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Equipe de Flávio vê liderança no 1º turno como trunfo para apoio do centrão

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Numa trajetória de crescimento, o senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), mira virar sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e terminar o primeiro turno à frente do principal concorrente ao Palácio do Planalto de olho em atrair o apoio do centrão.

O primeiro objetivo de Flávio é tentar vencer a disputa já no primeiro turno, embora até mesmo integrantes da campanha considerem a possibilidade como remota.

Caso esse cenário ideal não se concretize, a avaliação da campanha de Flávio é de que, terminando o primeiro turno à frente de Lula e a depender da diferença de votos, será mais fácil atrair o apoio de partidos do centrão no segundo turno. Ou, ao menos, segurar os partidos para que não apoiem o petista.

Ao longo das articulações eleitorais, antes do início oficial da campanha, Flávio tentou atrair partidos como União Brasil, Progressistas, Republicanos e MDB para junto a si, mas as siglas optaram por ficar neutras e, na prática, liberar os diretórios estaduais a apoiarem quem preferissem. No final das contas, o Partido Liberal de Flávio ficou sozinho na corrida presidencial.

Agora, aliados de Flávio veem uma abertura para atrair com mais força as siglas do centrão no segundo turno, especialmente quando deverão depender bem menos de resultados de pleitos estaduais.

Enquanto isso, o presidenciável do PL já investe pesado no discurso do voto útil numa tentativa de desidratar concorrentes da direita e centro-direita, especialmente diante de eleitores antipetistas.

 

FONTE:CNN/BR

Alison Piu encerra ano mais vitorioso da carreira com 5 títulos e recorde mundial – UOL

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FONTE:Google Notícias

Johnny Massaro estreia monólogo sobre os labirintos do amor: “Amar é estudar muito mais sobre errar do que acertar”

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Em algum momento, há cerca de três anos, uma frase de livro bastou para desarmar Johnny Massaro: bem antes de virar a primeira página, o título já tinha explicado nele algo que ele ainda não sabia nomear. De lá para cá, confiar no que o desconforta virou hábito. Foi esse mesmo impulso de abraçar o risco que o fez, ainda adolescente, recalcular os rumos para priorizar o cinema, e é ele que o aterrissa agora, aos 34 anos, no primeiro monólogo da carreira: A Gente Mira no Amor e Acerta na Solidão, em cartaz no Sesc Pinheiros a partir desta quinta-feira (24.09) até 31 de outubro.

O espetáculo ganhou vida a partir de uma mensagem despretensiosa que ele mandou pelo Instagram para a psicanalista Ana Suy, autora da obra que batiza a peça, sem conhecê-la. “O que o título propõe em termos de imagem, de ideia, me soava muito reconhecível nas minhas experiências de amor. Era sempre um gesto no sentido de amor, mas que eu mesmo me frustrava na própria ação”, conta em conversa com Vogue Brasil. “E aí percebi que talvez tivesse muito mais a ver comigo mesmo do que com o outro. Geralmente estava culpabilizando o outro por não conhecer os meus desejos, ou por não saber falar sobre eles, ou por esperar demais, por não lidar com as minhas próprias expectativas.”

O ator relembrou que a leitura aconteceu num momento delicado de relacionamento, período em que se deparou com conceitos marcantes da obra sobre o desamparo humano. “A fragilidade do bebê humano é tamanha que, se não tivéssemos alguma espécie de amor nesse primeiro momento, seria impossível continuarmos vivos”, pondera. Massaro, então, decidiu que precisava aprender alguma coisa daquele livro, e que aprender exige repetição. No palco, isso ganha corpo por meio de um personagem específico: um guia de turismo que se arruma meticulosamente para esperar por um ex-amor, transformando a repetição do teatro em uma metáfora das idas e vindas afetivas. “Você vai querer tocar violão, não adianta fazer duas aulas. Aí pensei: bom, eu não vou ficar lendo esse livro o resto da minha vida. Mas talvez no teatro, através da suposta repetição, porque nunca é a mesma coisa: acordamos todo dia, e não acordamos todo jeito no mesmo dia.”

O passeio ao qual o personagem convida o espectador se equilibra entre o humor e o desamparo. Conduzindo uma espécie de excursão sentimental pelo coração humano, paisagem que ele mesmo não domina, o guia lida com a iminência de um término. Diante de um coração gigante e lúdico instalado no cenário, a encenação brinca com a própria ausência. Há sempre uma cadeira desocupada na primeira fila, guardada para o amado que nunca chega, fazendo com que a plateia ocupe esse lugar de testemunha e companheira de viagem.

Toda essa engrenagem teatral começou a rodar de forma impensada. Antes de terminar a leitura do livro, Johnny mandou a mensagem para Ana Suy. “Com a maior cara de pau, e costumo ser assim quando quero alguma coisa: peço mesmo, porque parto do princípio de que o sim eu já tenho.” Ela respondeu, achou a ideia estranha, e ele também achou. “Mas falei: dane-se, vamos respeitar essa intuição.” Na sequência, chamou o produtor e amigo Pablo Sanábio, que, coincidentemente, também estava lendo o livro na época. “Tomamos aquilo como um sinal, e aqui estamos.”

Johnny Massaro — Foto: Hudson Rennan/ Divulgação

O resultado, porém, não é uma resposta pronta sobre o amor, mas uma pergunta em aberto sobre o que ele tem a nos ensinar sobre nós mesmos. Para Johnny, aceitar que cada relação pede um aprendizado novo, porque o que funcionou numa não garante acerto na seguinte, é parte do que sustenta a peça. “Somos constantemente falhos, somos feitos disso. Então não me cobro exatamente esse lugar de não errar, pelo contrário: essa peça é um desejo de errar, porque, quando falamos de amor e de solidão, estamos falando sobre vulnerabilidade. Quando estamos vulneráveis, somos sobre erro, sobre estar nesse lugar.” Segundo o artista, essa disposição vale tanto para o palco quanto para a vida fora dele: “Amar é estudar muito mais sobre errar do que acertar. Viver acaba sendo muito mais sobre errar do que acertar.” Por isso, quando a dramaturga Júlia Portes perguntou o que ele buscava com o projeto, a resposta foi direta: “Quero me sentir vulnerável. Porque, se for com desejo de acertar, acho que vou me foder. É inevitável querer acertar, esse sentimento está aqui. Mas preciso pegar isso, dar uma amassadinha e deixar num canto, porque, senão, a coisa pode não acontecer.”

A mesma lógica explica por que, ainda adolescente, ele interrompeu o modelo regular do ensino médio pela faculdade de cinema, no meio da temporada em que interpretava Fernandinho em “Malhação“. “Não tenho educação formal como ator, porque comecei a trabalhar muito cedo, então nunca consegui parar e estudar atuação. Ali no segundo ano ficou impossível conciliar escola com trabalho. Não queria continuar estudando física, química, coisas que eu não sabia que seriam importantes na prática para mim. Então falei: mãe, quero sair do colégio, mas não quero parar de estudar, quero entrar direto na faculdade.” Fez supletivo, driblou a resistência da escola e entrou no curso de cinema. Nesse novo ambiente universitário, começou a flertar mais frontalmente com a direção, até porque na faculdade de cinema não se aprende nada de atuação. “Quando eu era mais novo já gravava meus primos, meu irmão, fazia clipes. Acho que a direção, junto com a atuação, está ali desde sempre.”

Johnny Massaro — Foto: Hudson Rennan/Divulgação

Essa vontade segue rendendo frutos: em outubro, no Festival do Rio, ele apresenta Consolo, curta que dirigiu, escreveu e produziu — o terceiro de sua trajetória atrás das câmeras, selecionado para a Première Brasil do festival. Tanto esse trabalho mais recente quanto o longa A Cozinha (disponível no Globoplay) servem como plataformas para o artista abordar temas profundos de sua própria formação. “Eles flertam com essa ideia de questionar o que é o masculino, bem frontalmente esses dois fazem isso”, explica.

O movimento em direção à cadeira de diretor responde também a um anseio de maior autoria sobre as narrativas que ajuda a colocar no mundo e ao desejo de estar em outro lugar da produção é o que o move. “O ator é uma pauta muito importante do processo, é o corpo que está ali na frente de qualquer coisa. Mas por trás do ator tem um monte de gente, um infinito de pessoas atrás daquela pessoa. Fico com muita vontade de ser também isso, o que está por trás, não somente a ponta visível. Me dá muito tesão ter mais participação em como contar as histórias. O ator chega, sabe, três meses, as pessoas já estão ali fervilhando para a produção. As pessoas continuam depois, o ator foi embora, só vai ver o corte no cinema com todo mundo. A direção me preenche em alguns lugares que o ator não preenche, não vai preencher.”

Enquanto consolida esse lado autoral e intimista, ele também está no elenco de uma das produções brasileiras de maior escala do ano: “O Diário de um Mago“, adaptação da Netflix do best-seller de Paulo Coelho ainda sem data de estreia definida, dirigida por Vicente Amorim, em que interpreta o protagonista Paulo ao lado de Rodrigo Santoro, como o enigmático Petrus. As gravações aconteceram na Espanha, ao longo do Caminho de Santiago de Compostela. “Filmamos três meses na Espanha, mais ou menos no começo do ano”, conta. O convite para encabeçar projetos de peso no streaming chancela o momento em que Massaro cimenta seu nome como uma das principais forças do cenário artístico nacional. O ator colheu recentemente os frutos do sucesso de Emergência Radioativa, também da Netflix. Na minissérie inspirada no trágico desastre do Césio-137 ocorrido em Goiânia, ele deu vida ao físico Márcio em uma atuação elogiada que ajudou a catapultar a obra ao topo das produções mais assistidas da plataforma.

Depois de dividir elenco e créditos em produções desse porte, encarar o palco sozinho é outra conta. Teatro, segundo ele, nunca foi um lugar confortável, e é exatamente por isso que insiste nele. “Entendo que é ali que alguma coisa do ofício do ator pode ser trabalhada de uma maneira mais intensa e profunda.” Sobre encarar o palco sozinho, pela primeira vez: “Sempre gostei muito de ficar sozinho, dessa suposta sensação de superioridade por ser independente, que às vezes sentimos. Estou intuindo que talvez a experiência de estar sozinho no palco seja muito boa, porque tenho um lugar de querer não depender de ninguém. Capricórnio, seis planetas em Capricórnio no mapa e tal”, diz, entre risos. “Ali não vou depender de ninguém, vou depender de mim, que pode ser muito bom, pode ser muito ruim.”

Johnny Massaro — Foto: Hudson Rennan/ Divulgação

Durante os ensaios, um episódio ilustrou algo central na peça: tratar de assuntos universais, como o amor e a solidão, também significa aceitar que a forma como estamos, a cada dia, muda como digerimos o mesmo tema. Uma pessoa da equipe, que acompanhava o processo quase todos os dias e sempre se emocionava com a peça, um dia disse que sentiu que ele não estava tão conectado naquela sessão. “Falei: pode ser que eu não estivesse mesmo tão conectado, mas não podemos esquecer como você está hoje. É verdade, é uma relação, uma relação que não tem como não ser uma relação. Quando alguém está em cima de um palco e alguém assistindo, existe uma conexão que depende de quem está aqui e de quem está aqui. Assim como uma relação amorosa.”

Essa conexão com a plateia, ele prefere que aconteça sem exigir participação ativa de quem assiste. “A ideia é que todo mundo comungue junto desse espaço, que é quase a antítese da solidão, porque, mesmo assistindo a uma série sozinho em casa, é possível fazer isso sozinho. Mas no teatro a sensação de solidão é muito mais questionável, porque precisa de seres humanos presentes para a coisa existir.” Para ele, o teatro é ao mesmo tempo a arte mais antiga e a mais atual. “Vem de dois mil anos atrás e chega agora com uma potência de futuro, porque o presente está tão não presente por conta das inteligências artificiais, das redes sociais, que a realidade do teatro, por ser tão concreta, é futuro.”

O figurino da peça também marca uma estreia: é a primeira vez que Sasha Meneghel, conhecida por seus desfiles à frente da Mondepars, trabalha para o teatro. Os dois se cruzavam esporadicamente por amigos em comum, até que, no ano passado, ela foi assistir a Visitando o Senhor Ruim, peça anterior de Johnny. “Senti que ela gostou muito, e trocamos uma ideia sobre isso.” Na hora de montar a equipe do novo espetáculo, o convite veio como aposta: “Já tinha visto que ela fez o show do João (Lucas), mas teatro, nunca. Falei: você acha que topa?” O guia turístico veste peças de alfaiataria da Mondepars combinadas a uma peça de tricot, construídas em conjunto, detalhe por detalhe. “A Sasha tem um pensamento muito da gênese das coisas. A discussão passou até pelo calçado do personagem: será que era um sapato específico, ou um tênis? O guia de turismo precisa de conforto, mas por que está tão arrumado? Porque está esperando alguém. Não é uma visita qualquer: o ex-amor dele falou que vinha, então ele vai se arrumar.”

Johnny Massaro — Foto: Divulgação

Perguntado sobre a própria versatilidade, entre atuar, dirigir e escrever, ele responde com uma ressalva. “Hoje em dia sinto que preciso reconhecer uma trajetória, ao mesmo tempo que não posso sentar nessa trajetória e ficar achando que já é isso. Ainda tem muita coisa pela frente.” A mesma inquietação aparece quando fala da relação com o tempo e com metas. “Quando tinha uns vinte e poucos anos, sabia exatamente onde queria estar aos trinta. Quando cheguei lá, falei: cara, cheguei mais ou menos onde eu queria, está tudo certo. E aí pensei: e agora, o que vou fazer? Fiquei angustiado porque não conseguia entender o que queria daqui a dez anos.” A resposta foi deslocar o foco para o cotidiano imediato. “Aí eu relaxei, sabe? Também não vou mais ficar com essa ansiedade tão grande de projetar um futuro. Vou gastar um pouco mais de energia tentando viver o presente, o amanhã, a semana que vem. Fica muito duro se não reconhecemos os nossos avanços, porque eles existem. É reconhecer o privilégio de poder fazer o que se quer, isso nós sabemos, é sucesso. Mas também não achar que já está ganho.”

“A Gente Mira no Amor e Acerta na Solidão”

Sesc Pinheiros, Auditório, Rua Paes Leme, 195, Pinheiros

Temporada: 24 de setembro a 31 de outubro, de quinta a sábado, às 20h30, com sessões também às 16h nos dias 9, 16, 17, 24 e 30 de outubro

Ingressos à venda em sescsp.org.br

Duração: 60 minutos | Classificação: 12 anos

FONTE:/vogue/BR

Juiz manda Trump liberar acesso da CNN, MS NOW e Politico à Casa Branca

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O juiz federal Timothy Kelly determinou que o governo Trump restabeleça imediatamente o acesso da CNN, da MS NOW e do Politico à Casa Branca, depois que os veículos foram proibidos de entrar no local pelo presidente Donald Trump.

Kelly concluiu que a revogação das credenciais de imprensa dos repórteres foi feita sem o “devido processo constitucionalmente adequado”, segundo a decisão publicada na madrugada desta quinta-feira (24).

“A ‘regra geral’ é que ‘os indivíduos devem receber uma notificação e uma oportunidade de serem ouvidos antes que o governo os prive’ de um interesse protegido constitucionalmente”, escreveu Kelly.

O governo Trump não informou aos repórteres sobre a possibilidade de recorrer da decisão até quarta-feira, dias depois de as credenciais terem sido confiscadas.

Trump anunciou o banimento dos três veículos em uma publicação nas redes sociais na sexta-feira. Ele escreveu que estava expulsando os veículos de comunicação “como resultado de suas constantes ‘reportagens’ de NOTÍCIAS FALSAS!” e acrescentou: “Outros veículos de mídia de notícias falsas virão em seguida”.

Os três veículos de comunicação processaram o governo, pedindo que o banimento fosse suspenso ou bloqueado integralmente. Em documentos apresentados à Justiça e durante uma audiência na quarta-feira, um advogado dos veículos argumentou que a proibição contrariava decisões judiciais anteriores, violava o devido processo legal e havia sido determinada apenas por causa do desprezo de Trump pelos jornalistas.

Advogados do governo, por sua vez, argumentaram que a decisão de Trump incluía, sim, um processo de recurso — mas que esse procedimento só foi detalhado em cartas enviadas aos veículos dias depois do anúncio do banimento.

Durante a audiência de quarta-feira sobre o pedido de uma ordem de restrição temporária, o advogado do Departamento de Justiça Michael Velchik argumentou que CNN, MS NOW e Politico haviam colocado a segurança nacional em risco com suas reportagens e que Trump tem o direito de decidir quem pode ter acesso à Casa Branca.

Ted Boutrous, que representa os veículos de comunicação, afirmou que “a primeira menção à segurança nacional neste caso” ocorreu dias após o anúncio do banimento e depois que o processo contra o governo havia sido apresentado. Boutrous disse que parecia que “uma lâmpada se acendeu” no governo, que passou a adotar o argumento de segurança nacional para justificar o banimento posteriormente.

Boutrous também argumentou que as organizações de notícias só receberam cartas da Casa Branca explicando os motivos do banimento dias depois do anúncio da medida e após o ajuizamento da ação.

Boutrous observou ainda que apenas uma reportagem da CNN citada pelo governo para justificar a expulsão dos veículos havia sido escrita por uma repórter com acesso à Casa Branca e que as reportagens mencionadas eram “apenas jornalismo corriqueiro”.

Em sua decisão, Kelly destacou esse ponto e observou que a reportagem da CNN citada como uma preocupação de segurança nacional — sobre a reconstrução de um bunker sob a Ala Leste da Casa Branca — havia sido publicada meses antes de a credencial da repórter Betsy Klein ser renovada, neste verão.

“Nenhum dos argumentos dos réus convence o Tribunal de que os autores da ação não têm probabilidade de êxito em sua alegação de violação do devido processo legal”, escreveu Kelly.

No início da audiência de quarta-feira, Kelly observou que havia presidido um caso semelhante em 2018, quando Trump expulsou o então correspondente da CNN Jim Acosta após uma discussão acalorada com o presidente, e afirmou que precisava seguir precedentes judiciais anteriores.

“Há uma alegação de devido processo legal e uma questão relacionada ao devido processo que, a meu ver, parece ser o primeiro ponto a ser analisado para resolver o pedido”, disse Kelly. O juiz acrescentou que, na época, ficou surpreso ao descobrir que o Tribunal de Apelações do Circuito de DC já havia decidido que repórteres tinham direito a receber uma notificação antes que suas credenciais da Casa Branca fossem revogadas, além de terem direito a recorrer da decisão.

“Só digo às duas partes: é nessa direção que estou”, afirmou Kelly no início da audiência.

FONTE:CNN/BR

Lula vai proibir bets no País e quer que empresas indenizem quem se endividou com apostas online

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As bets tiraram R$ 62,5 bilhões das famílias brasileiras em 2025

O valor que as famílias perderam com as plataformas de apostas esportivas em 2025 equivale a dois quintos do Bolsa Família e supera o PIB de quatro Estados. Crédito: Estadão/ Mariana Cury

BRASÍLIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu proibir as apostas online, conhecidas como bets, e vai adotar esse mote na reta final da campanha à reeleição. A estratégia que associa o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal rival de Lula, aos prejuízos causados pelos jogos de azar entrou em cena na noite desta quarta-feira, 23, durante ato político do presidente com artistas, no Rio.

“Flávio é bet. Lula é o caminho”, dizia uma inscrição exibida no telão instalado no fundo do palco. O presidente e o senador estão tecnicamente empatados na maioria das simulações de intenção de voto para eventual segundo turno da disputa.

Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira revelou que 75% dos brasileiros apoiam a proibição das bets. Apenas 17% se disseram contrários à medida e outros 8% não concordam nem discordam.

‘Flávio é bet’: Em ato no Rio, Lula diz que vai acabar com as apostas online no País Foto: @ptbrasil via YouTube

O governo também avalia tomar providências para que as empresas de apostas online indenizem pessoas que se endividaram por causa dos jogos. Uma das ideias em estudo prevê que a União entre com ação na Justiça cobrando o ressarcimento das empresas.

Ao participar da abertura da 81.ª Assembleia Geral da ONU, na terça-feira, Lula disse que “a indústria bilionária das bets transforma o vício em lucro”.

Monitoramentos feitos pela campanha petista indicaram que a propaganda eleitoral do presidente exibida nesta terça – na qual ele levou para a TV relatos de quem teve problemas com apostas online – foi muito bem recebida. A propaganda mostrou Lula conversando com famílias que sofreram as consequências do vício em bets. O encontro ocorreu no último dia 13, no Palácio da Alvorada.

A professora Vânia de Souza Borges viajou de Uberlândia para Brasília para dizer ao presidente que a dependência nesse tipo de apostas levou ao suicídio seu filho Rafael, de 26 anos, em março de 2024. Emocionada, ela cobrou a responsabilização das plataformas.

Desde que o assunto “bets” virou discurso de campanha, levantamentos analisados pelo PT têm mostrado que a ideia de proibir apostas online é muito elogiada por evangélicos, segmento que, em sua maioria, apoia a candidatura de Flávio. Não sem motivo, a inscrição que apareceu no ato político do presidente com artistas, nesta quarta-feira, destaca que Lula é “o caminho” e vincula o adversário à defesa dos jogos de azar.

De início, o presidente havia sido aconselhado a proibir somente os cassinos digitais, como o jogo do Tigrinho, uma vez que havia grande resistência por parte das empresas de apostas esportivas. Além disso, a regulamentação das bets ocorreu no governo Lula.

Em reunião realizada nesta quarta-feira com os ministros Dario Durigan (Fazenda), Bruno Moretti (Planejamento) e Miriam Belchior (Casa Civil), Lula afirmou, porém, que precisava “cortar o mal pela raiz” e foi incentivado pelo titular da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, a adotar uma medida drástica. Todos saíram do encontro no Alvorada incumbidos de fazer os últimos acertos para a edição da Medida Provisória, nos próximos dias.

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FONTE:Google Notícias

Como fazer Queijo Minas crocante na chapa

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João Felippe

Queijo perfeito

Quem nunca foi fritar uma fatia de Queijo Minas e, ao esquentar a chapa, o queijo começou a simplesmente desmanchar? 

No final ficou somente um caldo grosso para colocar no pão.

João Felippe

Quijo derretido

Aquela velha e clássica máxima da expectativa, versus a realidade frustrada.

Mas, se eu lhe disser que, “TALVEZ”, o erro não esteja na qualidade do queijo e sim, a maneira como você fez o queijo na chapa?

Então prepare-se para anotar esta receita.
Hoje eu te conto um segredinho básico e fácil de colocar em prática que pode resolver esta questão.

Muita gente liga o fogo e já coloca o queijo na chapa.

João Felippe

Chapa fria

Isto faz com que a água presente no queijo aqueça lentamente e entre em ebulição.

João Felippe

Queijo derretido

Isso faz com que ela saia da proteína do queijo e espalhe pela frigideira.
O resultado é uma melequeira na chapa que nem dá para chamar de queijo frito.

O segredo está em colocar a frigideira no fogo e esperar entre um e dois minutos.

João Felippe

Agua deslizando

Para saber o ponto correto, despeje um pouco de água na frigideira.
Se a água deslizar parecendo estar flutuando, então sua frigideira está pronta para colocar o queijo.

João Felippe

Queijo com crosta crocante

Ao colocar o queijo na chapa bem quente você cria a reação de Maillard que carameliza os açúcares e a proteína na superfície da lâmina do queijo formando uma crosta que impede que os líquidos saiam do queijo.

João Felippe

Comparação entre queijos

O resultado é uma fatia de queijo crocante por fora e macia e derretida por dentro.

João Felippe

Queijo perfeito

Pronto, agora é hora de colocar em prática este conhecimento e comer um pãozinho com queijo minas na chapa muito mais crocante e gostoso.

João Felippe é influencer no perfil  @olhaqloko no Instagram com mais de 2 milhões de seguidores. Por lá você acompanha mais receitas como esta.



FONTE:IG

Sally Field sobre continuar abrindo novos caminhos mesmo depois de décadas de carreira: “Você nunca está velho demais para o próximo capítulo, a menos que decida desistir”

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Sally Field mostra que a maturidade profissional traz liberdade para novos rumos, reforçando que recomeços dependem apenas de nossa atitude.

24 set
2026
– 01h44

(atualizado às 01h46)

Resumo
Inspirada na trajetória da atriz Sally Field, a reflexão mostra que a maturidade não limita o crescimento profissional, servindo a experiência como base para reinvenções contínuas. Rompendo o preconceito sobre a idade, manter a curiosidade, assumir riscos e buscar aprendizado constante afastam a estagnação. A vitalidade criativa não tem prazo de validade, dependendo apenas da decisão individual de planejar novos rumos, transferir competências e escolher projetos desafiadores com propósito.

Muitos profissionais acreditam que o avanço da idade encerra as possibilidades de crescimento no mercado. No entanto, a determinação em explorar novos caminhos demonstra que a experiência acumulada serve como base sólida para transformações significativas, gerando realizações valiosas em qualquer momento da vida.




Manter a curiosidade desperta e buscar novos desafios na maturidade afasta a estagnação profissional.

Foto: Imagem gerada por IA / Catraca Livre

Como a trajetória de Sally Field inspira a reinvenção na maturidade?

Com décadas de atuação consolidada nos palcos e nas telas, a atriz Sally Field comprovou que a evolução artística nunca termina. Ao recusar papéis previsíveis, ela buscou desafios inéditos no teatro e no cinema, demonstrando como a maturidade fortalece a autoconfiança profissional.

Essa postura ativa inspira quem deseja mudar de rumo sem temer o julgamento externo. Em vez de aceitar limitações impostas pelo tempo, manter a curiosidade desperta permite descobrir novos interesses, construir conexões enriquecedoras e aplicar todo o repertório anterior com renovada energia e protagonismo.

De que maneira a busca por novos desafios transforma a longevidade profissional?

Assumir riscos calculados em fases avançadas da carreira afasta a estagnação e amplia horizontes intelectuais. Profissionais que continuam abertos a novos aprendizados descobrem que a bagagem de erros e acertos anteriores funciona como diferencial estratégico, acelerando conquistas e trazendo grande satisfação pessoal.

Em produções recentes como o filme 80 for Brady, a vivência coletiva e o entusiasmo com o ofício ganharam destaque absoluto. Manter o vigor mental após os setenta anos depende da coragem diária de aprender, testar formatos desconhecidos e cultivar projetos estimulantes.

Abaixo, um vídeo do canal SXSW no YouTube que aprofunda as reflexões sobre trajetória e dedicação artística:

Por que a idade não deve limitar o início de novos projetos?

Muitas barreiras enfrentadas na maturidade surgem de convenções sociais que associam longevidade ao declínio de produtividade. Contudo, romper com esses padrões exige reconhecer que a vitalidade criativa não possui data de validade, permanecendo ativa enquanto houver vontade de produzir algo novo.

Ao declarar que ninguém está velho demais para o próximo capítulo a menos que decida desistir, Sally Field sintetizou uma verdade essencial. A decisão de parar ou continuar pertence unicamente ao indivíduo, que pode escolher transformar cada ciclo em um recomeço promissor.

Quais posturas práticas ajudam a construir um novo capítulo de carreira?

Iniciar uma nova empreitada após anos na mesma área demanda método, planejamento e desapego do passado. O primeiro passo consiste em identificar competências transferíveis, compreendendo como talentos desenvolvidos ao longo do tempo podem solucionar desafios modernos em setores totalmente diferentes.

Além disso, a humildade para voltar à posição de estudante fortalece quem ingressa em novos ambientes. Ouvir profissionais de outras gerações, dominar ferramentas digitais e exercitar a flexibilidade garantem que o saber acumulado se modernize sem perder sua profundidade original.

Algumas atitudes fundamentais facilitam essa transição profissional com segurança e equilíbrio:

  • Mapear habilidades consolidadas para aplicar em novas áreas de atuação.
  • Buscar capacitação constante para acompanhar inovações do mercado.
  • Fortalecer redes de contato com profissionais de diferentes perfis e idades.
  • Cultivar paciência para consolidar conquistas no tempo adequado.


A vitalidade criativa não possui data de validade e permanece ativa enquanto houver vontade de produzir algo novo.

Foto: Imagem gerada por IA / Catraca Livre

Como manter o entusiasmo e a relevância após décadas de trabalho?

A longevidade com propósito exige alimentar a paixão pelo trabalho cotidiano, priorizando atividades que façam sentido genuíno. Trocar a obrigação automática pela escolha consciente de projetos desafiadores renova a motivação e transforma a rotina em uma constante oportunidade de realização.

Envelhecer no mercado corporativo ou artístico pode significar liberdade para criar sem amarras. Quando a pessoa assume a própria trajetória e decide não se aposentar de seus sonhos, cada nova fase revela caminhos surpreendentes, provando que o melhor momento para começar é agora.

FONTE:Terra

EUA e Índia discutem sanções contra países que negociam com Rússia e Irã

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O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores da Índia, S. Jaishankar, discutiram na quarta-feira (23) medidas que os Estados Unidos poderiam impor a países que mantenham relações econômicas com a Rússia e o Irã. Nova Délhi reiterou suas preocupações com um projeto de sanções recentemente sancionado pelo presidente Donald Trump.

Na semana passada, Trump sancionou o projeto chamado “Lindsey O. Graham Sanctioning Russia and Iran Act of 2026”, batizado em homenagem ao falecido senador republicano da Carolina do Sul Lindsey Graham.

O projeto aprovado pelo Congresso dos EUA abriu caminho para um aumento da pressão econômica sobre a Rússia por causa da invasão da Ucrânia, iniciada no começo de 2022.

Rubio e Jaishankar “discutiram sanções que poderiam ser impostas a países que mantenham relações econômicas com a Rússia e o Irã”, informou o Departamento de Estado em comunicado após o encontro dos dois em Nova York.

Jaishankar escreveu no X que “reiterou os interesses e as preocupações da Índia em relação ao SRIA”.


A Índia já havia informado a Washington que novas medidas para impor tarifas sobre a compra de petróleo russo poderiam afetar as relações bilaterais.

O projeto determina que Trump imponha tarifas de até 100%, no prazo de 30 dias, sobre todas as mercadorias importadas pelos EUA dos cinco maiores compradores de petróleo bruto ou gás russos, além de qualquer país que, conscientemente, tenha feito novas compras de petróleo ou gás 30 dias após a promulgação da lei ou que esteja entre os cinco países que mais ajudam a Rússia a driblar as sanções.

A Índia está entre os maiores compradores de petróleo russo. Após a Rússia invadir a Ucrânia, o país aumentou fortemente as compras de petróleo bruto russo com desconto. O aumento das aquisições foi parcialmente responsável pela decisão de Trump de impor tarifas de até 50% sobre produtos indianos em agosto de 2025, entre as mais altas aplicadas a qualquer país.

Em fevereiro, Trump retirou essas tarifas, alegando que a Índia havia se comprometido a interromper as compras de petróleo russo. Nova Délhi, porém, reduziu as compras da Rússia apenas brevemente no início de 2026. Desde então, as aquisições aumentaram, especialmente após o choque no fornecimento provocado pela guerra entre EUA e Israel contra o Irã.

A Índia afirma que sua grande população e sua economia em crescimento precisam de fontes de energia a preços acessíveis. Analistas indianos dizem que as compras de petróleo russo pelo país não estavam financiando a guerra na Ucrânia, mas ajudando a estabilizar o abastecimento global e a manter os preços domésticos sob controle.

 

FONTE:CNN/BR

Seleção divide atenção com peneira de rúgbi durante treino na Austrália

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Quem chegou ao Ballymore Stadium na manhã desta quinta-feira (24) e encontrou o estacionamento lotado pode imaginar que a presença da seleção brasileira mobilizou os torcedores em Brisbane. Não é bem assim.

Enquanto Vini Jr., Raphinha, Bruno Guimarães e companhia treinavam em um dos campos do complexo, a maior parte do movimento era provocada por outro esporte: o rúgbi.

O Ballymore recebe nesta semana a Emerging Reds Cup, competição de base organizada pela Queensland Rugby Union e que reúne alguns dos principais jovens talentos do estado na categoria sub-14.

FONTE:Google Notícias