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Jovem australiano vive ascensão meteórica antes de enfrentar o Brasil

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O zagueiro australiano Lucas Herrington, de 19 anos, vive uma trajetória de destaque nos últimos nove meses. De volta a Brisbane nesta semana, o defensor se prepara para enfrentar a Seleção Brasileira em dois amistosos internacionais e realizar um sonho de infância com a camisa da seleção.

No início do ano, Herrington era considerado uma jovem promessa do Brisbane Roar, clube da A-League. Desde então, uma passagem pelo Colorado Rapids, da MLS, uma campanha de destaque na Copa do Mundo e a transferência para o Hull City, da Premier League, mudaram seu status no futebol.

“É bastante louco… passou voando”, afirmou Herrington aos jornalistas nesta quarta-feira (23). O jogador completou 19 anos no início de setembro e destacou a importância da trajetória recente em sua carreira.

“Foi uma grande jornada para mim. Aproveitei cada minuto. Estou apenas tentando manter os pés no chão, continuar trabalhando duro e aproveitar a jornada”, disse o zagueiro.

Zagueiro destaca adaptação em diferentes ambientes

Na terça-feira, Herrington recebeu a Medalha Harry Kewell, prêmio destinado ao melhor jogador australiano com menos de 23 anos. Apesar do reconhecimento, ele rejeitou a ideia de que o talento natural tenha facilitado sua chegada ao alto nível.

“Obviamente, tive que trabalhar e me adaptar a cada situação”, afirmou. Para o defensor, cada etapa da carreira apresentou desafios e exigiu uma capacidade diferente de adaptação.

“De Brisbane para o Colorado, dos Socceroos para a Premier League, são todos ambientes diferentes, com treinamentos diferentes. Você precisa se adaptar a todos eles. Mas, no fim das contas, é apenas futebol, e eu simplesmente amo jogar futebol”, completou Herrington.

Herrington terá dois encontros com a Seleção Brasileira

A Austrália enfrenta o Brasil nesta sexta-feira, na cidade de Townsville, no norte de Queensland. O segundo amistoso contra os pentacampeões mundiais será na próxima terça-feira, no Lang Park, em Brisbane, estádio onde Herrington estreou como profissional há menos de dois anos.

Além da oportunidade de enfrentar jogadores como Vinicius Jr., a segunda partida terá um significado especial para o jovem defensor. Herrington nunca defendeu a seleção australiana em sua cidade natal.

“Mal posso esperar. Sempre foi um sonho meu representar os Socceroos em Brisbane”, afirmou o jogador.

Jovem australiano terá apoio da família em Brisbane

Herrington também revelou que terá familiares e amigos nas arquibancadas para acompanhar o duelo contra o Brasil. Para o zagueiro, enfrentar uma das principais seleções do mundo torna o momento ainda mais especial.

“Tenho muitos familiares e amigos que virão me ver jogar contra um grande adversário. Internacionalmente, não há coisa muito melhor do que o Brasil“, declarou.

“Então, acho que todos os jogadores estão preparados. Eu estou preparado, a comissão técnica está pronta, e acho que Brisbane está pronta. E todo o estado de Queensland também está pronto para aquele jogo em Townsville”, acrescentou.

Por fim, Herrington resumiu a expectativa para os dois compromissos com a seleção australiana. “Mal posso esperar para vestir a camisa”, afirmou o zagueiro.

FONTE:CNN/BR

Instinct: o que é a IA de 23 anos que já vale bilhões

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*Ele consegue encarar atendimento humano: há relatos de o Instinct falar com representante de seguradora e até cancelar assinaturas recorrentes esquecidas.

*Com o recurso de ligações, a promessa é destravar tarefas que “morrem no telefone”, como reservar restaurante que não aceita online, entrar em lista de encaixe do dentista ou tentar resolver pepinos com operadora de TV a cabo.

IAgora?

O Instinct é o retrato mais claro, até aqui, da virada que o Vale do Silício quer vender: sair da IA “que te dá instruções” para a IA “que pega e faz”. É como trocar um GPS que só fala o caminho por um motorista particular – só que, para dirigir por você, esse motorista precisa da chave da casa, do cartão e de acesso ao seu celular.

É aí que a discussão de segurança deixa de ser detalhe técnico e vira o centro do produto. Os relatos de testes apontam situações que, no mundo real, são o tipo de coisa que derruba confiança rápido: gente dizendo que o Instinct continuou resumindo emails mesmo depois de desconectar a conta; dificuldade para apagar registros; e o risco de a IA ser enganada (phishing) e abrir a porta para golpes.

Ao mesmo tempo, a chegada de rivais como o Muse, da Meta, mostra que isso não deve ficar restrito a uma startup. Os dois já correm para oferecer o mesmo tipo de poder (inclusive fazer ligações), o que tende a acelerar a popularização – e também a pressão para “lançar logo” antes de resolver todas as arestas.

FONTE:Google Notícias

Mais de 100 pessoas alegam lesões cerebrais em montanha-russa dos EUA

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Mais de 100 pessoas afirmam ter sofrido lesões cerebrais de diferentes gravidades após andar na X2, uma montanha-russa do parque Six Flags Magic Mountain, no sul da Califórnia, nos últimos dois anos. As novas alegações surgem após uma investigação da CNN, publicada no mês passado, relacionar a atração a ferimentos que mudaram vidas e a mortes.

“A Six Flags tem apostado deliberadamente com a vida das pessoas. Nenhum brinquedo assim deveria ter permissão de existir”, disse o advogado civil Christopher Bulone em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (22), ao anunciar três processos contra a empresa nesta semana.

A X2 é uma das principais atrações do Six Flags Magic Mountain e atrai visitantes de várias partes do mundo com assentos que giram, quedas quase verticais e movimentos imprevisíveis.

As alegações de que a montanha-russa feriu passageiros remontam a mais de uma década, mas permaneceram em grande parte sob sigilo até a investigação da CNN. A reportagem documentou mais de uma dúzia de relatos de ferimentos graves e hospitalizações associados à atração, incluindo pelo menos duas mortes. Em julho, duas mulheres foram atendidas na mesma emergência de Santa Clarita após andar na X2 com apenas seis dias de diferença.

Mais de 100 novos casos

Após as reportagens da CNN, advogados disseram nesta terça-feira que agora representam mais de 100 clientes que alegam ter sofrido lesões cerebrais de diferentes gravidades após andar na X2 nos últimos dois anos.

Os advogados afirmaram ainda ter recebido relatos de centenas de outros passageiros, mas disseram que alguns não poderiam processar devido ao prazo de prescrição, tinham ferimentos não relacionados ao cérebro ou não possuíam comprovantes de atendimento médico. A CNN não conseguiu verificar de forma independente as alegações apresentadas recentemente.

Dois dos processos ajuizados na segunda-feira (21) detalham relatos de passageiros já apresentados pela CNN. Os documentos alegam que dirigentes da Six Flags tinham amplo conhecimento dos supostos riscos da atração e não deveriam ter permitido que ela continuasse em operação.

Uma das passageiras é Naomi Greer-Wilkinson, de 26 anos, que perdeu a consciência depois de sair da montanha-russa e precisou passar por uma cirurgia cerebral de emergência após sofrer uma lesão cerebral traumática grave.

Pamela Guillen, de 40 anos, também perdeu a consciência após andar na atração e foi submetida a uma cirurgia cerebral de emergência. Segundo um e-mail analisado pela CNN, cirurgiões determinaram que os ferimentos foram causados por “um evento traumático de rápida aceleração-desaceleração vivenciado durante o brinquedo X2”.

Guillen contou anteriormente à CNN que precisou reaprender a falar e andar. Ela afirma que ainda sofre com fortes dores de cabeça e névoa cerebral e precisa tomar medicamentos para prevenir convulsões.

Greer-Wilkinson permanece em coma, enquanto seus pais mantêm a esperança de que ela acorde.

Em um terceiro processo apresentado na segunda-feira, o advogado de Los Angeles Michael Wilk alegou ter sofrido um grave sangramento cerebral que exigiu múltiplas cirurgias depois de andar na X2 em fevereiro.

Em entrevista à CNN, Wilk afirmou que ficou incapacitado pelos ferimentos, com fortes dores de cabeça, perda de memória e névoa mental, além de não conseguir mais exercer a advocacia.

“Meu cérebro tem dificuldade em processar as palavras e, por isso, a menos que seja extraordinariamente claro e alto, meu cérebro entende a palavra errada. Acho que perco cerca de metade das conversas das quais participo”, disse. “Espero sinceramente que, ao vir a público, mudanças sejam feitas.”

O que diz a Six Flags

A Six Flags se recusou a comentar as novas alegações envolvendo a X2, afirmando que não comenta processos judiciais em andamento. A empresa já havia se recusado a responder às perguntas detalhadas da CNN e disse que a única informação que compartilharia era que “o brinquedo permanece fechado no momento”.

Em processos anteriores movidos por passageiros ou familiares de vítimas, os advogados da Six Flags defenderam a montanha-russa argumentando que uma placa alerta os visitantes de que “existem riscos inerentes à participação em qualquer brinquedo ou atração de parque de diversões”.

A empresa também afirmou que a X2 é testada regularmente e que as forças físicas experimentadas pelos passageiros não são suficientemente fortes para causar uma lesão cerebral traumática em um passageiro “normal” que utilize a atração “conforme as instruções”.

Casos e mortes

Também nesta semana, o advogado Timothy Loranger, cujo escritório representou a família de Christopher Hawley, de 22 anos, que morreu de uma lesão cerebral traumática após andar na X2 há quatro anos, disse à CNN que novos clientes procuraram a banca por danos supostamente causados pela montanha-russa.

Os casos incluem relatos que variam de concussões graves a sangramentos cerebrais. Entre os novos clientes está a família de um jovem que, segundo os advogados, morreu após andar na X2 no fim de 2025. Ele seria a vítima mais recente entre pelo menos três mortes supostamente relacionadas à atração.

O que diferencia a X2 de outras montanhas-russas é sua tecnologia de “quarta dimensão”. Os assentos giram 360 graus ao redor dos trilhos enquanto os trens atingem velocidades de quase 130 km/h durante cerca de dois minutos.

Apesar de anos de alertas de visitantes, advogados e especialistas médicos sobre os supostos riscos da atração, responsáveis pelo parque e reguladores estaduais permitiram que a X2 continuasse em operação até este verão.

O Six Flags fechou a montanha-russa na noite de 12 de julho, segundo um porta-voz. O fechamento ocorreu quase um dia após o acidente mais recente no local, e os responsáveis pelo parque não explicaram o que motivou a decisão.

A Divisão de Saúde e Segurança Ocupacional da Califórnia, que supervisiona as operações de brinquedos em parques de diversões, não respondeu ao pedido de comentário da CNN sobre as novas alegações.

Anteriormente, a agência também não respondeu a perguntas sobre o histórico de lesões cerebrais supostamente associadas à X2 nem explicou como considerou seguro reabrir a atração após incidentes anteriores. A agência apenas informou que uma inspeção continua em andamento.

O advogado Gary Dordick, que também representa mais de 100 novos clientes, afirmou nesta terça-feira que muitas supostas vítimas disseram ter comunicado os ferimentos à Six Flags. Segundo ele, não está claro quantos desses casos foram posteriormente informados às autoridades estaduais.

“A Magic Mountain conhece os perigos desta atração há anos”, afirmou Dordick.

FONTE:CNN/BR

Daronco vai do fortão ao fit e perde mais de 10kg desde o ano passado

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O debate sobre a forma de Daronco ganhou as redes sociais nos últimos dias. A reportagem procurou Daronco, mas o juiz não quis se manifestar. A CBF também não se manifestou.

“É simples, Daronco estava até pouco tempo com perfil estético adequado a outras atividades que não a arbitragem; então depois de muita conversa e alinhamento de expectativas, ele decidiu preparar como nunca antes seu perfil atlético”, comentou Rodrigo Martins Cintra, ex-presidente da comissão de arbitragem, em uma postagem sobre o tema.

Numa primeira leva, em maio do ano passado, Daronco já tinha perdido cerca de 9kg. Segundo Cintra, bateu 12 quilos de redução. O resultado é perceptível no visual.

O acompanhamento de Daronco foi feito pela preparação física que atuava junto à comissão. A perda de peso virou tema em conversas informais nos bastidores da arbitragem, sobretudo quando os árbitros vinham treinar presencialmente no Rio.

Quem convive no ambiente da arbitragem avalia que o emagrecimento coloca Daronco em um padrão físico mais adequado aos árbitros de elite.

Cintra indicou que Daronco se livrou de músculos e lipídios que “se tornam ‘peso” além do necessário para a função, além de “dificultar a equação ideal da tomada de decisão”.

FONTE:Google Notícias

Do latte ao frasco, o hype do matcha chega à perfumaria

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Se você frequenta cafeterias, acompanha as tendências de gastronomia ou simplesmente passa algumas horas scrollando nas redes sociais, provavelmente já percebeu: o matcha está em toda parte. O chá verde japonês moído em pó ganhou status de fenômeno global e, nos últimos anos, passou a aparecer em lattes, receitas de sobremesas e rituais de wellness. Para se ter uma ideia, só no TikTok, a #matcha já reúne quase seis milhões de conteúdos. Agora, a febre parece chegar a um novo território: a perfumaria.

“O matcha tem um cheiro particular. É verde, fresco, vegetal, com uma faceta quase cremosa e uma leve amargura”, explica a especialista em fragrâncias, Helen Augusto, em entrevista à Vogue Brasil. Segundo ela, é justamente essa combinação de contrastes que torna o acorde interessante e permite interpretações não-literais. Ou seja, na prática, isso quer dizer que não existe necessariamente um único “cheiro de matcha”. Quando combinado a cítricos, folhas e notas aquáticas, por exemplo, ele tende a um lado mais fresco e luminoso. Com ervas aromáticas, pode se tornar mais herbal; ao lado de madeiras, musks e notas terrosas, adquire profundidade e conforto. Já baunilha, sândalo e acordes lactônicos acentuam seu lado cremoso. “É um ingrediente sofisticado, porque não precisa ser doce para ser envolvente”, resume a expert.

Matcha Milk, Phlur — Foto: Reprodução/Instagram

É nesse ponto, inclusive, que o matcha se encontra com uma das grandes tendências da perfumaria: a revolução do gourmand. Depois de temporadas marcadas por baunilhas, caramelos, pistache, frutas açucaradas e sobremesas em diferentes interpretações, cresce o interesse por fragrâncias que evocam o universo comestível sem necessariamente reproduzir seu excesso de açúcar. O chá ocupa, então, esse espaço de maneira particular, oferecendo textura e uma impressão gustativa, mas com o contraponto vegetal. “Gourmand não precisa ser sinônimo de ‘muito doce'”, defende Helen. “É quase como se estivéssemos saindo da confeitaria tradicional para entrar numa confeitaria asiática, na qual o doce muitas vezes vem acompanhado de uma nota verde, tostada ou amarga”.

Para além disso, a relação com a cultura asiática ajuda a explicar outra parte desse sucesso. Embora o matcha tenha, sim, ganhado expansão global (segundo dados da Mordor Intelligence, o mercado da bebida foi avaliado em mais de US$ 3 bilhões em 2025 e deve ultrapassar os US$ 5 bilhões até 2031), sua história está profundamente ligada ao Japão e sua chegada à perfumaria acontece paralelamente a um interesse maior por referências olfativas asiáticas.

Depois do forte crescimento da perfumaria árabe no mercado internacional, outras tradições e matérias-primas do continente começam a ganhar espaço no imaginário ocidental, ampliando o repertório de ingredientes que podem inspirar as fragrâncias inéditas. Nesse cenário, o matcha não chega sozinho. Arroz, ginseng, hinoki, gergelim e hojicha, entre outros elementos associados à cultura e à gastronomia asiáticas, aparecem cada vez mais como referências possíveis para novas texturas e formas de construir o gourmand.

Thé Matcha 26, Le Labo — Foto: Reprodução/Instagram

Ao olhar para as prateleiras, um dos pioneiros dessa tendência, e também um dos exemplos mais conhecidos, é o Thé Matcha 26, da Le Labo, lançado em 2021. No mesmo ano, a Maison Margiela também ajudou a popularizar a ideia com o Matcha Meditation, da linha Replica. Mais recentemente, a bebida ganhou novas leituras, como o Matcha Milk, da estadunidense Phlur, e Freedom Musk Matcha | 45, da Kayali, que ainda não desembarcou no Brasil.

Por aqui, a conversa encontra espaço em propostas de diferentes perfis. O Uji Matcha, da Becquer Fragrances Lab, é uma criação da perfumista Jessica Soffiatti e parte da delicadeza do chá verde japonês para construir uma fragrância que equilibra frescor, textura e conforto. A linha de perfumaria para a casa Matcha & Hinoki, da L’Envie, aproxima o acorde da madeira japonesa; a coleção Matcha 00, da recém-lançada Juicie Rio, leva a referência para uma leitura brasileira; e Egeo Vanilla Ubesession, de O Boticário, combina o frescor do chá ao ube, uma espécie de inhame roxo nativo das Filipinas, e à baunilha, em uma interpretação explicitamente gourmand.

Uji Matcha, da Becquer Fragrances Lab — Foto: Divulgação

A diversidade de propostas é justamente uma das pistas de que o matcha pode estar ultrapassando o território da microtendência. Para Helen, sua força está na capacidade de servir como ponto de partida para narrativas olfativas diversas. “Um bom tema não é aquele que funciona apenas em uma fragrância, mas o que permite que diferentes perfumistas contem suas histórias a partir dele”, finaliza.

A seguir, descubra quatro fragrâncias nacionais com acorde olfativo de matcha para ter no radar:

Egeo Vanilla Ubesession, O Boticário

Egeo Vanilla Ubesession, O Boticário — Foto: Divulgação

Compre por R$ 165

Body & Hair Splash Matcha 00, Juicie Rio — Foto: Divulgação

Compre por R$ 95

Uji Matcha, Becquer Fragrances Lab

Uji Matcha, Becquer Fragrances Lab — Foto: Reprodução/Instagram

Compre por R$ 588

Body splash Perfect Matcha, Simple — Foto: Divulgação

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Matchá Latte Eau de Parfum, Aiko

Matchá Latte Eau de Parfum, Aiko — Foto: Divulgação

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FONTE:/vogue/BR

Banho em cachorro: especialistas explicam frequência certa

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Dar banho no cachorro faz parte dos cuidados de higiene, mas, ao contrário do que muita gente pensa, a frequência não é igual para todos os animais. Raça, tipo e comprimento do pelo, rotina, ambiente em que o animal vive e condições de saúde são alguns dos fatores que devem ser levados em consideração para definir de quanto em quanto tempo o pet precisa ser higienizado.

Mas não é só isso! O excesso de banhos ou a falta deles pode prejudicar os cachorros. Isso porque a pele dos cães possui uma barreira natural que ajuda a protegê-la, e lavagens muito frequentes ou o uso de produtos inadequados podem retirar parte dessa proteção, podendo causar ressecamento, irritações e outros problemas de pele no animal.

Por outro lado, intervalos muito longos podem contribuir para o acúmulo de sujeira e oleosidade, principalmente em animais com determinadas características de pelagem ou que passam muito tempo em ambientes externos.

Cães de pelo longo, por exemplo, podem exigir uma rotina de higiene diferente daqueles de pelo curto. O mesmo vale para animais que vivem em casas com acesso frequente a áreas externas, têm contato com terra e outros ambientes que aumentam o contato com a sujeira ou possuem algum problema de pele.

“Cães de pelo longo, por exemplo, costumam precisar de banhos quinzenais, enquanto os de pelo curto podem tomar banho mensalmente”, explica Aline Zoppa, professora de medicina veterinária e coordenadora das Clínicas Veterinárias da Universidade Anhembi Morumbi.

“Já os filhotes, o ideal é que tomem banho apenas depois da segunda dose da vacina, o que geralmente ocorre entre os dois e três meses de idade”, acrescenta Zoppa.

Quais cuidados são necessários durante o banho?

Mais importante do que estabelecer uma frequência fixa é garantir que o banho seja feito de maneira correta. Produtos destinados a seres humanos não devem ser usados nos cães, já que a pele dos animais tem características diferentes. O ideal é usar produtos formulados especificamente para a espécie e, quando houver alguma alteração dermatológica, seguir a orientação do veterinário.

A temperatura da água também merece atenção. Ela deve ser confortável para o animal, evitando extremos, seja muito fria ou muito quente, que possam causar desconforto.

Durante o banho, também é importante impedir que água e produtos entrem em contato com os olhos e ouvidos do animalzinho, e o enxágue precisa ser cuidadoso para remover completamente os resíduos de xampu e outros produtos.

A secagem também faz parte do processo. Manter a pelagem úmida por muito tempo pode causar problemas de pele, principalmente em cães com pelos mais densos e longos. O animal deve ser seco, respeitando sua tolerância ao secador e evitando temperaturas muito altas.

“[Com] os animais mais velhos, é preciso ter mais cuidado, principalmente por causa da friagem. A pelagem protege a pele e pode levar bastante tempo para secar completamente, chegando, em alguns casos, a até 48 horas. Por isso, a secagem merece uma atenção ainda maior nesses animais”, acrescenta a veterinária.

Banho em casa pode ser um problema?

O banho em casa não é necessariamente proibido, mas pode trazer riscos quando é realizado sem os cuidados necessários. Um dos principais problemas é o uso de produtos inadequados. Xampus, sabonetes e outros produtos formulados para seres humanos podem irritar a pele do animal e alterar sua proteção natural. Até mesmo produtos destinados a cães devem ser escolhidos de acordo com as características do animal.

A temperatura da água também merece atenção. Água muito quente pode causar queimaduras e irritações. O animal também pode ficar agitado durante o banho e tentar escapar, aumentando o risco de quedas e acidentes, principalmente quando é colocado em superfícies escorregadias e altas.

Além disso, em cães com pelo longo, denso ou que exige técnicas específicas de escovação e secagem, o risco de formação de nós e de problemas na pele pode ser maior quando o procedimento é feito em casa. Por isso, nesses casos, o cuidado profissional pode ser ainda mais importante.

“O tutor pode dar banho em casa, desde que consiga tomar todos esses cuidados: proteger as orelhas, enxaguar bem, retirar os resíduos dos produtos e secar completamente o animal. Se ele não tiver condições de fazer isso com segurança, o melhor é procurar um local especializado. Também é importante conhecer o estabelecimento e, se possível, a pessoa que vai dar o banho. O cão precisa se sentir seguro durante o procedimento. O ideal é que o banho seja um momento tranquilo e prazeroso, e não uma situação de estresse”, detalha Zoppa.

Vale lembrar que o banho é apenas uma parte dos cuidados de higiene do cachorro. Escovação regular, limpeza adequada das áreas que acumulam sujeira e acompanhamento das condições da pele e da pelagem também ajudam a manter o animal saudável.

FONTE:CNN/BR

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FONTE:Google Notícias

Pudim da Serra Capixaba vira atração gastronômica

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Reprodução/Rodrigo T. Ribeiro

Chefe Wallassy Rangel e uma super receita

O repórter Rodrigo T. Ribeiro, do IG Receitas, foi até a serra capixaba conferir uma das sobremesas mais comentadas do China Park Eco Resort: o tradicional pudim de leite condensado servido no almoço e no jantar do resort.

Durante a visita, o chefe executivo Wallassy Rangel revelou os segredos que fazem o doce conquistar hóspedes de todas as partes. Segundo ele, além dos ingredientes clássicos, ovos, leite e leite condensado, a receita ganha um toque especial com leite de coco, apontado pelo chef como o “pulo do gato” da sobremesa.

Outro detalhe importante para alcançar a textura lisa e cremosa está no preparo. O chef explicou que o pudim precisa descansar após ser batido, permitindo que as bolhas de ar desapareçam antes do cozimento.

“Tem que bater lentamente e deixar descansar para tirar as bolhas de ar. Assim ele fica completamente cremoso e uniforme”, explicou Wallassy.

Ainda de acordo com o chef, o verdadeiro segredo também está no carinho colocado no preparo. “É amor e dedicação no que faz”, afirmou.

O pudim virou uma das sobremesas mais procuradas do resort e, segundo funcionários, há hóspedes que já chegam ao local pensando em repetir a receita servida no restaurante do hotel.

O chef também compartilhou a receita completa para quem deseja reproduzir a sobremesa em casa.

Receita do pudim de leite condensado do China Park Eco Resort

Ingredientes

* 6 ovos inteiros
* 800 gramas de leite condensado
* 500 ml de leite integral
* 200 ml de leite de coco
* 200 gramas de açúcar cristal para a calda

Modo de preparo

No liquidificador, coloque os ovos, o leite condensado, o leite integral e o leite de coco. Bata lentamente por cerca de 4 minutos.

Depois, deixe a mistura descansar por aproximadamente 1 hora. Segundo o chef Wallassy Rangel, esse processo é fundamental para eliminar as bolhas de ar e garantir um pudim mais cremoso e lisinho.

Enquanto isso, prepare a calda derretendo o açúcar cristal em uma panela até formar um caramelo dourado. Espalhe a calda no fundo da forma.

Em seguida, despeje a mistura na forma de pudim, cubra com papel-alumínio e leve ao forno para assar por cerca de 1 hora e 40 minutos.

Após assar, deixe gelar por pelo menos 4 horas. Depois é só desenformar e servir.

FONTE:IG

Nova regra obriga Athletico a rever elenco de estrangeiros; veja

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Furacão tem 11 jogadores estrangeiros no grupo principal e precisará administrar o elenco diante da redução do limite no Brasileirão

Resumo
Uma nova regra aprovada para o Campeonato Brasileiro reduzirá gradualmente o limite de jogadores estrangeiros por partida, caindo dos atuais nove para oito em 2027 e cinco até 2030. Com 11 atletas estrangeiros no elenco principal, com forte presença de colombianos e argentinos, o Athletico já enfrenta problemas de escalação e terá de rever seu planejamento, avaliando vendas e empréstimos. A mudança também afetará outros clubes brasileiros com muitos estrangeiros em seus elencos.

A nova regra para jogadores estrangeiros no Campeonato Brasileiro já começa a interferir no planejamento do Athletico. Com 11 atletas nascidos fora do Brasil no elenco principal, o clube terá de encontrar alternativas para administrar o grupo a partir de 2027.




Foto: Luis Miguel Ferreira/ Athletico

Foto: Luis Miguel Ferreira/ Athletico / RTI Esporte

A mudança foi aprovada pelos clubes das Séries A e B e estabelece uma redução gradual do número de estrangeiros permitidos por partida. O limite, hoje em nove jogadores relacionados, passará para oito em 2027 e continuará caindo nos anos seguintes, até chegar a cinco em 2030.

O Athletico aparece entre os clubes que terão de lidar com o maior número de atletas estrangeiros. O cenário ganha peso porque a diretoria montou um elenco com forte presença colombiana e ainda possui argentinos entre as principais opções.

Odair Hellmann já enfrenta o problema

Odair Hellmann conta com oito colombianos: Carlos Terán, Juan Felipe Aguirre, Alejandro García, Juan Portilla, Kerwin Vargas, Stiven Mendoza, Jorge Rivaldo e Kevin Viveros. O grupo ainda tem os argentinos Gaston Benavídez, Lucas Esquivel e Bruno Zapelli.

A necessidade de fazer escolhas já aparece nas escalações. No clássico contra o Coritiba, por exemplo, Jorge Rivaldo ficou fora da relação justamente em um momento no qual o atacante buscava espaço como alternativa a Kevin Viveros.

Contra o Bahia, Jorge Rivaldo foi relacionado, entrou em campo e marcou o gol da vitória por 2 a 1 na Arena da Baixada. O caso mostra que jogadores importantes podem ficar fora da súmula por causa do limite de estrangeiros.

Elenco entra no radar da diretoria

A nova regra também interfere no planejamento do elenco. A diretoria terá de analisar contratos, possíveis saídas e futuras contratações para evitar excesso de estrangeiros e manter opções disponíveis nas partidas.

Com 11 estrangeiros, o Athletico está acima do limite previsto para 2027. A diretoria terá de avaliar possíveis empréstimos, vendas e ajustes no elenco para evitar que jogadores importantes fiquem fora das relações.

Regra atinge outros clubes

O Athletico não é o único clube que precisará fazer ajustes. Botafogo, Vasco, Flamengo, Grêmio e Internacional também possuem elencos com presença significativa de estrangeiros e terão de acompanhar a transição.

No caso do Furacão, porém, a concentração de jogadores colombianos torna a questão especialmente relevante. A diretoria terá de equilibrar a continuidade do projeto com uma regra que reduzirá progressivamente a margem para manter tantos atletas de fora do país.

A partir de 2027, portanto, o planejamento do Athletico terá uma nova variável. A quantidade de estrangeiros deixará de ser apenas uma característica do elenco e passará a influenciar diretamente as decisões para as próximas temporadas.

FONTE:Terra