A ESPN alcançou uma de suas maiores audiências de 2026 com a transmissão exclusiva da classificação do Flamengo para as semifinais da Copa Libertadores. A novidade supera até o reality A Fazenda 18, que era exibido no mesmo horário pela Record. Recorde do canal por assinatura O empate por 1 a 1 com o Independiente […]
Resumo A ESPN registrou uma de suas maiores audiências de 2026 com a classificação do Flamengo na Libertadores, alcançando 10 pontos de média no Ibope da TV paga. A transmissão exclusiva superou emissoras abertas como o SBT e a Record, vencendo o reality A Fazenda 18 e ficando atrás apenas da Globo na faixa horária. O canal liderou a TV por assinatura e projeta índices ainda maiores para as semifinais exclusivas entre Flamengo e Estudiantes, marcadas para outubro.
A ESPN alcançou uma de suas maiores audiências de 2026 com a transmissão exclusiva da classificação do Flamengo para as semifinais da Copa Libertadores.
Libertadores passa A Fazenda 2026 (Imagem: Divulgação – Conmebol – Record / Montagem – RD1)
Foto: RD1 / RD1
A novidade supera até o reality A Fazenda 18, que era exibido no mesmo horário pela Record.
Recorde do canal por assinatura
O empate por 1 a 1 com o Independiente del Valle, na quinta-feira (17), registrou média de 10 pontos no Ibope PNT da TV por assinatura, com pico de 10,5 pontos.
A partida foi narrada por Rogério Vaughan, com comentários de Paulo Calçade e Zinho, e liderou entre todos os canais pagos durante sua exibição.
Os dados foram obtidos pela coluna Outro Canal, da Folha de S.Paulo.
Atrás apenas da Globo
Considerando também o universo das TVs abertas, a ESPN ficou atrás apenas da Globo na faixa das 21h30 às 23h30, período em que a bola rolou.
O canal esportivo da Disney superou a Record, que exibia A Fazenda 18, e o SBT, que mostrava o Programa do Ratinho e A Praça é Nossa.
Expectativa para as semifinais
A expectativa da ESPN é superar este número nas próximas rodadas: o canal vai exibir com exclusividade, nos dias 15 e 22 de outubro, o confronto entre Flamengo e Estudiantes (ARG) por uma vaga na final da Libertadores.
Legenda da foto, Jornalista americano Jon Lee Anderson acredita que haverá ações militares diretas dos EUA em diferentes países contra o narcotráficoArticle Information
Author, João Caminoto
Role, De Paris para a BBC News Brasil
Published
Tempo de leitura: 9 min
Para o jornalista Jon Lee Anderson — um dos mais experientes repórteres americanos em coberturas sobre a América Latina — o maior dano à democracia hoje é feito e “liderado por ninguém menos que Donald Trump, o presidente dos Estados Unidos”.
Nesta segunda parte da entrevista do jornalista à BBC News Brasil, Anderson fala sobre os perigos que o continente americano enfrenta com Trump à frente da Casa Branca, na sua opinião.
O jornalista diz que todo o continente americano vive em uma espécie de limbo — por causa da “dinâmica de um homem que chegou à Casa Branca e efetivamente colocou a própria personalidade e os próprios interesses à frente dos da nação”.
“A próxima coisa que veremos é ação militar americana direta em diferentes países, supostamente contra o narcotráfico. Tudo isso é preocupante em termos do respeito à soberania entre as nações.”
Anderson diz que não é só o Brasil que está sob ameaça constante de Trump.
“Até o Canadá está sendo tratado como se fosse a Coreia do Norte.”
Ele diz que esse estilo de Trump está moldando líderes no continente — muitos deles em busca da aprovação do presidente americano.
“Vivemos um momento perverso, e toda a América Latina também. Certos políticos usaram a relação com os EUA de forma oportunista, para se beneficiarem”, afirma Anderson.
“Deus os livre de cair no lado errado de Trump: ele poderia fazer qualquer coisa para se livrar deles.”
Jon Lee Anderson é repórter da revista The New Yorker desde 1998, biógrafo de Che Guevara e autor de perfis de Hugo Chávez, Fidel Castro e Gabriel García Márquez. Ele reporta do continente desde os anos 1980, com um método que virou marca: mergulhar por meses no terreno e conviver de perto com quem retrata.
Confira abaixo trechos da segunda parte da entrevista da BBC News Brasil com Jon Lee Anderson.
Crédito, Getty Images
Legenda da foto, Jon Lee Anderson é um dos jornalistas americanos que mais escreveu sobre a América Latina
BBC News Brasil – Depois da operação contra Nicolás Maduro, os Estados Unidos concentram a pressão em Cuba, o bloqueio. Você acha que há, finalmente, uma possibilidade real de ruptura na ilha?
Jon Lee Anderson – Nunca diria “nunca”, mas não estou vendo isso. Os cubanos estão singularmente acostumados a aguentar privações. Já fizeram isso depois do colapso da União Soviética, durante cinco ou seis longos anos, o chamado período especial, quando Fidel ainda estava vivo, e foi terrível na ilha. Eu vivi lá nessa época.
Depois veio Chávez, com o dinheiro do petróleo, a troca de médicos e assessores por petróleo, e a ilha conseguiu reconstruir a infraestrutura. Desde então, houve uma alternância de aberturas e fechamentos, tanto do regime cubano quanto do vizinho poderoso, os americanos.
Agora estamos na pior dessas fases, um bloqueio explícito para asfixiar a ilha e provocar algum tipo de mudança. Estamos há nove meses nisso, e tem sido terrível para os cubanos.
Raúl Castro ainda está vivo, tem 95 anos, frágil. Não há propriamente um presidente forte: Miguel Díaz-Canel é uma figura apagada, um homem de partido, sem os plenos poderes que Fidel teve, um indicado, na prática. Enquanto Raúl vive, é ele quem funciona como líder supremo.
Pensando no contexto iraniano, Raúl é uma espécie de guia supremo, com uma aura quase espiritual, por causa da dimensão maior que a vida da Revolução Cubana, que tem 67 anos. Isso pesa sobretudo entre os cubanos mais velhos, digamos acima dos 50, muito mais do que na geração jovem, que mal conheceu o auge da revolução.
A ilha está num estado extremamente vulnerável, porque quase todos os seus alimentos, todo o seu combustível e o dinheiro vêm dos Estados Unidos, seja por remessas levadas por parentes, seja pelos alimentos que os americanos permitem importar, e até o petróleo.
Há petróleo entrando, mas só para empreendedores do setor privado, que não podem partilhá-lo com o Estado, com o propósito explícito de minar o regime, de fazê-lo parecer ainda mais fraco. O regime comunista está atolado na areia movediça, não consegue fazer nada, porque não tem meios. Você esperaria que alguém apertasse um botão de pânico.
Houve negociações entre os EUA e um neto de Raúl, mas isso parece ter parado, por causa da oposição dos políticos cubano-americanos linha-dura de Miami, que querem ditar os termos.
Pela minha compreensão, tendo estado há pouco em Washington, nada vai mudar de imediato, até depois das eleições de meio de mandato americanas. Os americanos chegaram a uma espécie de fundo do poço: não sabem com quem tratar. O neto de Raúl, o Raulito, parecia um novo tipo de cubano, disposto a fazer negócios. Mas não tem respaldo institucional.
Crédito, EPA
Legenda da foto, Anderson acredita que Cuba ainda vive sob a sombra de Raúl Castro, aos 95 anos
BBC News Brasil – Esse neto de Raúl tem um diálogo aberto de negociação com os EUA. O que você acha?
Anderson – Ele teve. Diálogo aberto, encontrou-se com emissários, incluindo Marco Rubio. Mas a posição dele na ilha foi enfraquecida, porque os leais mais linha-dura dentro do regime deixaram claro que ele não tem o respaldo deles.
E, do lado americano, os linha-dura cubano-americanos de Miami também deixaram claro que não vão negociar com um Castro. Isso, na prática, algemou o pessoal de Trump.
Mas não acabou. Neste momento, eles estão deixando quieto, porque não há o que fazer, e têm a própria sobrevivência política em jogo nas eleições de meio de mandato. Depois disso, veremos ou um aprofundamento, ou a continuidade da mesma política.
O que eu ia dizer sobre Raúl é que sempre achei que, quando ele morrer, o que é inevitável, como se dizia de Fidel, a inevitabilidade biológica, haverá maior possibilidade de mudança, porque remove uma figura extraordinária, por mais velha e fraca que esteja.
Remove a qualidade espiritual, com “e” minúsculo, mas ainda assim, a última figura icônica da revolução sai do tabuleiro. E isso libera os jogadores menores para competir. Seria de fato o fim da era Castro. Há um neto, há um filho de Raúl, nenhum dos filhos de Fidel está no jogo.
E há uma sensação de que os EUA têm hoje mais influência sobre o destino de Cuba do que nunca. Então o jogo, como se diz no esporte, está aberto. Veremos como se desenrola no próximo ano.
BBC News Brasil – Os partidos de direita radical no Brasil vêm dizendo que talvez Maduro faça um acordo, uma delação, envolvendo Lula. Você ouviu falar disso?
Anderson – Não ouvi falar disso. E não sei se isso o ajudaria. Não consigo vê-lo fazendo isso. Qualquer coisa é possível neste mundo, já vimos gente mudar de lado. Mas Maduro, para salvar a própria pele e a da mulher, delatando abertamente todo mundo da esquerda, assim?
Isso seria bastante chocante, nunca vimos algo assim. Nem Noriega, que enfrentava prisão perpétua e efetivamente a cumpriu, fez isso. E, sem dúvida, ele estava mais diretamente envolvido com o narcotráfico do que qualquer evidência que eu tenha visto sobre Maduro.
Entrevistei Noriega perto do fim da vida dele, na prisão, e conversamos sobre tudo.
Ele disse que tinha um único arrependimento: ter falado com tanta força contra os EUA, porque a certa altura ele brandiu um facão, “venham para cima”, e eles vieram. Disse que não deveria ter feito aquilo. Riu, um riso amargo, mas riu, depois de 30 anos preso.
Perguntei se estava amargurado com os americanos, a CIA. Ele disse que não, que eles estavam fazendo o trabalho deles. Um sujeito curioso, mas não entregou ninguém. Manteve seus álibis até o fim.
Maduro é o mesmo tipo de homem? Não sei. Talvez amanhã eu me surpreenda, mas não consigo vê-lo tentando usar Lula para se salvar.
BBC News Brasil – Você acompanha a América Latina há tanto tempo. Como se sente em relação à direção que o continente está tomando, Argentina, Colômbia, Chile, Venezuela, Equador, e talvez o Brasil?
Anderson – Acho um período muito preocupante. O que eu disse no começo, sobre o Brasil estar no limbo, vale para toda a América Latina agora. Está sob o efeito Trump. Há esse personagem detestável no Pentágono, Pete Hegseth [secretário de Defesa dos EUA], que parece querer explodir tudo em todo lugar.
A próxima coisa que veremos é ação militar americana direta em diferentes países, supostamente contra o narcotráfico. Tudo isso é preocupante em termos do respeito à soberania entre as nações.
Essa ideia de igualdade entre as nações, seja qual for o tamanho delas, foi jogada de lado em favor de um desenho hegemônico do país mais forte da vizinhança, que por acaso são os EUA sob Trump. Até o Canadá está sendo tratado como se fosse a Coreia do Norte.
Vivemos um momento perverso, e toda a América Latina também. Certos políticos usaram a relação com os EUA de forma oportunista, para se beneficiarem.
Deus os livre de cair no lado errado de Trump: ele poderia fazer qualquer coisa para se livrar deles. Poderia decidir que são narcotraficantes e vir buscá-los. Poderia, através do amigo Elon Musk, dar centenas de milhões de dólares para afetar a eleição que enfrentam.
Crédito, EPA
Legenda da foto, Anderson diz que secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, ‘parece querer explodir tudo em todo lugar’
Podem instrumentalizar os sistemas de telecomunicação, as redes sociais, contra eles. Estão realmente sob o domínio, agora mais do que nunca, de uma potência hegemônica que já mostrou ter, em alguns casos, impulsos perversos.
Dito isso, é válido também perguntar: o que aconteceu com a esquerda? Com a esquerda progressista, iluminista, liberal, sem falar da mais radical? Como permitiram que isso acontecesse? Como a extrema direita populista está tomando conta de todos esses países? Que erros cometeram?
É uma discussão longa, para outra hora, mas tem muito a ver com prestar reverência a homens fortes supostamente de esquerda, Ortega, os Castro, Maduro, Chávez antes dele, como as figuras máximas da esquerda, sem criticá-los pelos excessos, alguns muito maiores que outros, em liberdades civis e na própria corrupção.
A esquerda se juntou em torno deles, não evoluiu, e permitiu que essa esquerda extrema retórica e grandiloquente persistisse, sem construir as próprias alternativas social-democratas, que é o que a maioria das pessoas mais quer.
O que a maioria de nós quer para a família? Boas escolas para os filhos, ruas seguras, saúde decente e acessível, e um teto.
Isso é a matéria da social-democracia. Onde você a consegue sem ter de lutar por ela? Na Escandinávia, que tem um mix de pilares socialistas e capitalistas. O resto de nós nunca acertou bem a mão.
Você não precisa ir e matar todo mundo de óculos, como o Khmer Vermelho no Camboja, e voltar ao Ano Zero para construir uma vida nova e utópica. E, mesmo que não faça isso na prática, também não precisa fazê-lo na retórica.
Lula é, provavelmente, o líder. Eu diria que Pepe Mujica antes dele. Dos líderes de esquerda que mais representaram essa ideia de uma esquerda pragmática, que inclui o capitalismo, mas insiste num Estado grande que cuida dos mais necessitados, Lula e Mujica, cada um na sua dimensão, são os que mais chegaram perto.
Eu ia mencionar Claudia Sheinbaum, mas ela está numa posição difícil, no México, fazendo fronteira com os EUA, o que é outra história. Boric, no Chile, fez uma tentativa valente nos seus quatro anos como jovem líder. Mas foram tentativas dispersas e separadas, que nunca se aglutinaram. Petro, na Colômbia, na minha visão, desperdiçou as próprias possibilidades pelo próprio comportamento.
Vemos o começo de uma tentativa de reconstruir a noção de progressismo na América Latina, assim como nos EYA, mas ainda não chegou lá.
Quem vai substituir Trump, se for um democrata? Será Gavin Newsom, alguém que parece ter saído de Hollywood, mas talvez um sujeito completamente decente? Ou será alguém como Alexandria Ocasio-Cortez, uma protegida do tipo Bernie Sanders, socialista democrata, um personagem como o Zohran Mamdani?
Mas o que sabemos é que nem nos EUA, nem no Brasil pós-Lula, nem em nenhum outro lugar da América Latina se vê uma esquerda liberal democrática coesa, unificada, forte, fácil de visualizar, um político ou um movimento. Enquanto na direita isso existe.
É Trump, é o MAGA, é reacionário e antielitista. Mas, neste caso, a direita é reacionária e antielitista também contra a elite intelectual, a elite educada, e é isso que é assustador no que vem da extrema direita. Temos muita coisa pela frente, João. Vai ser um tempo interessante e muito preocupante.
Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (21) mostra o deputado federal Arthur Lira (PP) numericamente à frente na disputa por uma vaga ao Senado, com 41,2% das intenções de voto. Na sequência, em empate técnico, a ex-primeira-dama Marina JHC (PSDB) tem 37,8% e o atual senador e candidato à reeleição Renan Calheiros (MDB), 34,6% da preferência do eleitoral.
O ex-deputado estadual Davi Davino Filho (Republicanos) soma 25,7%. Depois, o atual deputado estadual Dr. Wanderley (MDB) com 12,3%; o professor Alexandre Fleming (UP) soma 2% e o vigilante Mariedson (Democrata) pontua 0,6%. Não sabem ou não opinaram são 5,8%. Votos brancos, nulos ou nenhum somam com 6,5%.
Metodologia
O instituto Paraná Pesquisas entrevistou 1.400 eleitores de Alagoas entre os dias 18 e 20 de setembro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro da pesquisa é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pela TV Pajuçara e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo AL-05775/2026.
João Fonseca anunciou nesta segunda-feira (21), uma pausa temporária para recuperar corpo e mente. Com isso, o tenista brasileiro não jogará torneios na Ásia, que aconteceriam neste mês e no próximo.
A decisão ocorreu após participação de João na Copa Davis, onde o Brasil ganhou da Suíça e o jovem tenista venceu um dos jogos.
Lesões
Fonseca vem sofrendo com lesões na temporada 2026, tendo que se ausentar de inúmeras competições.
O problema físico mais recente aconteceu no Masters 1000 de Canadá, em agosto, quando sentiu um incômodo no abdômen, abandonando o torneio.
Posteriormente, também não disputou o US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, e voltou à ação defendendo o Brasil na Copa Davis.
Confira o comunicado
Oi, pessoal. Queria compartilhar uma coisa com vocês.
2026 tem sido um ano muito desafiador para mim. Além de tudo o que a profissão exige, foram muitas lesões que acabaram me tirando de torneios importantes e me impedindo de jogar da maneira que eu gostaria.
Sei que a vida de atleta tem dessas coisas, mas, ainda assim, não deixa de ser frustrante. Fiz um esforço grande pra retornar e defender o Brasil na Copa Davis, mas ainda preciso de mais tempo.
Conversei muito com o meu time e chegamos à conclusão de que o melhor caminho, neste momento, é respeitar os sinais, dar um tempo para o meu corpo e para a minha cabeça, e não seguir para os torneios da Ásia.
Muito obrigado pela torcida e pelo apoio de todo mundo. Nos vemos em breve!
A apresentadora Sandra Annenberg, 58, compartilhou um vídeo especial nesta segunda-feira (21), data em que completa 30 anos de casamento com Ernesto Paglia, 67.
“Hoje faz 30 anos… Eu continuo dizendo sim! E você, meu amor, Ernesto Paglia?”, escreveu a jornalista na legenda da publicação. Ernesto comentou: “Sim, sim, sim”.
Nas imagens, o casal aparece dançando junto durante a festa do casamento. Nomes como William Bonner, César Tralli e Fátima Bernardes parabenizaram Sandra e Ernesto pelo casamento.
Os dois são pais de Elisa Annenberg-Paglia, de 23 anos. A jovem é formada em Artes Cênicas pela Universidade de Nova York (NYU).
Ao longo da carreira de mais de três décadas, Sandra Annenberg se consolidou na apresentação do “Jornal Hoje”, entre os anos de 2003 e 2019. Atualmente, ela está a frente da apresentação do “Globo Repórter” ao lado de William Bonner.
Já Ernesto Paglia acumula grandes coberturas nacionais e internacionais na carreira de mais de 40 anos. O jornalista também atuou pela TV Globo como correspondente em Londres durante cinco anos, em um período em que cobriu pautas de política e economia na Europa. Ele também participou da cobertura de 8 Copas do Mundo da Fifa e das Olimpíadas.
Torcida do Vasco protesta contra o Maracanã e ironiza com alusão a shows e jogo da NFL no estádio Imagem: @vasconomaraca
Torcedores do Vasco protestaram, durante o fim de semana, contra a gestão do Maracanã, administrada pela dupla Fla-Flu. Eles levaram faixas com palavras de ordem à diversos pontos do Rio de Janeiro. Recentemente, o estádio vetou o pedido do clube para a realização do jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, contra o Vitória, no dia 26 de agosto.
Uma das faixas trazia a frase “respeitem o edital ou revoguem a licitação!” e continha imagens de uma bola de futebol americano e de uma guitarra com a palavra “permitido” e o escudo do Vasco com a palavra “proibido”. Ela fazia alusão ao jogo da NFL que acontecerá no próximo dia 27 e também os shows que aconteceram no estádio bem como os que estão planejados para os próximos meses.
A outra faixa trazia a frase “São Januário é meu e o Maraca é nosso! Cumpram o edital!”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está reunido com Zohran Mamdani, prefeito de Nova York. O encontro acontece na véspera da abertura da Assembleia Geral da ONU.
A reunião foi um pedido de Mamdani e é realizada na residência do representante do Brasil na ONU, o embaixador Sérgio Danese.
Ao chegar ao local, o prefeito apenas acenou para a imprensa e não deu declarações.
Mamdani assumiu o cargo em janeiro deste ano e, aos 34 anos, tornou-se o prefeito mais jovem de Nova York em mais de um século. Ele também se tornou o segundo prefeito na história da cidade a se identificar como socialista.
Além disso, ele é o primeiro prefeito muçulmano da cidade mais populosa dos Estados Unidos.
Zohran Mamdani, prefeito de Nova York, acena para a imprensa ao entrar na casa do embaixador brasileiro para reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) • Priscila Yazbek/CNN Brasil
Mais cedo, Lula também teve uma reunião de 50 minutos com Yamandú Orsi, presidente do Uruguai. Nas redes sociais, o petista postou sobre o encontro com a legenda “país soberano conversa com o mundo”.
O Itamaraty informou que o presidente brasileiro recebeu cerca de 30 convites para reuniões bilaterais durante sua passagem por Nova York.
Ele ainda deve se encontrar com o senador democrata Bernie Sanders nesta segunda-feira (21) e com António Guterres, secretário-geral da ONU, na terça-feira (22).
*com informações de Danilo Moliterno, da CNN Brasil
A decisão acontece após participação na Copa Davis, onde o Brasil ganhou da Suíça e João venceu um dos jogos. Após a vitória, ele desabou em lágrimas.
Atualizado
João Fonseca, tenista brasileiro — Foto: Keeran Marquis/Fotoarena/SPP/Agencia O Globo
O tenista brasileiro João Fonseca revelou, em publicação nas redes sociais, que após uma conversa com sua equipe decidiu que dará uma pausa temporária para ‘dar um tempo para o meu corpo e para a minha cabeça’. Com isso, João não jogará torneios na Ásia, que aconteceriam neste mês e no próximo.
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A decisão acontece após participação na Copa Davis, onde o Brasil ganhou da Suíça e João venceu um dos jogos. Após a vitória, ele desabou em lágrimas.
‘2026 tem sido um ano muito desafiador para mim. Além de tudo o que a profissão exige, foram muitas lesões que acabaram me tirando de torneios importantes e me impedindo de jogar da maneira que eu gostaria.
Sei que a vida de atleta tem dessas coisas, mas, ainda assim, não deixa de ser frustrante. Fiz um esforço grande pra retornar e defender o Brasil na Copa Davis, mas ainda preciso de mais tempo’, declarou.
A decisão acontece pouco mais de um mês após João decidir não disputar o US Open.
Em comunicado publicado nas redes sociais, João afirmou que “após passar por exames e iniciar o tratamento no abdômen, ficou claro para mim e para a minha equipe que eu preciso de mais tempo para me recuperar 100% e poder competir em alto nível. Assim, infelizmente não poderei disputar o US Open”.
Fonseca jogaria a partir do fim do mês o ATP 500 de Tóquio. Em outubro participaria do Masters 1000 de Xangai, na China.
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Resumo Em entrevista ao podcast Música em Rede, o produtor musical Felipe Vassão defendeu que o sucesso sustentável de um artista depende da relação genuína com o público, e não apenas de números em plataformas de streaming. Para ele, métricas virtuais não garantem engajamento fora da internet. Assim, construir uma trajetória sólida exige cativar plateias menores para formar uma base de fãs fiéis, dispostos a comparecer aos shows e apoiar os lançamentos do artista.
Em entrevista ao podcast Música em Rede, o produtor musical Felipe Vassão defende que a construção de uma carreira sólida na música depende, principalmente, da relação estabelecida entre o artista e seu público.
Foto: Tenho Mais Discos Que Amigos!
🎧 Do universo de fã ao universo da música: tudo que você ama em um só lugar. Siga @terrasonora
Para ele, números expressivos nas plataformas digitais não são suficientes para garantir uma trajetória consistente ou uma audiência disposta a acompanhar o artista fora do ambiente virtual.
Na visão de Vassão, conquistar grandes espaços começa justamente pelas plateias menores. O produtor destaca a importância de construir uma base formada por fãs reais, que acompanhem o trabalho, apoiem os lançamentos e estejam presentes também nos shows.