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Elefante-marinho surge na Praia de São Conrado e bombeiros isolam área

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O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro atuou, nesta sexta-feira (2), na orientação da população e no isolamento da área após a aparição de um elefante-marinho na Praia de São Conrado, localizada na Zona Sul da capital fluminense.

Para garantir a segurança dos frequentadores e do próprio mamífero, os guarda-vidas sinalizaram o trecho com bandeiras roxas, indicativas da presença de animais marinhos na orla, orientando a distância, evitando qualquer tipo de aproximação ou contato com o animal.

O Corpo também acionou um órgão ambiental especializado para acompanhar o animal e avaliar suas condições.

Recomendações e cuidados com o animal:

Os Bombeiros reforçam que, ao avistar uma espécie da fauna marinha na faixa de areia, a população deve adotar as seguintes precauções:

  • Jamais tentar devolvê-lo ao mar, pois o mamífero pode estar apenas descansando, debilitado ou doente, necessitando de avaliação técnica especializada.
  • Não tocar, puxar ou empurrar o animal.
  • Evitar aglomerações e barulho próximo ao local onde o animal se encontra.
  • Não oferecer alimentos ou água ao mamífero.

 

*Sob supervisão de Thiago Félix

FONTE:CNN/BR

São Paulo sofre transfer ban na Fifa por dívida com agentes de Galoppo

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O São Paulo quitou a pendência no início de agosto e conseguiu derrubar a punição. Na última janela de transferências, o clube contratou seis jogadores: atacante Victor Sá, o volante Newton, o lateral-direito Aurélio Buta, o lateral-esquerdo Iago Borduchi , o zagueiro Domingos Duarte e o lateral-direito Pedro Lima.

FONTE:Google Notícias

Nova ferramenta de IA prevê rota e intensidade de tempestades em curtíssimo prazo

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Resumo
Pesquisadores da USP criaram o TITAN-LSTM, um sistema de inteligência artificial que prevê a rota, área e intensidade de tempestades com até 30 minutos de antecedência. Ao unir dados de radar com redes neurais, a ferramenta reduz falsos alarmes em quase 70% e supera com folga os métodos tradicionais. Com baixo custo computacional, o software pode rodar em notebooks convencionais, tornando-se uma solução viável e ágil para auxiliar a Defesa Civil em alertas rápidos contra enchentes e desastres.

José Tadeu Arantes | Agência FAPESP – Saber com exatidão a rota de uma tempestade e a intensidade da chuva para os próximos 30 minutos deixou de ser um desafio que exige supercomputadores. Uma nova ferramenta – desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP) e denominada TITAN-LSTM – une dados de radares meteorológicos e inteligência artificial para realizar previsões de curtíssimo prazo, rastreando e atualizando o trajeto, a área e a intensidade da precipitação a cada cinco minutos. O sistema se destaca pelo seu baixo custo computacional, o que facilita a sua aplicação em diversas regiões que já contam com cobertura de radares.

O trabalho foi desenvolvido com apoio da FAPESP por Andrea Salome Viteri López, pós-doutoranda no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG-USP). Os resultados foram publicados no ‘Journal of Geophysical Research: Machine Learning and Computation‘. O professor do IAG, Carlos Augusto Morales Rodriguez, orientador de López durante seu doutorado, também assina o artigo.

“Nosso objetivo era fazer uma previsão de chuva de curtíssimo prazo, utilizando o TITAN, que é um algoritmo capaz de identificar as tempestades individualmente. Com ele conseguimos calcular características como área, intensidade, direção e velocidade de propagação. Depois, usamos essas informações em uma rede neural computacional para prever como a tempestade vai evoluir”, conta López.




Foto: Bons Fluidos

O nome da nova ferramenta traduz a união de duas gerações da tecnologia. De um lado está o TITAN (sigla em inglês para Identificação, Rastreamento, Análise e Previsão de Curtíssimo Prazo de Tempestades), um algoritmo clássico dos anos 1990 especializado em rastrear nuvens no radar. Do outro está a LSTM (Memória de longo e curto prazo, também em inglês), um tipo de inteligência artificial desenhada especificamente para memorizar sequências de eventos ao longo do tempo.

Pode-se pensar na divisão de tarefas da seguinte maneira: o TITAN diz onde a tempestade está, de onde veio e para onde está indo. A rede LSTM procura responder a outra pergunta: dado o que aconteceu com a tempestade nos últimos minutos, como ela deverá estar daqui a pouco?

Essa distinção é importante porque uma tempestade não é um objeto rígido que simplesmente se desloca pelo espaço. Enquanto avança, ela cresce ou diminui, intensifica-se ou enfraquece, muda de forma e finalmente se dissipa. Métodos tradicionais de extrapolação conseguem acompanhar muito bem o movimento, mas têm maior dificuldade para representar todas essas transformações. Já as redes neurais mais sofisticadas podem aprendê-las, porém, muitas trabalham diretamente com sucessivas imagens bidimensionais de radar, exigindo grandes bancos de dados, processamento prévio das imagens e elevada capacidade computacional.

“O TITAN-LSTM procura ocupar um terreno intermediário. Em vez de entregar à inteligência artificial toda a imagem produzida pelo radar, o TITAN transforma cada tempestade em uma sequência de informações numéricas: área ocupada pela chuva, volume de precipitação, intensidade média e máxima, dimensões da tempestade, direção e velocidade do movimento, entre outras. A rede neural aprende então como essas características se modificam ao longo do tempo. E, assim, consegue prever sua evolução futura”, diz a pesquisadora.

Uma rede que guarda o que importa

A característica fundamental da LSTM é possuir uma espécie de memória seletiva. À medida que recebe uma sequência de dados, a rede aprende quais informações anteriores continuam sendo relevantes e quais podem ser descartadas. Tecnicamente, isso é feito por mecanismos chamados de “portas”, que regulam a entrada, a conservação e a saída de informações da memória da rede.

López usa justamente essa imagem para explicar o funcionamento. “São como portas de decisão. Em cada etapa, a rede decide se aquela informação é relevante ou não, se deve ser mantida ou descartada. Durante o treinamento, os pesos são ajustados e, conforme recebe novas sequências de dados, a memória interna é atualizada para produzir as previsões seguintes”, explica.

Isso permite que o sistema considere não apenas a fotografia instantânea de uma tempestade, mas sua história recente. E os testes mostraram que essa memória faz diferença: quanto maior o histórico da evolução da tempestade fornecida à rede, melhor tende a ser a previsão.

Mais de 32 mil tempestades rastreadas

Para desenvolver o sistema, os pesquisadores utilizaram dados coletados entre 2016 e 2019 pelo radar meteorológico instalado na barragem de Ponte Nova, em Biritiba Mirim, um dos 39 municípios que compõem a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). O equipamento realiza uma nova varredura a cada cinco minutos. Para o estudo, foi considerada uma área com raio de 120 quilômetros em torno do radar.

Para treinar a inteligência artificial, o sistema analisou inicialmente mais de 32 mil tempestades. Foi necessário, no entanto, aplicar “critérios rigorosos para selecionar eventos cuja evolução completa pudesse ser acompanhada”, explica López. Isso significou isolar apenas chuvas que duraram mais de 20 minutos e não se fundiram com outras nuvens. Dessa triagem refinada, restaram 439 tempestades. E desse grupo seleto, relata a pesquisadora, “307 foram utilizadas para treinar a rede neural e 132 foram mantidas separadas, para testar sua capacidade de previsão”.

A própria análise desses eventos revelou aspectos interessantes de sua dinâmica. Cerca de 70% das tempestades ocorreram entre novembro e março e aproximadamente 83% duraram entre 20 e 40 minutos. As tempestades mais curtas atingiram sua maior extensão por volta dos 15 minutos de existência; as intermediárias, com duração de 40 a 60 minutos, chegaram ao máximo entre 25 e 30 minutos; e as longas, que persistiram por mais de uma hora, alcançaram o pico de área em aproximadamente 40 a 45 minutos. Essas curvas de crescimento e dissipação são justamente o tipo de padrão temporal que uma LSTM pode aprender.

Os testes comprovaram que o novo sistema consegue ser mais de três vezes superior ao método tradicional na hora de prever a área exata da chuva logo de início. “Os resultados mostraram vantagem expressiva da abordagem híbrida”, destaca a pesquisadora. Esse salto numérico é evidenciado pelo índice de acerto, que passou de 0,2 para aproximadamente 0,7 nos primeiros minutos, “enquanto os falsos alarmes foram reduzidos em quase 70%”, detalha López.

Como seria de esperar, a incerteza cresce quando se tenta enxergar mais longe no futuro. O erro na estimativa da intensidade da chuva ficou em torno de 3 milímetros por hora para cinco minutos de antecedência e chegou a aproximadamente 3 a 4 milímetros por hora aos 30 minutos. Ainda assim, fornecer à rede um histórico mais longo da tempestade reduziu fortemente os erros na previsão da área de chuva.

Há também uma vantagem prática importante. O treinamento completo da configuração utilizada no estudo, com as 439 tempestades, levou cerca de 20 minutos em um computador convencional com programas desenvolvidos na linguagem de programação Python. Esta é uma linguagem muito usada em ciência de dados, aprendizado de máquina e inteligência artificial.

Diferentemente de várias arquiteturas de aprendizado profundo, que processam grandes sequências de imagens e podem exigir unidades de alto desempenho, o TITAN-LSTM trabalha essencialmente com séries temporais de valores extraídos pelo rastreamento das tempestades. “Uma das vantagens é que não precisamos de supercomputadores”, comenta a pesquisadora. “O software pode ser instalado em qualquer notebook. E, desde que sejam consideradas as especificações do radar utilizado, o algoritmo pode ser adaptado.”

Essa característica abre caminho para uma aplicação que vai além da pesquisa meteorológica. Prever onde estará uma tempestade dentro de cinco, dez ou 15 minutos, qual área ela deverá cobrir e com que intensidade choverá pode fornecer informação diretamente útil para sistemas de alerta de inundações e para a Defesa Civil.

“Para a Defesa Civil é necessária uma previsão muito rápida. Se sabemos por onde a chuva está passando, qual será sua intensidade, qual sua área de cobertura e para onde ela está indo, podemos avaliar quais regiões serão afetadas. O objetivo é ajudar na tomada de decisão, como interditar vias ou retirar pessoas de áreas de risco”, ressalta López.

A informação pode também alimentar modelos hidrológicos. Conhecendo antecipadamente a quantidade de chuva que poderá atingir determinada bacia hidrográfica e a velocidade de deslocamento da tempestade, torna-se possível estimar com maior antecedência o risco de aumento rápido da vazão de rios, alagamentos e inundações.

Novo desenvolvimento

O TITAN-LSTM ainda trabalha com uma categoria específica de tempestades: as chamadas “contínuas”, que podem ser acompanhadas como um único objeto ao longo de seu ciclo de vida, sem se fundirem com outras tempestades nem se dividirem em diferentes células. Essa restrição foi deliberadamente adotada para o primeiro estágio de desenvolvimento do método. “Agora, já estamos trabalhando com as tempestades complexas. São aquelas que, durante sua evolução, podem se fundir com outras ou se dividir em várias tempestades”, explica a pesquisadora.

A perspectiva, segundo López, é que a ferramenta possa ser adaptada a outros radares e, futuramente, fornecer previsões que sejam compartilhadas com órgãos responsáveis por alertas e prevenção de desastres. A relativa simplicidade computacional é decisiva nesse aspecto. “A ideia é possibilitar que a ferramenta possa estar disponível para ser baixada em qualquer notebook, e possa ser associada a outros radares, em outros lugares do Brasil”, afirma.

Os trabalhos atualmente em curso também contam com financiamento da FAPESP.

O artigo TITAN-LSTM: A weather radar nowcasting tool pode ser acessado em: agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1029/2026JH001337.

FONTE:Terra

Lula defende divisão de debates em “séries A, B ou C”

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O candidato para a presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Lula, realizou uma entrevista a um podcast, no mesmo momento em que os demais presidenciáveis se organizavam para um debate, cancelado posteriormente, em que debateu sobre o formato atual dos debates eleitorais. A decisão de não comparecer ao debate, segundo aliados do petista, representaria um “nó tático”.

De acordo com a apuração de Pedro Venceslau ao CNN 360º, Lula foi questionado no Flow Podcast pelo entrevistador sobre sua ausência no debate da Globo. Após brincar dizendo que preferia a companhia do apresentador, ele passou a criticar o modelo vigente e defendeu um formato proporcional, que foi comparado com as divisões do futebol brasileiro.

Pela proposta, candidatos com percentuais de intenção de voto semelhantes debateriam entre si: candidatos de “Série D” com outros da “Série D”, os da “Série C” com os da “Série C”, e assim por diante. O grande debate, na visão de Lula, deveria ocorrer apenas no segundo turno.

Referências históricas e contradições

Lula também recorreu a exemplos históricos para justificar sua ausência no debate. Ele lembrou que, em 1994 e 1998, Fernando Henrique Cardoso não participou dos debates da Rede Globo e não houve cadeira vazia. Segundo ele, o recurso da cadeira vazia teria surgido apenas na eleição de 2006, quando o próprio Lula optou por não comparecer ao debate. Em 2018, Jair Bolsonaro também não participou do debate da Globo — por motivos de saúde, após ter sido esfaqueado — e, igualmente, não foi deixada cadeira vazia. Lula reclamou da diferença de tratamento entre ele e os demais candidatos.

No entanto, a fala de Lula gerou uma certa contradição interna. Ele começou afirmando ter participado de todos os debates, inclusive em 1989, com mais de 15 candidatos. Mais adiante, porém, admitiu que em 2006 optou por não ir ao debate por não querer enfrentar Geraldo Alckmin — então candidato adversário, que na época era do PSDB — e três ex-companheiros do PT. “Para que eu vou no debate me desgastar, debatendo com outros candidatos que já foram do meu partido?”, disse Lula, segundo o relato de Pedro Venceslau.

Debate com muitos candidatos desgasta o incumbente

Lula defendeu ainda que debates com muitos participantes tendem a prejudicar quem já ocupa o cargo, pois todos os demais candidatos concentram seus ataques no incumbente. Essa avaliação é compartilhada por aliados e interlocutores de sua campanha. Como contraponto, Pedro Venceslau relembrou que Tarcísio Gomes de Freitas, que liderou as pesquisas desde a pré-campanha, participou de todos os debates e deve vencer no primeiro turno.

A proposta de divisão dos debates em “séries” gerou questionamentos sobre seu impacto democrático. A apresentadora do CNN 360º, Débora Bergamasco, ponderou que o formato prejudicaria candidatos em início de carreira política — como o próprio Lula teria sido em 1989 —, dificultando a visibilidade de nomes menos conhecidos. “Me parece um tanto limitador da democracia”, avaliou, durante o programa.

FONTE:CNN/BR

São Paulo recebe antecipação da Ticketmaster e paga um mês de direitos de imagem atrasados – ge.globo.com

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  1. São Paulo recebe antecipação da Ticketmaster e paga um mês de direitos de imagem atrasados  ge.globo.com
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FONTE:Google Notícias

Real Time Big Data: Moro e Sandro empatam no 2º turno com 42% cada

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Nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta sexta-feira (2), mostra o senador Sergio Moro (PL) e o vice-governador Sandro Alex (PSD) numericamente empatados num eventual cenário de segundo turno na disputa pelo governo do Paraná.

Já na simulação do primeiro turno, Moro aparece em primeiro lugar, com 37% das intenções de voto, seguido de Sandro, que registra 29%. Em terceiro lugar, aparece o deputado estadual Requião Filho (PDT), que totaliza 24%.

Luiz França (Missão) é apontado por 1% dos eleitores, enquanto Adriano Funileiro (PCO), Alexandre Salomão (Mobiliza), Samuel de Mattos (PSTU) e Tayná Miessa (UP) somam juntos 1% das intenções.

No questionamento do primeiro turno, votos em branco e nulos são 3%, enquanto aqueles que não souberam ou não responderam totalizam 5%.

Segundo turno

O levantamento testou três possíveis cenários de segundo turno. No primeiro deles, entre Sergio Moro e Requião Filho, o ex-juiz aparece com 56% das intenções de votos, contra 30% do deputado estadual.

Nesse cenário, brancos e nulos são 6%, enquanto aqueles que não souberam ou não responderam totalizam 8%.

Sergio Moro x Sandro Alex

Na segunda simulação, entre Sergio Moro e Sandro Alex, ambos aparecem numericamente empatados com 42%. São 8% aqueles que responderam votar em branco ou nulo. Outros 8% não souberam ou não responderam.

Sandro Alex x Requião Filho

O último panorama testado foi entre o atual vice-governador e o deputado estadual. Neste cenário, Sandro contabiliza 48% das intenções de voto, contra 31% de Requião.

Brancos e nulos são 11%, enquanto aqueles que não souberam ou não responderam somam 10%.

Metodologia

Foram ouvidos 1.600 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro. Margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela agência 3 Poderes Mídia e Comunicação Ltda e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo PR-04002/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo

*Sob supervisão de Lucas Schroeder

FONTE:CNN/BR

Palmeiras monta operação com 3 voos para resgatar atletas na Data Fifa

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O Palmeiras definiu a logística para trazer de volta os atletas convocados nesta Data Fifa. A direção alviverde fretou três voos para acelerar o retorno dos jogadores e tê-los à disposição contra o Bahia, na próxima quinta-feira (8), às 21h30 (de Brasília), no Nubank Parque, pelo Brasileirão.

Qual é o plano?

Gustavo Gómez, Sosa e Maurício se reapresentam ao Palmeiras na madrugada do dia 5 para o dia 6. O Paraguai enfrenta o New York Red Bulls em um amistoso na segunda-feira (5), em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Arias tem retorno previsto para a quarta-feira (7). O último amistoso da Colômbia na Data Fifa será contra o Peru, em Miami, na terça-feira (6), às 19h45 (de Brasília).

FONTE:Google Notícias

Festival do Rio: um giro pela première da 28ª edição do evento

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Durante 11 dias, a Cidade Maravilhosa vira palco de celebração da sétima arte no Festival do Rio. A première da 28ª edição do evento, que exibe títulos nacionais e internacionais, aconteceu nesta quinta-feira (01.10), no tradicional Cine Odeon, e recebeu estrelas como Antônio Pitanga, Betty Faria, Isis Valverde, Mariana Ximenes e Flavia Alessandra.

Apresentada por Reynaldo Gianechinni e Cris Vianna, a cerimônia de abertura contou com a exibição de A Bola Preta, dos espanhóis Javier Calvo e Javier Ambrossi, conhecidos como Los Javis, vencedor do prêmio de Melhor Direção, com direito a 20 minutos de aplausos de pé em sua estreia, no Festival de Cannes. O longa traz nomes como Penelope Cruz e Glenn Close no elenco e chega aos cinemas brasileiros em 21 de janeiro de 2027.

Reynaldo Gianechinni — Foto: Christian Rodrigues/ Divulgação

Cris Vianna — Foto: Christian Rodrigues/ Divulgação

Presença recorrente no festival, Isis Valverde cruzou o tapete vermelho a bordo de um vestido Louis Vuitton bicolor, com franzido na gola e pregas na saia. “Estarmos aqui hoje, celebrando o nosso cinema, nesse festival, é dar potência para ele crescer. Diretores, produtores, roteiristas e atores incríveis o nosso país tem, só falta dar espaço para que isso respire”, comenta a atriz em entrevista à Vogue.

Isis Valverde — Foto: Christian Rodrigues/ Divulgação

Mariana Ximenes, recebida na cerimônia com um abraço caloroso de Antônio Pitanga, apostou em um modelo Carolina Herrera de veludo e comprimento mini, com mangas bufantes e laços dramáticos. Prestes a entrar na sessão, a atriz relembrou um de seus momentos mais marcantes no Festival do Rio.

Mariana Ximenes — Foto: Christian Rodrigues/ Divulgação

Em 2019, Ximenes juntou-se à Paradise, de Thomas Azulay, para construir um vestido manifesto em protesto à decisão da Ancine de retirar cartazes de filmes nacionais de seu site e de sua sede. “Nosso cinema é tão rico, tão diverso, tão plural. E histórico. E eu trouxe essa história no meu vestido, no palco comigo. Podem retirá-los da paredes de prédios, mas nós estamos aqui resistindo. A arte e a cultura resistem”, afirmou a atriz à Vogue na ocasião.

Mariana Ximenes — Foto: Vinícius Mochizuki// Divulgação

Por sua vez, Flávia Alessandra e Giulia Costa honraram a paixão pelo audiovisual – enquanto a mãe é atriz, a filha atua como apresentadora e assistente de direção –, e disseram estar animadas para a estreia de “A Bola Preta”: “A gente é cachorrinha da Penélope!”, brinca Flávia. “O que mais me anima no Festival do Rio é prestigiar filmes que a gente normalmente não veria nas telonas, seja por investimento ou por influência, então, é a oportunidade de ver ‘pequenas produções’, que na verdade são muito grandiosas”, conta Giulia.

Flavia Alessandra — Foto: Christian Rodrigues/ Divulgação

Giulia Costa — Foto: Christian Rodrigues/ Divulgação

A seguir, confira mais nomes que marcaram presença no primeiro dia do Festival do Rio:

Betty Faria — Foto: Christian Rodrigues// Divulgação

Bruna Linzmeyer — Foto: Christian Rodrigues/ Divulgação

Letícia Sabatella — Foto: Christian Rodrigues/ Divulgação

Bárbara Paz — Foto: Christian Rodrigues// Divulgação

Vanessa Giácomo — Foto: Christian Rodrigues/ Divulgação

Festival do Rio 2026 @festivaldorio

Quando: 1º a 11 de outubro de 2026

Onde: cinemas, centros culturais e outros espaços do Rio de Janeiro e região metropolitana

Ingressos: R$ 32 (inteira) e R$ 16 (meia), mais taxa nas compras online. No Cine Odeon, há sessões a preço popular por R$ 10.

Pacotes: 4 ingressos por R$ 52 ou 8 ingressos por R$ 96, mais taxa, vendidos pelo Ingresso.com

Site: festivaldorio.com.br



FONTE:/vogue/BR