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Justiça bloqueia nova tentativa de casal de demolir antiga casa de Marilyn Monroe

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A batalha judicial envolvendo a antiga casa de Marilyn Monroe, em Los Angeles, ganhou mais um capítulo. Um juiz federal rejeitou a segunda tentativa dos atuais proprietários de contestar o tombamento da residência, onde a atriz foi encontrada morta em 1962.

Na segunda-feira, 28 de setembro, o juiz distrital dos Estados Unidos Percy Anderson decidiu contra Brinah Milstein e Roy Bank, que tentavam derrubar a classificação do imóvel como Monumento Histórico-Cultural (HCM) pela cidade de Los Angeles. O casal, que comprou a propriedade localizada em Brentwood, sustenta que a medida provocou uma desvalorização significativa do imóvel e restringiu a possibilidade de realizar reformas e intervenções na residência.

Segundo documentos judiciais obtidos pela revista PEOPLE, Anderson concluiu que os proprietários não apresentaram elementos suficientes para comprovar a alegação de que a designação do imóvel representaria uma desapropriação. Com isso, o magistrado acolheu o pedido dos réus para encerrar o processo. Entre os réus estão a cidade de Los Angeles e a prefeita Karen Bass.

“Embora estejamos desapontados com a decisão do tribunal de indeferir o pedido, este não é o fim da linha”, disse Dave Breemer, advogado sênior da Pacific Legal Foundation, que representa o casal, em um comunicado compartilhado com a revista PEOPLE. “Os fatos demonstram o ônus significativo que Los Angeles impôs à propriedade de Milstein e Bank, e estamos preparados para continuar lutando para proteger seus direitos de propriedade em apelação.”

Antiga residência de Monroe em Brentwood — Foto: Pacific Legal Foundation

A decisão de 28 de setembro também mencionou a expressiva queda no valor estimado da propriedade. Antes da classificação como patrimônio histórico, Milstein e Bank afirmavam que a residência valia cerca de R$ 44,1 milhões (US$ 8,5 milhões). Após o tombamento, segundo os proprietários, o imóvel passou a ser avaliado em aproximadamente R$ 4,3 milhões (US$ 820 mil), o que representaria uma redução de quase 91%.

Esta não é a primeira derrota judicial enfrentada pelo casal no caso. Em maio, Percy Anderson já havia rejeitado a primeira versão da ação apresentada pelos proprietários.

Antiga residência de Monroe em Brentwood — Foto: Pacific Legal Foundation

Compra com intenção de demolir

Milstein e Bank protocolaram a ação original em 23 de janeiro, no Tribunal Distrital Central da Califórnia. Segundo os documentos, eles compraram a residência em 2023 “com a clara intenção de demolir as estruturas dilapidadas da propriedade”.

Os proprietários afirmam ainda que desembolsaram mais de R$ 155 mil (US$ 30 mil) para obter licenças relacionadas à demolição e à terraplanagem. Inicialmente, os pedidos teriam sido aprovados pela prefeitura.

A situação mudou em 8 de setembro de 2023, quando o Conselho Municipal aprovou uma moção para avaliar a possibilidade de transformar o imóvel em patrimônio histórico. De acordo com a ação, a medida ocorreu “sem qualquer aviso prévio” aos proprietários.

O processo de tombamento acabou sendo aprovado em 26 de junho de 2024, contrariando a vontade do casal. A decisão também interrompeu temporariamente as obras planejadas para a residência.

“Não resta nenhum vestígio da breve estadia da Sra. Monroe na casa, nem na propriedade nem na residência – e a casa foi substancialmente alterada por sucessivos proprietários ao longo de mais de sessenta anos”, afirma a queixa.

Marilyn Monroe lendo “Ulisses”, de James Joyce, em Mt. Sinai, Nova York, 1952. — Foto: Eve Arnold Estate/Divulgação

Última casa de Marilyn Monroe

De acordo com a Variety, Marilyn Monroe viveu por aproximadamente seis meses na residência construída em estilo colonial espanhol, em 1929.

A atriz teria comprado a propriedade em fevereiro de 1962, pouco depois de se separar do terceiro marido, o dramaturgo Arthur Miller. No entanto, a ação apresentada pelos atuais proprietários afirma que Monroe apenas “ocupava ocasionalmente” o imóvel enquanto dividia seu tempo entre Nova York e outros locais.

Meses depois, em agosto de 1962, Marilyn Monroe foi encontrada morta aos 36 anos dentro da residência. O laudo toxicológico do legista apontou oficialmente envenenamento agudo por barbitúricos como causa da morte. Segundo os registros, a atriz teria ingerido uma dose fatal de Nembutal, além de hidrato de cloral, um sedativo.

A morte foi classificada como overdose e “provável suicídio”.

Marilyn Monroe — Foto: Wiki Commons

Disputa pelo imóvel continua

Ao longo das décadas seguintes, segundo os atuais proprietários, a casa passou pelas mãos de 14 donos diferentes, sofreu diversas modificações e recebeu mais de 20 alvarás de construção emitidos pela prefeitura, sem que o imóvel tivesse anteriormente o mesmo status de proteção histórica.

Depois da aprovação do tombamento, Milstein e Bank também alegaram que a propriedade passou a atrair um “turismo massivo”. O casal afirmou ter precisado contratar segurança particular para “proteger contra invasores que a cidade conscientemente convidava e incentivava”.

Marilyn Monroe — Foto: Vogue

Agora, os proprietários buscavam uma determinação judicial que obrigasse Los Angeles a reativar as licenças de demolição e terraplanagem. Como alternativa, pediram uma indenização integral pelos valores investidos na propriedade desde a compra, em 2023.

Com a nova decisão, porém, a tentativa de derrubar judicialmente o tombamento foi novamente rejeitada. O advogado do casal já sinalizou que pretende continuar a disputa por meio de recurso.

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FONTE:/vogue/BR

Luciano Huck nega sociedade com Vorcaro após mensagens reveladas pela PF; leia nota

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Apresentador afirma que contato com ex-banqueiro ocorreu em torno do patrocínio do Will Bank




Luciano Huck e Daniel Vorcaro

Foto: Reprodução/PF

Luciano Huck se manifestou nesta quarta-feira (30) após a divulgação de mensagens trocadas com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, que revelaram uma relação próxima entre os dois, com conversas sobre negócios, encontros e assuntos pessoais.

A assessoria de imprensa do apresentador enviou uma nota à reportagem do Terra na noite desta quarta-feira em que nega que Huck tivesse sociedade com Vorcaro. O comunicado também esclarece que a relação comercial entre os dois estava ligada ao patrocínio do Will Bank ao programa “Domingão com Huck”, da Globo.

“Toda a interação entre Luciano Huck e Daniel Vorcaro se deu em torno da captação e da gestão do patrocínio do Will Bank. Não houve sociedade, como um veículo erradamente chegou a alegar. O acordo comercial teve contrato assinado, notas emitidas, impostos recolhidos e serviços devidamente prestados. Os contratos de imagem e publicidade foram rescindidos antes da intervenção no Will Bank pelo Banco Central”, diz a nota enviada pela assessoria.

O que as mensagens revelaram

As conversas entre Huck e Vorcaro foram localizadas pela Polícia Federal no celular do ex-banqueiro e divulgadas pela revista Veja. Os registros apontam para uma relação que ia além de contatos exclusivamente profissionais, com mensagens sobre jantares, viagens, favores pessoais e negociações comerciais.

Entre os assuntos comerciais, aparecem tratativas envolvendo o patrocínio do Will Bank ao “Domingão com Huck”. Segundo informações divulgadas pela Veja, as negociações teriam movimentado R$ 83 milhões em mídia para a Globo e R$ 26 milhões relacionados a um contrato pessoal do apresentador.

As mensagens também mostram Huck oferecendo ajuda e conselhos a Vorcaro em diferentes situações. Em uma das conversas divulgadas, o apresentador demonstrou apoio ao empresário diante das dificuldades enfrentadas por ele.

Apesar da proximidade revelada pelos diálogos, ão foram identificados indícios de ilegalidade por parte de Luciano Huck nas mensagens divulgadas.

A manifestação de Huck acontece no mesmo dia em que o conteúdo das mensagens provocou repercussão nas redes sociais. A atriz Luana Piovani, por exemplo, criticou publicamente o apresentador e o chamou de “traidor da pátria” em uma publicação no Instagram.

FONTE:Terra

Queda de um casulo de mariposa no chá de uma imperatriz da China resultou na criação de um dos tecidos mais sofisticados da indústria

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A origem do tecido feito da seda remonta de um período que ultrapassa os 4 mil anos, e envolve a história de uma imperatriz e um chá.

Uma lenda sugere que a Imperatriz Leizu, também conhecida como Xi Lingshi, descobriu a existência do fio da seda após se sentar debaixo de uma amoreira e o casulo da mariposa cair dentro da xícara de chá quente dela.

A majestade tentou tirar o casulo de dentro da bebida, mas percebeu que o casulo se desenrolou em um fio gigante, brilhante e bastante resistente. A partir disso, surgiu a ideia de usar a linha para tecer e criar a seda.

De acordo com a história exposta no China National Silk Museum (Museu da Seda da China), Leizu era a esposa principal do Imperador Amarelo Huangdi, que teria governado a China no século 27 a.C.

Foi a mulher quem desenvolveu as técnicas de sericultura. Ela cultivou bichos-de-seda (Bombyx mori), e até hoje é creditada por inventar o tear de seda e por ensinar o povo da região a criar tecidos leves e muito sofisticados.

Mudança na economia

O manuseio e o comércio de tecidos de seda transformou a economia da China Antiga. Revelar a outros povos como a seda era feita ou contrabandear ovos das larvas para fora do país era punível até mesmo com a pena de morte.

Por muito tempo, o uso de tecido de seda era reservado apenas a nobres ou membros da monarquia. Atualmente, a produção desse tipo de roupa ainda representa a sofisticação, com peças vendidas a valores altos.

Na história, a Imperatriz Leizu é conhecida na cultura chinesa como a “Mãe do Bicho-da-Seda” e patrona da tecelagem.

 

FONTE:CNN/BR

Após novo veto do consórcio Fla-Flu ao Vasco, Pedrinho afirma: 'Eu vou judicializar o Maracanã' – O GLOBO

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  1. Após novo veto do consórcio Fla-Flu ao Vasco, Pedrinho afirma: ‘Eu vou judicializar o Maracanã’  O GLOBO
  2. Vasco tem reunião para tentar viabilizar plano de segurança para enfrentar o Boca em São Januário  ge
  3. Vasco tem ‘ok’ da Prefeitura por jogo com Boca em São Januário; Falta PM  UOL
  4. O que Vasco ouviu da polícia sobre duelo com Boca em São Januário e como está definição de sede da semifinal  ESPN Brasil
  5. Pedrinho prioriza São Januário, mas vai à Justiça por Maracanã  Terra

FONTE:Google Notícias

Lynas compra Meteoric e projeto de terras raras em MG por R$ 3,5 bilhões

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A australiana Lynas Rare Earths fechou um acordo para comprar 100% da Meteoric Resources, dona do projeto de terras raras Caldeira, em Minas Gerais, em uma operação avaliada em cerca de R$ 3,5 bilhões.

Além do tamanho da transação, o negócio deve se tornar um dos primeiros grandes testes do novo modelo brasileiro de controle sobre ativos de minerais críticos. A conclusão da aquisição foi expressamente condicionada à obtenção das autorizações exigidas pelo recém-criado regime brasileiro, incluindo a homologação da mudança de controle societário.

A Lei nº 15.506, sancionada em setembro, criou o CIMCE (Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos) e deu ao colegiado o poder de homologar mudanças diretas ou indiretas no controle de empresas que detenham direitos minerários sobre minerais considerados críticos ou estratégicos.

Na prática, o caso da Meteoric coloca rapidamente à prova uma das novidades mais sensíveis da nova política mineral: até onde o governo poderá impor condições para autorizar a transferência de um ativo considerado estratégico.

 

Os próprios documentos da operação mostram que a aprovação brasileira pode vir acompanhada de condições. Pelo contrato, a Lynas terá de tomar as medidas necessárias para conseguir o aval no Brasil e aceitar eventuais exigências que não sejam consideradas pesadas demais para o negócio.

Se as autoridades brasileiras impuserem uma condição considerada muito onerosa, Lynas e Meteoric terão de negociar uma saída, como reduzir, alterar ou substituir essa exigência. Se o aval for negado, não sair a tempo ou só vier com condições desse tipo sem acordo entre as empresas, a transação poderá ser encerrada.

O contrato vai além: se o negócio não for concluído porque a aprovação brasileira for recusada ou não for obtida até o prazo previsto, a Lynas poderá ter de pagar à Meteoric uma multa de A$ 8,8 milhões.

A nova política brasileira para minerais críticos tem entre seus principais objetivos ampliar o beneficiamento e a transformação desses recursos dentro do país. Por isso, além da mudança de controle em si, a agregação de valor de Caldeira no Brasil tende a entrar no radar da análise do negócio.

Agregação de valor no Brasil

A aquisição também abre uma discussão sobre quanto da cadeia de terras raras poderá permanecer no Brasil.

A Lynas já domina etapas industriais que hoje são um dos principais gargalos da cadeia global de terras raras. A empresa opera a mina de Mt Weld e instalações de processamento na Austrália, além de uma planta de separação na Malásia.

Segundo a companhia, é atualmente a única produtora comercial fora da China de óxidos separados de terras raras leves e pesadas.

Essa capacidade é particularmente relevante para Caldeira porque o Brasil possui grandes recursos minerais de terras raras, mas ainda tenta desenvolver as etapas mais sofisticadas da cadeia, como separação e produção de materiais de maior valor agregado.

Nos documentos da aquisição, a Lynas afirma que Caldeira poderá ser integrado às operações downstream já existentes da empresa na Malásia. Ao mesmo tempo, a companhia informou que vai estudar a possibilidade de processamento adicional no Brasil, em linha com os objetivos brasileiros de industrialização da cadeia mineral.

Isso ainda não significa que a Lynas decidiu construir uma planta de separação no país. A empresa fala, até agora, em estudos. Mas a entrada de uma companhia que já possui tecnologia e instalações comerciais de separação adiciona uma nova dimensão ao projeto brasileiro e pode colocar a discussão sobre agregação de valor no centro da análise do negócio pelo governo.

Projeto de 1,6 bilhão de toneladas

Caldeira está localizado em Minas Gerais e é descrito pelas empresas como o maior recurso conhecido de terras raras em argilas iônicas fora da China reportado segundo o padrão australiano JORC.

O projeto possui recurso mineral estimado em 1,631 bilhão de toneladas, com teor médio de 2.317 partes por milhão de óxidos totais de terras raras (TREO). A reserva mineral é de aproximadamente 151 milhões de toneladas, com teor médio de 3.524 ppm.

Dentro dos recursos já estimados, a Meteoric calcula a presença de cerca de 802 mil toneladas de óxidos de neodímio e praseodímio (NdPr) e 41 mil toneladas de disprósio e térbio (DyTb), elementos usados principalmente na fabricação de ímãs permanentes de alto desempenho.

O estudo definitivo de viabilidade divulgado em julho prevê investimento inicial de aproximadamente US$ 498 milhões e vida útil de 23 anos.

A produção média projetada ao longo da operação é de 12,5 mil toneladas anuais de TREO, incluindo cerca de 3.862 toneladas de NdPr e 127 toneladas de DyTb por ano. O estudo também prevê produção de samário, gadolínio e ítrio.

O projeto já recebeu licença ambiental preliminar e a Meteoric informou que buscava obter a licença de instalação ainda em 2026.

Negócio em ações

A aquisição será realizada integralmente por meio de troca de ações. Cada acionista da Meteoric receberá 0,0207 ação da Lynas para cada ação da empresa que possuir.

Pelos valores médios das ações da Lynas nos 60 dias anteriores ao anúncio, a operação avalia o capital da Meteoric em A$ 968 milhões, o equivalente a cerca de R$ 3,5 bilhões pela cotação atual.

A proposta representa um prêmio de 68,4% sobre o último preço de fechamento da Meteoric antes do anúncio. Após a conclusão do negócio, os atuais acionistas da Lynas terão cerca de 94,1% do grupo, enquanto os investidores da Meteoric ficarão com aproximadamente 5,9%.

A Lynas também concordou em disponibilizar uma linha de financiamento de até A$ 110 milhões para que a Meteoric continue avançando Caldeira enquanto a aquisição passa pelas etapas de aprovação. Uma primeira parcela de A$ 35 milhões será disponibilizada após a assinatura do acordo.

A Meteoric afirmou ainda que, durante as negociações, a Lynas manteve conversas diretas com o governo federal e o BNDES para evitar atrasos no desenvolvimento do projeto.

Pelo cronograma apresentado pelas companhias, os documentos para votação dos acionistas devem ser enviados em dezembro. A assembleia está prevista para janeiro de 2027 e, caso sejam obtidas as aprovações societárias, judiciais e regulatórias — incluindo a brasileira —, a expectativa é concluir a aquisição até março de 2027.

FONTE:CNN/BR

Artur Jorge diz o que mudaria em eliminações do Cruzeiro para Flamengo e Atlético – Rádio Itatiaia

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  1. Artur Jorge diz o que mudaria em eliminações do Cruzeiro para Flamengo e Atlético  Rádio Itatiaia
  2. Artur Jorge admite arrependimento em eliminação do Cruzeiro para o Flamengo  ge
  3. Artur Jorge avalia desafio do Cruzeiro para alcançar rivais  lance.com.br
  4. Artur Jorge, do Cruzeiro, comenta dificuldades em janela de transferências e lamenta perdas  O TEMPO
  5. Técnico do Cruzeiro, Artur Jorge participará de podcast nesta quarta  Diário Celeste

FONTE:Google Notícias

GATE é acionado para sequestro no Terminal João Dias em SP

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O GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais) foi acionada, nesta quarta-feira (30), para atender a uma ocorrência de roubo com uma pessoa feita de refém no Terminal João Dias. O crime aconteceu em uma farmácia na parte externa da estação que faz parte do hipermercado Carrefour. 

O complexo do terminal fica ao lado da estação Giovanni Gronchi da linha lilás do Metrô, no bairro da Vila Andrade, zona Sul de São Paulo. Segundo apurou a CNN Brasil, a situação foi controlada no final da tarde com a chegada do GATE, prisão dos suspeitos e liberação do refém. 

As informações preliminares da PM (Polícia Militar), primeira a chegar no local, um homem armado invadiu a farmácia e rendeu uma funcionária do estabelecimento. As equipes da PM foram enviadas ao local e isolaram a área, até a chegada de reforços.; 

Unidades especializadas foram acionadas para dar apoio ao atendimento e concluir a ocorrência. As maiores circunstâncias do crime ainda estão sendo apuradas pelas autoridades.

A CNN Brasil tenta contato com a SSP (Secretaria de Segurança Pública) para mais informações. O espaço segue aberto.

*Sob supervisão de Thiago Félix

 

FONTE:CNN/BR

Santos convence Coritiba e só fará repasses de Chermont após metas batidas

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FONTE:Google Notícias

Castelo de Taylor Swift em “Blank Space” vai a leilão sem lance mínimo

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O famoso castelo que serviu de cenário para o clipe de “Blank Space”, de Taylor Swift, será colocado à venda em um leilão. O Oheka Castle, localizado em Long Island, no estado de Nova York, está com a propriedade avaliada para ser negociada no dia 27 de outubro, mas o imóvel não terá um lance mínimo estabelecido.

Construído em 1919, o palácio possui impressionantes 127 cômodos, incluindo 34 suítes, e apresenta uma arquitetura inspirada no Renascimento francês. A construção é considerada a segunda maior residência privada já erguida nos Estados Unidos, reforçando a dimensão e a importância histórica do local.

A propriedade ganhou ainda mais notoriedade ao aparecer no videoclipe de “Blank Space”, lançado por Taylor Swift em 2014. Na produção, a cantora interpreta uma personagem que vive um romance cercado por luxo e ostentação. As cenas gravadas no castelo ajudaram a transformar o imóvel em um dos locais mais reconhecidos pelos fãs da artista.

Cena do clipe “Blank Space”, de Taylor Swift, no Oheka Castle — Foto: Youtube/Taylor Swift/Reprodução

Cenário de grandes produções

Muito antes de aparecer em um dos videoclipes mais conhecidos de Taylor Swift, o Oheka Castle já fazia parte da história do entretenimento. O local também foi utilizado como cenário para gravações de “Cidadão Kane” e da série “Succession”, além de outras produções cinematográficas e televisivas.

Cena do clipe “Blank Space”, de Taylor Swift, no Oheka Castle — Foto: Youtube/Taylor Swift/Reprodução

A história do imóvel também está ligada a eventos de grande importância. O castelo foi alugado para a realização de seu primeiro casamento em 1920 e, ao longo das décadas seguintes, recebeu personalidades de diferentes áreas, incluindo integrantes da realeza, chefes de Estado e nomes importantes de Hollywood.

A longevidade da propriedade e sua presença recorrente na cultura popular contribuíram para transformar o castelo em um endereço de grande valor histórico e simbólico.

Cena do clipe “Blank Space”, de Taylor Swift, no Oheka Castle — Foto: Youtube/Taylor Swift/Reprodução

De acordo com Tamara Lorenzoni, especialista em mercado de luxo, “Quando uma propriedade atravessa mais de um século e passa a fazer parte do imaginário cultural, ela acumula uma camada de significado que não existe em uma construção recente. A história passa a fazer parte do próprio valor daquele lugar”.

Restauração milionária

O Oheka Castle também passou por um processo de restauração avaliado em US$ 40 milhões (cerca de R$ 207 milhões). O investimento foi destinado à recuperação e preservação da propriedade, mantendo suas características arquitetônicas e históricas.

O castelo está situado em uma área de aproximadamente dois hectares. O terreno, porém, deverá passar por novas transformações: a previsão é de que sejam construídos 95 condomínios de luxo no local.

Oheka Castle — Foto: Reprodução Internet

Com uma história centenária, passagens por produções de Hollywood e uma ligação direta com um dos videoclipes mais famosos de Taylor Swift, o imóvel chega ao mercado cercado de elementos que vão além de sua arquitetura. O leilão promete colocar novamente os holofotes sobre uma das propriedades mais emblemáticas de Long Island.

Oheka Castle — Foto: Reprodução Internet

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FONTE:/vogue/BR