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Eleições 2026: entenda o caminho do voto até a divulgação do resultado

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Entre a confirmação do voto na urna eletrônica e a exibição dos resultados pela Justiça Eleitoral, os dados passam por diferentes etapas de registro, apuração, transmissão, verificação e totalização.

O primeiro turno das Eleições 2026 será realizado no domingo (4). A votação começa às 8h e terminará às 17h, sempre pelo horário de Brasília. Quem estiver na fila no momento do encerramento poderá votar normalmente. A divulgação dos resultados poderá começar a partir das 17h.

Zerésima mostra que urna não tem votos

Antes da abertura da seção, a partir das 7h, os mesários ligam a urna e emitem a chamada zerésima. O documento relaciona os candidatos que participam da eleição e comprova que nenhum voto foi registrado no equipamento antes do início da votação.

Também é emitido um resumo da zerésima, que deve ser assinado pelos responsáveis pela seção e pelos fiscais que desejarem acompanhar o procedimento. O documento permanece exposto em lugar visível.

Como o voto fica armazenado

Durante a votação, a urna funciona de forma isolada. O equipamento não é conectado à internet, ao Wi-Fi ou ao Bluetooth e executa somente os programas preparados, inspecionados, assinados digitalmente e lacrados pela Justiça Eleitoral.

Cada escolha confirmada é armazenada no RDV (Registro Digital do Voto). O arquivo guarda exatamente os números digitados, mas não registra o nome, o número do título ou qualquer outra informação que permita identificar o eleitor.

Além disso, os votos para cada cargo são gravados em posições aleatórias. Dessa maneira, não é possível relacionar as escolhas entre si nem reconstruir a ordem em que os eleitores compareceram à seção. O RDV também permite recontar os votos e verificar se o resultado apresentado no boletim corresponde aos registros da urna.

O que acontece quando a cotação termina

Depois que o último eleitor votar, o presidente da mesa encerra a votação no equipamento. Nesse momento, a própria urna apura os votos daquela seção e imprime o BU (Boletim de Urna).

O documento apresenta, entre outras informações, a quantidade de votos recebidos por candidato e partidos, os totais de votos em branco e nulos, o comparecimento, a identificação da urna, a zona e a seção eleitoral.

As vias do boletim são assinadas pelos integrantes da mesa e pelos fiscais presentes. Uma cópia assinada deve ser afixada em local visível na seção. Partidos, federações, coligações, Ministério Público, coligações, Ministério Público, imprensa e demais interessados também podem solicitar vias no momento do encerramento.

A urna também grava arquivos assinados digitalmente e criptografados em uma mídia de resultado. Essa mídia é retirada do equipamento e encaminhada para um cartório eleitoral ou para um ponto autorizado de transmissão.

A urna não transmite votos

A urna eletrônica não envia informações pela internet. Depois da retirada da mídia, computadores da Justiça Eleitoral fazem a transmissão dos arquivos por meio do Sistema Transportador ou do JE-Connect.

A transmissão ocorre em uma rede privativa e criptografada. Em regiões de difícil acesso, como comunidades ribeirinhas e territórios indígenas, também pode ser utilizada comunicação via satélite.

O JE-Connect permite instalar pontos de transmissão fora dos cartórios eleitorais e é utilizado em todos os estados. O sistema somente lê arquivos que contenham a assinatura digital produzida por uma urna oficial. Fiscais partidários, o Ministério Público e outras entidades fiscalizadoras podem acompanhar o procedimento.

Como os dados entram na totalização

Quando o arquivo chega ao ambiente de processamento da Justiça Eleitoral, os sistemas verificam a assinatura digital para confirmar que o resultado veio da urna preparada para aquela seção e que não sofreu alterações.

O Boletim de Urna é, então, decifrado pelo sistema de totalização. Os dados passam por verificações de estrutura e consistência antes de serem incorporados ao Sistot (Sistema de Gerenciamento da Totalização).

O procedimento soma os resultados apresentados nos boletins das diferentes seções eleitorais. A transmissão e o gerenciamento são realizados em cada instância da Justiça Eleitoral conforme a eleição e o cargo disputado.

Os resultados são atualizados à medida que os boletins são recebidos e processados. A consulta poderá ser feita no portal do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), nas páginas dos tribunais regionais eleitorais e no aplicativo Resultados.

Eleitor pode conferir o boletim

Os boletins recebidos para a totalização são disponibilizados na internet. Assim, qualquer pessoa pode comparar a versão digital com o documento impresso na seção.

A conferência também pode ser feita pelo QR-Code presente no boletim, por meio do aplicativo Boletim na Mão. A ferramenta permite verificar se os números impressos na seção correspondem aos publicados pela Justiça Eleitoral.

Como são definidos os eleitos

Presidente, governador e senador são escolhidos pelo sistema majoritário. Para presidente e governador, é necessário obter mais da metade dos votos válidos para vencer no primeiro turno. Para o Senado, são eleitos os dois candidatos com maior votação em cada estado e no Distrito Federal.

Os deputados federais, estaduais e distritais são escolhidos pelo sistema proporcional, que considera os votos recebidos pelos candidatos, partidos e federações para distribuir as vagas. Votos em branco e nulos não entram no cálculo dos votos válidos.

Os TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) proclamam os eleitos para governador, senador e deputados em cada unidade da Federação. Ao TSE cabe proclamar o resultado da eleição para presidente e vice-presidente da República. Depois dessa etapa, ocorre a diplomação, que formaliza a condição do eleito ou suplente.

 

FONTE:CNN/BR

Santa Cruz empata com Maringá e garante acesso antecipado à Série B

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Foi com emoção, mas o Santa Cruz conseguiu o acesso antecipado à Série B. A Cobra Coral tomou um gol relâmpago, empatou em 1 a 1 contra o Maringá, neste sábado (3), numa Arena de Pernambuco lotada por 45.500 torcedores, que celebraram a saída da terceira divisão. 


Os gols da partida foram marcados por Pedro Favela, pelo lado tricolor, e Adeílson para os visitantes. 


O Santa Cruz completa o Quadrangular Final da Série C no próximo sábado (10), contra o Botafogo-PB. O Maringá faz a última partida contra o Floresta, no mesmo dia.

Completando a rodada do grupo, Floresta e Botafogo-PB também ficaram no empate por 1 a 1, ocupando a terceira e quarta colocação da tabela, respectivamente.




O jogo

A torcida do Santa Cruz preparou uma grande recepção para a equipe. Desde a entrada dos jogadores, mosaicos, bandeiras e cânticos deram energia ao elenco coral.


O que os tricolores não esperavam era o gol do Maringá com menos de um minuto. 


O zagueiro Eurico, tentou sair driblando na defesa e foi desarmado. Na sequência do ataque, Adeílson acertou um chute de rara felicidade, no ângulo, para abrir o placar.


Adeílson abriu o placar na Arena de Pernambuco. Foto: Ricardo Fernandes / Folha de Pernambuco


Depois do gol sofrido, o Santa conseguiu se estabilizar na partida. Aos 9 minutos, teve a melhor chance. 


A defesa cortou o cruzamento pelo lado esquerdo. No rebote, Ronald bateu firme para defesa de Guilherme Neto. 


O Santa Cruz seguiu pressionando com lances de escanteios, mas foi o Maringá que levou mais perigo. 


O goleiro Thiago Coelho foi decisivo aos 40 minutos. Negueba acionou Calito. O atacante saiu cara a cara com a arqueiro e foi bloqueado. 


No último minuto, os visitantes tiveram mais uma oportunidade. Após cruzamento na área, Wendel Lomar subiu sozinho e cabeceou para fora.


Intervalo

O sufoco do primeiro tempo passou rápido. O Santa Cruz voltou com uma postura mais ofensiva e buscou a recuperação na partida.


Aos seis minutos, Everaldo acertou o cruzamento para dentro da área. O volante Pedro Favela escorou de cabeça e fez a Arena de Pernambuco explodir. Esse foi o gol do acesso tricolor.


Pedro Favela foi o responsável pelo gol do acesso Tricolor. Foto: Paulo Paiva e Rafael Vieira / FPF


Depois do gol tricolor, a partida entrou num ritmo de controle. Nenhuma das equipes tentou se expor.


O Maringá desperdiçou a chance de voltar a comandar o placar aos 24 minutos. 


A defesa coral cortou mal o cruzamento que veio pela esquerda. A bola sobrou limpa na pequena, mas o atacante Camarão finalizou por cima do gol.


Na reta final, o Santa Cruz teve chances de virar a partida. João Pedro e Matheus Cadorini finalizaram para fora.

Ficha Técnica

Santa Cruz: Thiago Coelho; Thiago Ennes (William Júnior)., Eurico (Edson Miranda), William Alves e Matheus Vinícius; Silva (Fabinho), Pedro Favela, Everaldo (Arilson), Renato e Ronald (João Pedro); Eron (Matheus Cadorini). Técnico: Cristian de Souza. 


Maringá: Guilherme Neto; Jhow (Gabriel Souza), Ronald, Wendel Lomar e Thiago Rosa; Lucas Bonifácio, Paulinho e Adeílson; Negueba, Camarão (Serginho) e Calito (Júlio Rodrigues). Técnico: Ivan Campanari. 


Local: Arena de Pernambuco (São Lourenço da Mata/PE)

Árbitro: Raphael Claus (SP)

Assistentes: Rafael Tadeu Alves e Henrique Perinelli (ambos SP)

VAR: Wagner Reway (SC)

Gols: Adeílson (1’ do 1º tempo); Pedro Favela (6’ do 2º tempo)

Cartões amarelos: Everaldo (SCZ); Matheus Vinícius (SCZ); Edson Miranda (SCZ); Wendel Lomar (MAR);

Público: 45.500 torcedores

Renda: R$ 2.039.778,44

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FONTE:Google Notícias

Morador começa a receber visitas procurando uma antiga empresa no endereço de sua casa e descobre que o CNPJ ainda aparece vinculado ao imóvel anos depois

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Casa continua ligada ao endereço de um CNPJ antigo e morador tenta corrigir cadastros após receber cartas, entregas e visitas indevidas.

4 out
2026
– 00h44

(atualizado às 00h46)

Resumo
Após receber correspondências e visitas de clientes e entregadores em sua residência, o morador Raul descobriu que seu imóvel ainda constava no cadastro público do CNPJ de uma antiga empresa. Para resolver o transtorno sem assumir obrigações alheias, ele reuniu provas, recusou entregas de terceiros e solicitou correções formais nos registros oficiais, em listas privadas e em aplicativos de mapas, reduzindo os incômodos causados pela persistência de dados desatualizados na internet.

A primeira carta destinada à empresa foi deixada ao lado da conta de luz. Raul pensou que o remetente ainda não soubesse da mudança de ocupantes e devolveu o envelope fechado. Depois chegaram um entregador, uma ligação e uma pessoa procurando uma sala comercial que não existia mais ali. A casa era sua havia anos. Quando consultou o cadastro público, descobriu que o endereço ainda aparecia ligado a um CNPJ antigo. A confusão deixara de ser correspondência errada: gente de fora continuava tratando sua porta como entrada de uma empresa.




Cartas e visitantes chegavam procurando um negócio que já havia saído.

Foto: Imagem gerada por inteligência artificial / Catraca Livre

Quando o endereço começou a incomodar?

Durante semanas, os envelopes pareciam um incômodo pequeno. Raul anotava “destinatário desconhecido” e os devolvia. A situação mudou quando um entregador insistiu que o sistema confirmava a entrega naquele número. Um visitante apareceu no fim de tarde procurando atendimento. Raul explicou que ali era uma residência, mas a pessoa mostrou o endereço na tela do telefone.

Ele não abriu cartas nem recebeu mercadorias em nome da empresa. Fotografou somente a parte externa dos envelopes e anotou datas das visitas. Queria distinguir um cadastro desatualizado de diferentes remetentes consultando a mesma informação errada. O nome comercial se repetia, assim como o número da casa; não era coincidência de uma rua próxima.

O que o cadastro mostrava de fato?

Raul encontrou uma empresa aberta antes de comprar o imóvel e um registro público que ainda exibia seu endereço. Isso não significava que a firma funcionasse ali, que ele tivesse relação com suas dívidas ou que toda informação na internet fosse oficial. Bastava, porém, para explicar por que desconhecidos apareciam. A persistência de um endereço antigo em correspondências também depende de cadastros que não conversam entre si.

Conferiu os dados na consulta pública de CNPJ e guardou a página com a data de acesso. A informação permitia fazer uma reclamação precisa: qual empresa, qual campo e qual imóvel estavam envolvidos. Também impedia uma reação exagerada, como atribuir a si mesmo uma obrigação empresarial apenas porque seu endereço aparecia numa ficha. Um dos visitantes trazia um número de telefone que já não atendia. Outro havia copiado o endereço de uma busca antiga. Raul anotou as origens porque percebeu que algumas pessoas consultavam o cadastro público e outras chegavam por serviços que reproduziam informações desatualizadas. Corrigir uma ficha não alcançaria todas as telas no mesmo dia.

A antiga empresa ainda atendia alguém?

Raul procurou um contato público da firma e enviou uma mensagem curta pedindo a correção cadastral. Não recebeu resposta imediata. Um antigo vizinho lembrou que antes funcionava ali uma pequena sala, mas não sabia para onde o negócio se mudara. Esse pedaço da história ajudou a compreender a origem do erro, sem oferecer uma solução por conta própria.

Enquanto aguardava, avisou à família para não assinar recebimento em nome de terceiros. Os visitantes não eram tratados como ameaças; recebiam uma explicação objetiva de que o endereço era residencial. A cautela tinha um motivo simples: um comprovante de entrega equivocado poderia tornar ainda mais confusa a tentativa de mostrar que a empresa não estava no local.



Corrigir diferentes cadastros exigiu mais de uma solicitação do morador.

Foto: Imagem gerada por inteligência artificial / Catraca Livre

Como Raul tentou corrigir o caminho das pessoas?

Ele organizou a escritura, documentos que mostravam a ocupação atual da casa e as anotações sobre correspondências. Buscou orientação sobre como comunicar formalmente a divergência ao cadastro responsável, sem presumir que pudesse alterar os dados de outra pessoa jurídica diretamente. Também solicitou aos remetentes que atualizassem suas próprias listas quando havia um canal claro para isso.

Algumas cartas pararam, mas um aplicativo de mapas ainda reproduzia o endereço antigo. Raul registrou a sugestão de correção ali separadamente. Percebeu que não existia um único botão capaz de apagar o erro de todos os sistemas: cadastro oficial, listas privadas e buscas na internet seguiam ritmos diferentes. A persistência do problema não significava que sua tentativa tivesse sido inútil. Para não transformar a residência em balcão de esclarecimento da empresa, Raul deixou uma resposta breve para a família: confirmar que ali não havia atendimento comercial e não fornecer documentos pessoais a visitantes. A clareza da frase evitou tanto conversas longas no portão quanto a impressão de que precisavam conhecer as pendências de um negócio alheio.

Quando a porta voltou a ser apenas uma porta?

A frequência das visitas caiu depois das primeiras correções, embora um envelope isolado ainda chegasse. Raul manteve a pasta com comprovantes e passou a responder sem improvisar histórias sobre a empresa. Para a família, a mudança mais importante foi parar de discutir cada campainha como se fosse o início de uma cobrança desconhecida.

A casa continuava no mesmo número e na mesma rua. O que precisava mudar era a informação usada por quem nunca estivera ali. Raul descobriu que um endereço antigo pode continuar trabalhando depois que a empresa sai: recebe cartas, orienta trajetos e interrompe a vida de moradores que nada têm a ver com aquele negócio.

FONTE:Terra

Nova fonte, barra de progresso: veja o que muda nas urnas em 2026

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Para as eleições deste ano, as urnas eletrônicas passaram por algumas mudanças para facilitar o uso pelo eleitor. Entre as principais, estão uma nova fonte, barra de progresso e ampliação do uso de Libras.

As principais dificuldades da população na hora de votar foram identificadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que fez as devidas adaptações. “Tudo para aprimorar a experiência do eleitor em um dos momentos mais importantes da vida cidadã“, segundo a Justiça Eleitoral.

Parte das mudanças implementadas na nova interface teve origem em propostas elaboradas por estudantes da USP (Universidade de São Paulo) em um concurso voltado ao aperfeiçoamento da acessibilidade e da experiência de uso da urna eletrônica.

“Recursos como maior legibilidade, melhor organização visual das informações e mecanismos mais claros de acompanhamento do processo de votação contribuem para uma experiência mais simples e compreensível para qualquer pessoa”, afirma Lucia Vilela Leite Filgueiras, professora da Escola Politécnica da USP.

Veja abaixo as principais mudanças.

Nova fonte

A Justiça Eleitoral passou a utilizar a fonte Atkinson Hyperlegible, desenvolvida pelo Braille Institute, organização especializada em acessibilidade para pessoas com deficiência visual.

O desenho das letras tem mais contraste, espaçamento e definição dos caracteres, o que favorece a leitura.

Barra de progresso

Agora, o eleitor terá uma barra de progresso fixa na parte superior da tela da urna eletrônica. A ferramenta vai mostrar quais cargos já receberam voto e quais ainda serão apresentados.

“A barra de progresso funciona como um guia visual. Ela permite que o eleitor saiba exatamente em que etapa da votação está e quais cargos ainda faltam ser apresentados”, explica Rodrigo Coimbra, chefe da Seção de Voto Informatizado do TSE.

 Libras

Também foram ampliados os recursos de acessibilidade já presentes na urna eletrônica. Além de informar o cargo em votação, os intérpretes de Libras passam a indicar situações como voto em branco, voto nulo e voto de legenda.

 

FONTE:CNN/BR

Atlético-MG vence o Red Bull Bragantino em jogo com susto e ambulância

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O Atlético-MG venceu o Red Bull Bragantino por 1 a 0 na noite deste sábado, na Arena MRV, em jogo atrasado válido pela 21ª rodada do Brasileirão.

O gol do Galo foi marcado por Bernard, aos 18 minutos. O atacante aproveitou a falha do zagueiro Gustavo Marques, arrancou pela esquerda e chutou no canto esquerdo de Tiago Volpi. A bola ainda tocou na trave antes de entrar.

Preocupação aos nove segundos… No primeiro lance do jogo, Alix Vinícius, do Bragantino, se chocou com Victor Hugo, do Atlético-MG. Os dois ficaram desacordados no gramado. O zagueiro do Atlético se recuperou e se retirou do campo caminhando, mas Alix precisou deixar o o gramado de ambulância.

FONTE:Google Notícias

Analistas veem migração pró-Flávio nas últimas pesquisas antes do 1º turno

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Guilherme Russo, diretor de Inteligência da Quaest, e Leonardo Barreto, sócio da consultoria Think Policy, avaliaram neste sábado (3) os resultados das pesquisas eleitorais divulgadas na reta final do pleito. Os especialistas identificaram uma movimentação de votos em direção ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo Russo, ficou “muito claro que nessa reta final o movimento que a gente chama de migração dos candidatos para o Flávio aconteceu”. Com isso, Flávio Bolsonaro passou a registrar maior intenção de votos no primeiro turno.

O especialista também destacou uma queda expressiva no número de indecisos: na pesquisa espontânea da Quaest, esse índice recuou para 17%, reduzindo-se a quase metade em relação a levantamentos anteriores.

Russo observou ainda que tanto Lula quanto Flávio ganharam espaço e força na participação dos votos com esse movimento.

No entanto, ao analisar o conjunto das pesquisas, o especialista afirmou que “o maior cenário, a maior probabilidade é de a gente ter um segundo turno”, com Lula aparecendo “um pouquinho à frente” de Flávio, mas sem que nenhum dos dois consiga atingir os 50% mais um necessários para uma vitória no primeiro turno.

Movimentação na reta final

Barreto utilizou as metáforas de “retrato” e “filme” para descrever o cenário eleitoral. O retrato, segundo ele, mostra Lula liderando as pesquisas por uma margem de um a dois pontos, dependendo dos institutos e agregadores. Já o filme — que registra o movimento dos eleitores ao longo do tempo — revela “uma movimentação pró-Flávio”.

O analista ressaltou que essa movimentação não se encerra com a divulgação das últimas pesquisas. “Provavelmente ela vai se transcorrer durante todo o período de votação”, afirmou.

Barreto ponderou que, embora haja claramente uma onda favorável a Flávio, “o que a gente não pode dizer é o tamanho dessa onda”, algo que só será conhecido com o resultado das urnas. Para ele, o desfecho será determinante para organizar as campanhas em um eventual segundo turno.

FONTE:CNN/BR

O que é o ‘eleitor provável’, utilizado pela Quaest na véspera da eleição

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A segunda dimensão considera o nível de motivação do eleitor para ir às urnas. O instituto traça uma estimativa a partir de dados das pesquisas como interesse pela disputa, busca de informação, resultados que o eleitor mais teme e sua expectativa sobre quem vai vencer.

Considera-se ainda o histórico de participação do eleitor e a intenção de ir votar. Com esse conjunto de respostas, o instituto estima o envolvimento de cada entrevistado. “Uma pessoa pode pertencer a um grupo historicamente mais sujeito à abstenção e, nesta eleição, estar muito mobilizada para votar. O componente motivacional permite atualizar a estimativa baseada no perfil”, explicou Nunes no artigo.

A partir da combinação dessas duas dimensões, a Quaest calculou a probabilidade de comparecimento de cada entrevistado e pondera os números nas respostas e nos pesos da pesquisa. Depois, é feito o recálculo da participação de cada candidato no total ponderado de intenções de voto em candidatos. Assim, obtém-se a estimativa de votos válidos. O modelo é agnóstico, não há um tipo de candidato beneficiário definido de antemão.

Nunes cita um exemplo de como o modelo funciona na prática. Numa disputa de dois candidatos empatados em 40% dos votos totais cada, sobram 20% entre brancos, nulos e indecisos. Ambos teriam 50% dos votos válidos.

Mas, se a probabilidade de comparecimento dos eleitores do primeiro candidato é de 80% e a do segundo, 70%, os 40 pontos de cada um passam a representar 32 e 28 nas ponderações do instituto. Isso resulta em, aproximadamente, 53% e 47% dos válidos.

“Ninguém mudou de candidato: mudou o peso associado à possibilidade de comparecer”, afirmou o diretor da Quaest no artigo.

FONTE:Google Notícias

Ana Castela debocha de especulações sobre novo namorado: ‘Estou escondendo’

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Ana Castela usou as redes sociais neste sábado (03.10) para brincar com as especulações sobre sua vida amorosa. A cantora sertaneja apareceu dançando ao lado do amigo Nilson Neto em um vídeo publicado no TikTok e chamou a atenção após responder a um comentário de um internauta que questionou a presença de um rapaz ao fundo da gravação.

“Quem é aquele ali no fundo, hein, Ana Flávia?”, perguntou o seguido. Sem revelar a identidade do homem mencionado, a Boiadeira entrou na brincadeira e respondeu: “Meu 15º namorado, que eu estou escondendo de todas as páginas de fofocas!”.

A resposta bem-humorada fez referência aos frequentes rumores envolvendo a vida amorosa da cantora, que não confirmou estar vivendo um novo relacionamento.

Nilson Neto, que também já teve seu nome associado ao da sertaneja, aproveitou a repercussão para entrar na brincadeira. Ao se deparar com um comentário de um seguidor que dizia “Ele não nos daria esse desgosto”, em referência a um possível envolvimento entre os dois, o cantor respondeu: “Estou na seca mesmo”.

As especulações sobre um possível romance entre Ana e Nilson começaram em junho deste ano, quando as interações entre os artistas nas redes sociais chamaram a atenção dos fãs.

Na ocasião, Nilson compartilhou um vídeo dançando com a sertaneja e brincou com a frequência dos comentários dela em suas publicações. “Boiadeira dona do fã-clube TeLoveNilsonNeto”, escreveu na legenda. Na gravação, ele ainda provocou: “Quando ela não te esqueceu e precisa ficar comentando em todos os seus vídeos”.

Ana também participou das brincadeiras. Em uma publicação do cantor, comentou: “Quanto TikTok, Nilson Neto”, recebendo uma resposta no mesmo tom: “Quanto comentário, Ana ‘Costela'”. Além da amizade, os dois já dividiram os vocais na música “Melhor Feat.”, lançada em 2025.

Desde o fim do relacionamento com Zé Felipe, anunciado em dezembro de 2025, Ana Castela não assumiu publicamente um novo namoro. Os artistas haviam oficializado a relação em outubro daquele ano, após semanas de especulações. Desta vez, a Boiadeira preferiu reagir aos comentários com bom humor, sem revelar a identidade do homem mencionado no vídeo.

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FONTE:/vogue/BR

Atlas: 52,5% desaprovam o governo Lula; aprovação é de 46,8%

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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 52,5% dos brasileiros, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada neste sábado (3). Já o índice de aprovação da gestão do petista é de 46,8%. Já 0,7% dos entrevistados não souberam responder ao levantamento.

Metodologia

A pesquisa AtlasIntel entrevistou 4.945 eleitores, entre 27 de setembro e 2 de outubro, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro do levantamento é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela Bloomberg está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00999/2026.

 

FONTE:CNN/BR