Um primeiro pedido liminar para suspender a investigação já foi negado. O relator da ação, ministro Reynaldo Soares da Fonseca afirma na decisão que a designação de uma força-tarefa para atuar junto ao promotor natural do caso não representa irregularidades.
A decisão ainda afirma que qualquer análise sobre a atuação do Ministério Pública precisa ser feita de forma mais aprofundada.
Ministério Público e Justiça de segunda instância, que já tinha rejeitado um pedido similar do dirigente, ainda vão se manifestar.
O inquérito é um dos três que investiga o São Paulo. Além dele, há um sobre exploração de camarote clandestino por dirigentes, e outro que apura possíveis irregularidades em contratos do clube social.
Julio Casares, em meio às denúncias, sofreu processo de impeachment, renunciou ao cargo e acabou expulso do quadro associativo do São Paulo. Ele move uma ação para reverter a expulsão.
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