À espera das urnas, futebol volta sem completamente cortar laços com bets

O Corinthians, inclusive, preparou dois painéis de entrevista (com e sem a marca), e o Flamengo mantém a possibilidade de aplicar o patrocínio no uniforme antes do jogo. O alvinegro paulista fechou patrocínio pontual com a Jota.ia para o espaço master contra o Internacional.

No rubro-negro, a diretoria estuda colocar uma mensagem de protesto pelo fim das bets — “Proibir não é proteger”. Mas ainda não há martelo batido.

Há clubes que já encerraram acordos com empresas do setor. O Atlético-MG, por exemplo, usou a H2Bet pela última vez antes da proibição, diante do Red Bull Bragantino, e encerrou o contrato. O Santos também já havia suspendido o contrato com a Novibet e atuou sem patrocinador master contra o São Paulo.

Disputa no STF mantém esperança no mercado

No Judiciário, clubes e entidades do setor engrossam o coro por uma liminar nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) que estão sob relatoria do ministro Luiz Fux. A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) tentam suspender os efeitos imediatos da MP ou, ao menos, adiar o prazo de implementação para 31 de dezembro.

Depois de uma manifestação da Advocacia-Geral da União (AGU) sugerindo a realização de uma audiência pública sobre apostas e os temas tratados na MP, as entidades passaram a usar a possível reunião como argumento adicional para pedir o adiamento da aplicação do texto.

FONTE:Google Notícias

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