O resultado no estado era decisivo para determinar quem ocuparia a Casa Branca no ano seguinte.

Por causa de fragmentos de papel que ficavam presos às cédulas, equipamentos ignoraram as marcações e leram votos válidos como “em branco”, levando a um processo judicial e a um pedido de auditoria que levantou a falta de confiança nos sistemas computadorizados.

Em resposta, o Congresso aprovou, em 2002, o HAVA (Help America Vote Act), que modernizou os equipamentos e estabeleceu padrões para os sistemas de votação.

Para especialistas do MIT, a mudança acelerou a substituição das máquinas antigas e contribuiu para a expansão das DREs, equipamentos que registravam os votos eletronicamente.

Por outro lado, a controvérsia em torno das DREs cresceu nos anos seguintes e contribuiu para a adoção de sistemas que mantêm um registro físico do voto, permitindo auditorias e recontagens.

Parte das barreiras para um modelo similar ao brasileiro inclui a confiança do eleitorado e de grupos políticos, além da necessidade de adaptação, dizem especialistas. 

É o que mostra uma pesquisa conduzida pelo NIST (Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia, na sigla em inglês) que mapeou as perspectivas de especialistas sobre sistemas de votação eletrônicos criptografados de ponta a ponta em 2026.

As respostas ainda mostram que “de modo geral, os participantes reconheceram que a viabilidade da adoção em larga escala do modelo depende não apenas da robustez e segurança da tecnologia, mas também da consideração das questões humanas.”

 

FONTE:CNN/BR

Jogo do Corinthians hoje pelo Brasileirão: que horas começa e onde assistir

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O Internacional conta com a estreia de Eduardo Baptista para buscar os três pontos. O Colorado está na zona do rebaixamento e perdeu para o São Paulo na última rodada.

Já o Corinthians enfrenta momento de crise e vem de seis derrotas consecutivas no Brasileirão. Pressionado, Fernando Diniz volta a contar com Yuri Alberto para buscar os três pontos e se afastar da zona do rebaixamento.

Internacional x Corinthians – Brasileirão

Data e hora: 7 de outubro, às 19h30 (Brasília)

Local: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)

Transmissão: Record, CazéTV e Premiere

FONTE:Google Notícias

Após convocar eleições, governo da Espanha relança decretos de moradia

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Sánchez reeditou pacotes de medidas para tentar conter crise habitacional

Resumo
Após antecipar as eleições gerais para novembro devido à rejeição parlamentar de suas propostas, o premiê espanhol Pedro Sánchez reapresentará decretos com 21 medidas contra a crise habitacional. O plano inclui 280 milhões de euros para habitação, empréstimos sem juros e benefícios fiscais a proprietários para frear a especulação e proteger famílias vulneráveis. Paralelamente, Sánchez defendeu a anistia a líderes catalães em prol da convivência e garantiu a lisura do voto por correio.

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, anunciou na última terça-feira (6) que seu governo não abandonará a população diante da crise habitacional e anunciou que apresentará novamente ao Congresso dois decretos-lei com 21 medidas para enfrentar o problema.

    Os dois decretos serão debatidos no Parlamento por uma comissão especial, e não pelo plenário dos 350 deputados, que já os haviam rejeitado na sexta-feira passada, fato que levou Sánchez a antecipar as eleições gerais para o próximo dia 29 de novembro.

    As medidas autorizadas pela administração progressista incluem muitas das disposições presentes nos dois decretos rejeitados com os votos do Partido Popular (PP), do Vox e da legenda independentista catalão Junts.

    Entre as iniciativas estão ações para ampliar a oferta de moradias, facilitar o acesso à casa própria e aos aluguéis e proteger famílias em situação de vulnerabilidade.

    “É imperativo intervir no mercado imobiliário”, declarou Sánchez, durante uma coletiva de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros.

    Segundo ele, os preços e a dinâmica do setor “foram muito além” do que poderia ser explicado pela relação entre oferta e demanda.

    “Este governo não deixa as pessoas abandonadas; não permitiremos mais despejos”, afirmou o premiê espanhol, citando como exemplo o caso envolvendo a idosa identificada como Maricarmen Abascal, de 87 anos.

    Em seu discurso, Sánchez também pediu aos grupos parlamentares que aprovem os novos textos e afirmou que o Executivo continuará trabalhando até as eleições. “Não estamos falando de uma questão ideológica, mas de humanidade e puro bom senso”, disse.

    Entre as medidas anunciadas estão a destinação de 280 milhões de euros para a construção de moradias e a retomada de um empréstimo sem juros de até 50 mil euros para a compra da primeira casa.

    O pacote também prevê incentivos fiscais para pequenos proprietários que disponibilizem imóveis para aluguel, com o objetivo de ampliar a oferta sem sobrecarregar os donos de imóveis.

    O governo pretende ainda combater a especulação imobiliária e proteger grupos vulneráveis. Já a proposta de prorrogar por dois anos os contratos de aluguel, com limites para reajustes, foi transferida para outro decreto e enfrenta maior incerteza devido à falta de apoio de diferentes grupos parlamentares.

    Na mesma coletiva, Sánchez defendeu a decisão do Tribunal Constitucional relacionada à anistia de líderes pró-independência catalães condenados por peculato. A decisão abriu caminho para a revogação do mandado de prisão contra o ex-governador da Catalunha Carles Puigdemont.

    Segundo o premiê espanhol, a medida contribui para a “convivência” e para a coesão territorial da Espanha.

    Sánchez afirmou ainda que seu governo não tomou decisões sobre indultos e anistia para beneficiar um partido ou político específico, mas com o objetivo de reduzir as tensões na sociedade catalã.

    Ele também criticou a atuação do governo conservador de Mariano Rajoy durante a crise separatista de 2017, afirmando que a mensagem de convivência foi então prejudicada pela “incompetência” de quem estava no poder.

    Sánchez também procurou tranquilizar os eleitores diante das suspeitas levantadas por setores da oposição sobre o voto por correio nas eleições de novembro.

    O primeiro-ministro afirmou que os cidadãos podem votar “com total tranquilidade”, pois o sistema eleitoral espanhol conta com “salvaguardas robustas”.

    Por fim, lembrou que o voto postal é um direito utilizado há muitos anos e criticou o fato de estar sendo questionado justamente por aqueles que dizem ter certeza de que vencerão as eleições. .

FONTE:Terra

39 receitas inclusivas para não deixar ninguém de fora na ceia

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O Natal é época de reunir quem a gente ama em volta da mesa, e nada melhor do que ter opções para todo mundo aproveitar a ceia junto. Pensando nisso, reunimos receitas natalinas sem glúten, sem lactose e sem carne, com entradas, pratos principais, acompanhamentos e sobremesas para diferentes necessidades e preferências. Assim, fica mais fácil montar uma mesa variada, saborosa e inclusiva, sem deixar de lado aquele clima especial e gostoso das festas de fim de ano.

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Vá direto ao tipo de receita que você procura:

Sem glúten

Colorida e cheia de sabor, essa caponata é uma ótima escolha para deixar a ceia de Natal mais variada e acolhedora. Com legumes bem temperados e uma textura deliciosa, pode ser servida como entrada ou acompanhamento, trazendo leveza e muito sabor para a mesa.

Com um toque agridoce e refrescante, esse patê de abacaxi traz uma combinação diferente e saborosa para a ceia de Natal. É uma opção leve para variar as entradas da mesa e surpreender os convidados com uma receita que equilibra doçura e cremosidade.

Clássico das festas de fim de ano, o tender bolinha deixa a ceia de Natal ainda mais especial com seu sabor marcante e preparo prático. É uma opção versátil para servir como prato principal e reunir diferentes gostos em torno da mesa.

Suculento e cheio de sabor, o lombo na panela de pressão é uma alternativa prática para compor a ceia de Natal. O preparo resulta em uma carne macia e bem temperada, perfeita para servir em família e tornar a celebração ainda mais saborosa.

Dourado por fora, suculento por dentro e cheio de sabor, o pernil assado é uma escolha que combina com o clima festivo do Natal. Uma receita caprichada para reunir a família ao redor da mesa e deixar a ceia ainda mais especial.

Colorido e cheio de sabor, o arroz à grega é aquele acompanhamento que ajuda a deixar a ceia de Natal mais completa e festiva. Com ingredientes simples e uma combinação que agrada a diferentes paladares, ele traz variedade e cor para a mesa.

Crocante, saborosa e bem temperada, essa farofa de linguiça é uma opção que combina perfeitamente com a mesa natalina. Seu sabor marcante ajuda a complementar os pratos principais e traz aquele toque caseiro que não pode faltar em uma ceia especial.

Fresca, colorida e cheia de sabor, essa salada é uma ótima pedida para equilibrar a mesa da ceia. Com uma combinação leve e festiva, traz variedade ao cardápio e agrada quem prefere opções mais frescas para celebrar o Natal.

Cremoso, colorido e cheio de sabor, o salpicão de frango é um clássico que não pode faltar na ceia de Natal. Para deixar tudo ainda mais gostoso e manter a receita dentro da proposta da lista, finalize com batata palha sem glúten para dar aquela crocância especial.

Cremoso, gostoso e super prático, o fricassê de frango combina muito com a ceia de Natal. Para deixar o prato completo e bem crocante, finalize com batata palha sem glúten e sirva para todo mundo aproveitar!

Saboroso, docinho e cheio de morangos, esse pavê é uma sobremesa que combina com o clima gostoso do Natal. Perfeito para fechar a ceia com chave de ouro, ele traz uma combinação clássica de sabores que agrada a família toda.

Cremoso, lisinho e com aquela calda de caramelo irresistível, o pudim é uma sobremesa que combina com qualquer ceia de Natal. É simples, clássico e perfeito para fechar a mesa com um doce que todo mundo adora.

Leve, colorida e refrescante, essa salada de frutas é uma ótima opção para trazer um toque mais fresco à ceia de Natal. O azedinho do maracujá combina com as frutas e deixa a sobremesa ainda mais gostosa para fechar a noite.

Sem lactose

Crocante, saborosa e fácil de fazer, a bruschetta é uma ótima pedida para abrir a ceia de Natal. Você pode servir com tomate e manjericão, ou variar com cogumelos e ervas, criando uma entrada gostosa para todo mundo aproveitar.

Crocantes, levinhos e com um docinho natural, os chips de maçã são uma opção diferente para servir na ceia de Natal. Ficam ótimos como petisco ou para acompanhar outras frutas, e ainda podem ganhar um toque de canela para deixar o clima natalino ainda mais gostoso.

O lombo com abacaxi fica suculento, douradinho e com aquele contraste gostoso entre o salgado e o adocicado. Para a ceia de Natal, sirva com arroz com castanhas e uma salada colorida, criando uma combinação caprichada e sem lactose.

Com uma cobertura douradinha, docinha e cheia de sabor, esse tender é a cara da ceia de Natal. Fica ótimo servido com frutas assadas, arroz com castanhas ou uma salada fresca, deixando a mesa variada e cheia de opções para todo mundo.

Macio, suculento e cheio de sabor, esse bacalhau é uma ótima opção para variar a ceia de Natal. Sirva com batatas douradas, legumes assados ou uma salada fresca para montar um prato bonito, leve e cheio de sabor.

Colorido, soltinho e cheio de sabor, esse arroz tem tudo a ver com a ceia de Natal. Ele fica ótimo ao lado de carnes assadas, tender ou bacalhau, trazendo mais cor e variedade para a mesa e agradando a família toda.

Crocante, bem temperadinha e cheia de sabor, essa farofa é daquelas que deixam a ceia de Natal ainda mais gostosa. Com bacon e uvas-passas, combina super bem com carnes assadas, tender e pernil, trazendo aquele toque especial para a mesa.

Fresquinha, colorida e cheia de sabores, essa salada tropical é perfeita para deixar a ceia de Natal mais leve e variada. Fica uma delícia com frutas frescas, folhas e um molho bem temperado, além de combinar super bem com carnes assadas e outros pratos da ceia.

Cremoso, colorido e cheio de sabor, o salpicão de bacalhau é uma ótima pedida para a ceia de Natal. Sirva geladinho com muita batata palha por cima para dar aquela crocância, deixando a mesa ainda mais caprichada e inclusiva.

Cremosa, colorida e com gostinho de comida de festa, a salada de maionese combina muito com a ceia de Natal. Para manter a receita sem lactose, escolha uma maionese adequada e sirva bem geladinha ao lado de carnes assadas, tender ou pernil.

Cremoso, lisinho e com aquela calda de caramelo que todo mundo ama, esse pudim é uma ótima sobremesa para a ceia de Natal. Sirva bem geladinho e, se quiser, finalize com frutas vermelhas para trazer mais cor e um toque especial à mesa.

Levinha, cremosa e com aquele azedinho delicioso, essa mousse é uma ótima opção para fechar a ceia de Natal. Sirva bem geladinha e decore com sementes de maracujá ou frutas vermelhas para deixar a sobremesa ainda mais bonita e festiva.

Macio, delicado e bem docinho, o papo de anjo é uma sobremesa tradicional que combina com uma ceia de Natal cheia de sabor. Sirva geladinho em porções individuais e, se quiser, finalize com raspinhas de laranja para trazer um toque cítrico e deixar a apresentação ainda mais bonita.

Sem carne

Crocante por fora e cheia de sabor por cima, essa brusqueta de cogumelo é uma ótima opção para variar a ceia de Natal. O recheio fica bem temperadinho e combina com ervas frescas, tomate-cereja ou um fio de azeite para deixar a entrada ainda mais gostosa.

Cremoso e fácil de preparar, o patê de ricota é uma opção gostosa para deixar a ceia mais variada. Sirva com torradas, legumes frescos ou vegetais assados e monte uma entrada caprichada para todo mundo aproveitar.

Com muito sabor e com uma textura deliciosa, esse quibe de forno é uma ótima opção para quem não come carne na ceia de Natal. Sirva com uma salada colorida, legumes assados ou um molho de ervas para deixar o prato ainda mais gostoso e completo.

Cheia de sabor e muito bem temperada, a bolonhesa de lentilha é uma ótima maneira de incluir uma opção sem carne na ceia de Natal. Sirva com uma massa, polenta cremosa ou arroz e finalize com ervas frescas para deixar o prato ainda mais especial.

Desfiadinha e cheia de sabor, a carne de jaca é uma ótima escolha para trazer uma opção sem carne para a ceia de Natal. Dá para servir como recheio de tortas e sanduíches ou acompanhar arroz, farofa e saladas, deixando a mesa mais variada.

Colorido, soltinho e cheio de ingredientes gostosos, esse arroz deixa a ceia de Natal ainda mais especial. Fica ótimo ao lado de quibe de forno, legumes assados ou outras receitas vegetarianas, trazendo bastante sabor e variedade para a mesa.

Docinha na medida certa, crocante e saborosa, essa farofa de banana traz um toque diferente para a ceia de Natal. Fica uma delícia com arroz, e acompanha muito bem legumes assados e outros pratos vegetarianos.

Colorida, fresquinha e cheia de sabores, essa salada tropical tem tudo a ver com uma ceia de Natal mais leve e variada. As frutas dão um toque especial ao prato, que fica ótimo ao lado de quibe, arroz, legumes assados e outros preparos típicos do Natal.

Cremoso, colorido e cheio de sabor, esse salpicão é uma ótima opção para quem não come carne aproveitar a ceia de Natal. Sirva bem geladinho e finalize com batata palha para dar aquela crocância gostosa e deixar o prato ainda mais especial.

Colorido, aromático e cheio de legumes, o ratatouille é uma opção deliciosa para deixar a ceia mais variada. Sirva quentinho com arroz, farofa ou uma salada fresca e tenha um prato vegetariano caprichado para compartilhar.

Docinho, dourado e com um aroma delicioso, o abacaxi assado é uma opção simples para deixar a ceia de Natal ainda mais gostosa. Sirva quentinho como sobremesa ou acompanhamento e, se quiser, finalize com canela para trazer aquele toque especial de Natal.

Cremosa, colorida e cheia de morangos, essa torta é perfeita para fechar a ceia de Natal com um toque especial. Além de linda na mesa, é uma sobremesa gostosa para compartilhar e mostrar que uma ceia sem carne e derivados também pode ter doces incríveis.

Cremosa, chocolatuda e fácil de preparar, essa mousse é uma ótima escolha para trazer um docinho após a refeição. Sirva em taças individuais e finalize com frutas vermelhas ou raspas de chocolate para deixar a sobremesa ainda mais bonita e com cara de festa.

Agora é só escolher as receitas que mais combinam com a sua ceia e colocar a mão na massa! Com opções variadas e cheias de sabor, dá para montar uma mesa bonita, gostosa e pensada para receber todo mundo com carinho. Aproveite as ideias, combine os pratos do seu jeito e deixe o Natal ainda mais especial, saboroso e cheio de bons momentos ao redor da mesa! Se você busca receitas leves e adaptáveis para a ceia, confira também a nossa lista de receitas light para a ceia e aproveite o Natal de forma leve e saudável!

FONTE:Receiteria

União Brasil e PP confirmam “apoio incondicional” a Flávio Bolsonaro

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Integrantes da federação União Progressista, formada por União Brasil e PP,  confirmaram nesta quarta-feira (7) que darão “apoio incondicional” para Flávio Bolsonaro (PL) na disputa do segundo turno das eleições presidenciais.

Parlamentares dos dois partidos se reuniram nesta manhã com o candidato do PL. Na terça-feira (6), as bancadas de cada partido tiveram reuniões para debater o endosso à candidatura do senador e decidiram dar o apoio formal ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Estamos aqui, a federação União Progressista, o Progressistas e o partido União, juntos, para trazer nosso apoio incondicional ao Flávio Bolsonaro, nosso futuro presidente”, disse a líder do PP no Senado e ex-ministra do governo Bolsonaro, a senadora Tereza Cristina (PP-MS).

Segundo a senadora, a decisão dos partidos representa uma “união de forças da direita” no país.

“Fechamos questão de apoio ao presidente Flávio Bolsonaro. Então, Flávio, aqui está a política e você pode ter certeza que nós agora, cada um de nós, vai voltar para os nossos estados e a campanha continua para que seja vencedor agora no dia 25 de outubro. Estamos juntos, aqui é uma demonstração de união de forças da direita, do centro-direita do Brasil a favor de Flávio Bolsonaro”, disse a senadora da Tereza Cristina (PP-MS).

Em atualização.

 

FONTE:CNN/BR

Brasil perde uma posição no ranking da Fifa; confira

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A Seleção Brasileira perdeu uma posição no ranking da Fifa após a primeira Data Fifa depois da Copa do Mundo de 2026. Mesmo sem perder durante a janela internacional, o Brasil deixou o quinto lugar e agora aparece na sexta colocação.

A equipe comandada por Carlo Ancelotti empatou e venceu a Austrália, além de golear a Índia. No entanto, os resultados tiveram pouco impacto na pontuação da Seleção por conta do nível dos adversários enfrentados.

Com isso, Portugal aproveitou a sequência positiva na Liga das Nações da Uefa para ultrapassar o Brasil. Os portugueses venceram os quatro compromissos disputados na Data Fifa, contra Noruega, Dinamarca e País de Gales, e subiram duas posições na classificação.

A liderança do ranking permanece com a Espanha. A seleção espanhola é seguida por Argentina, França e Inglaterra, que também mantiveram suas posições no top 4.

Além de Portugal, Marrocos também ficou à frente do Brasil na atualização, enquanto Bélgica, Holanda e México completam as dez primeiras posições.

Ranking da Fifa — top 10

  1. Espanha
  2. Argentina
  3. França
  4. Inglaterra
  5. Portugal
  6. Brasil
  7. Marrocos
  8. Bélgica
  9. Holanda
  10. México

Após a Superdata Fifa, que teve duração de aproximadamente duas semanas e meia, as seleções terão cerca de um mês de intervalo até a próxima janela internacional.

FONTE: cartacapital

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FONTE:Google Notícias