MP cobra Corinthians por nomes em ‘rabiscadinhas’ e liga caso à intervenção

O Ministério Público deu dez dias para o Corinthians identificar os responsáveis pela fiscalização do contrato e pelos pagamentos à Incentiva, empresa que administrava o Fiel da Sorte. O programa oferecia sorteios e “rabiscadinhas” aos integrantes do Fiel Torcedor.

Os documentos serão enviados à Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, que investiga se há motivos legais para uma possível intervenção judicial no Corinthians.

O que aconteceu

O UOL teve acesso ao documento em que o promotor Cássio Roberto Conserino fez a cobrança após analisar arquivos eletrônicos entregues à investigação. Ele quer saber quem deveria fiscalizar o contrato, quem deixou de fazer esse controle e quem pagou 36 notas fiscais entre agosto de 2023 e maio de 2026.

FONTE:Google Notícias

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