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Janela antirruído no apartamento pode dar multa? Caso em condomínio gera dúvidas; veja o que diz a lei

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Para quem vive em áreas com trânsito intenso, obras ou outros ruídos externos, instalar uma janela antirruído pode ser uma alternativa para melhorar o conforto dentro do apartamento.

A mudança, no entanto, não depende apenas da vontade do proprietário. Como as janelas e esquadrias podem fazer parte da composição visual da fachada, a substituição precisa respeitar as normas do condomínio e a legislação vigente.

O recomendado é verificar a convenção do condomínio em questão, o regimento interno e as decisões tomadas em assembleia. Esses documentos podem determinar quais modelos, cores e materiais são permitidos.

O que diz a lei sobre mudanças na fachada?

O Código Civil estabelece que os condôminos não podem alterar a forma e a cor da fachada, das partes e das esquadrias externas da edificação. De acordo com a Lei nº 4.591/1964, que trata dos condomínios e incorporações imobiliárias, existem restrições para modificações que comprometam o padrão externo do prédio.

Na prática, isso significa que a instalação de uma janela acústica não é proibida automaticamente, mas o novo modelo não deve descaracterizar a fachada.

Ou seja, a principal questão está nas características da nova esquadria. Alterações de cor, desenho, acabamento, dimensões aparentes ou outros elementos que modifiquem o aspecto externo do edifício podem ser questionadas pelo condomínio.

A legislação não estabelece uma proibição específica para janelas antirruído; o que deve ser considerado é o impacto da substituição sobre a fachada e o cumprimento das regras estabelecidas no manual de cada condomínio.

O que acontece se o morador não cumpre o regulamento?

Se a alteração for considerada irregular, o condomínio pode aplicar as penalidades previstas em suas normas e na legislação. Em determinadas situações, além da multa, o proprietário pode ser obrigado a retirar a esquadria instalada e restaurar o padrão original do imóvel.

 

FONTE:CNN/BR

A semana do arrependimento do futebol brasileiro

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Em janeiro de 2023, o governo Lula começou a tentar corrigir uma distorção que vinha desde a legalização das apostas online, no final do governo Michel Temer. O processo de regulamentação começou a ser montado, o que deveria ter acontecido durante os dois primeiros anos da gestão Bolsonaro e fo adiado com prazo renovado de mais dois anos. Como Bolsonaro ficou no 0 x 0, Lula precisou regulamentar.

Três anos e meio depois, com mais motivo pela crise da saúde pública, o governo veta as Bets, com a Medida Provisória assinada pelo Presidente da República na tarde de sexta-feira.

Nos dois casos, ainda que as duas medidas pareçam justas neste setembro de 2026 — só um campeão brasileiro ganhou o título com cinco titulares estrangeiros — as duas são antídotos para decisões mal refletidas no passado.

Era para impedir o jogo na origem, não legalizar no governoTemer, ter o diagnóstico certo e não regulamentar em 2023 no início do governo Lula? Aqui ainda cabe a explicação de que a regulamentação fez explodir o vício e as dívidas. Mas o primeiro clube brasileiro a estampar um site de apostas na camisa foi o Fortaleza, em 2019, quatro anos antes da regulamentação.

Não é um erro do governo, mas é um equívoco da sociedade. A gente se espanta com o óbvio e decide proibir o jogo que, na prática, estava proibido desde o governo Dutra, em 1946!

Acima de tudo está a saúde pública, na decisão do governo. Ainda que fosse necessário pensar nos contratos assinados, não dos clubes que podem cumpri-los ao rescindir pagando multas, mas das outorgas pagas há três anos para que as bets funcionassem por cinco anos. Agora está vetado, perfeito. Saúde pública em primeiro lugar.

FONTE:Google Notícias

Parada cardíaca: como age o metrô de SP? Dr. Kalil e especialistas explicam

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O atendimento rápido diante de uma parada cardíaca pode ser determinante entre a vida e a morte. No metrô de São Paulo, um protocolo específico denominado “Código R” é acionado para mobilizar funcionários treinados e iniciar os procedimentos de socorro antes mesmo da chegada de uma equipe médica.

As informações foram detalhadas pelos especialistas Sérgio Timerman, cardiologista e diretor do Centro de Parada Cardíaca, do Time de Resposta Rápida e de Ciência da Ressuscitação do InCor do HC-FMUSP, e Camila Lunardi, médica emergencista e presidente da ABRAMEDE, durante o CNN Sinais Vitais, com Dr. Kalil, gravado em uma das estações do metrô paulistano.

Como funciona o Código R

Segundo Sérgio Timerman, ao identificar uma pessoa em parada cardíaca no metrô de São Paulo, os seguranças da estação acionam imediatamente o chamado “Código R”. “Na estação Clínicas ou qualquer estação no metrô, os seguranças estão completamente preparados”, afirmou. A partir desse acionamento, um funcionário capacitado se dirige ao local para iniciar os procedimentos necessários, seguindo o que os especialistas denominam de “corrente da sobrevivência”.

Timerman explicou que a corrente da sobrevivência é composta por seis elos, sendo que três deles ocorrem antes da chegada de qualquer serviço médico. “São: reconhecer a parada cardíaca, chamar pelo socorro e iniciar as compressões cardíacas de maneira eficaz, até a chegada do desfibrilador”, detalhou. Segundo ele, grande parte das paradas cardíacas ocorre em razão de um ritmo caótico no coração, o que torna o uso do desfibrilador fundamental nos elos seguintes da cadeia de atendimento.

Desidratação e parada cardíaca em idosos

Camila Lunardi abordou a relação entre desidratação grave e parada cardíaca, especialmente em pessoas idosas. Segundo ela, uma das causas da parada cardíaca é a hipovolemia, ou seja, a redução do volume de sangue que circula pelo organismo. “Se o paciente já tem um coração mais doente, que é o que acontece com o idoso, por exemplo, e diminui rapidamente aquele volume de sangue que circula por ele por conta da desidratação, ele corre o risco de perfundir muito mal o coração e esse coração vir a parar”, explicou.

Lunardi ressaltou que esse tipo de parada cardíaca é diferente daquele observado em pacientes que estavam estáveis e sofreram um infarto de forma súbita. “Ela é um pouco mais insidiosa, ela é mais lenta de acontecer, mas pode acontecer”, afirmou.

Taxa de sobrevida no metrô de SP

De acordo com Sérgio Timerman, o metrô de São Paulo conta com esse sistema de atendimento há 20 anos. Os resultados são expressivos: na primeira pesquisa realizada, a taxa de sobrevida já era de 34%, e atualmente chega a aproximadamente 40%.

“Se você tiver que ter uma parada cardíaca em São Paulo, que seja aqui dentro do metrô”, finalizou Timerman, destacando a eficiência do protocolo em comparação com outros locais de grande circulação de pessoas.

FONTE:CNN/BR

Como Rafael Câmara tomou a liderança da F2 e venceu sob os holofotes da F1

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Na sprint, as coisas não começaram bem. Câmara perdeu o ponto de freada em uma pista ainda bem suja na primeira volta, tirou Mari Boya da corrida e levou uma punição. Argumentou que o espanhol moveu o carro já na freada da curva, o que não é permitido, mas os comissários não viram isso e lhe deram uma punição de 10s.

Câmara ainda tentou trocar pneus e atacar no final, mas um Safety Car e uma relargada acidentada acabaram com qualquer chance de recuperação do brasileiro, que não pontuou.

Na corrida principal da sexta-feira, Câmara largou em quinto, fez ultrapassagens, e se viu em segundo efetivamente (ele era quarto, mas dois dos pilotos que estavam a sua frente ainda precisavam parar) em uma relargada. Como já aconteceu em outras etapas neste ano, o brasileiro sofreu para aquecer pneus e perdeu posições, recuperando uma delas nos últimos metros da corrida para ser quarto e tomar a liderança do campeonato.

E, na segunda corrida principal, Câmara estava em terceiro quando começaram as paradas de boxes. A Invicta escolheu o melhor momento para parar e devolveu o brasileiro em primeiro. Com pneus frios, ele foi ultrapassado por Alex Dunne, que vinha dominando a corrida.

Mas o irlandês cometeu uma infração na entrada dos boxes e foi punido com 5s. Câmara, então, só tinha que segui-lo de perto, mas o final da corrida foi tenso porque o vice-líder do campeonato, Nikola Tsolov, encostou nos dois, mas não conseguiu passar.

Foi um pouco complicado para mim. Tive certa dificuldade com o equilíbrio do carro, mas, no geral, foi uma corrida muito boa. Sabíamos que o Alex tinha uma punição de cinco segundos, mas, mesmo que não a tivesse, acho que eu não conseguiria ultrapassá-lo. De qualquer forma, ele fez uma corrida excelente e administrou muito bem a situação; além disso, o Nico parecia muito forte vindo logo atrás de mim. Eu via que ele estava se aproximando, então tentei apenas ficar atrás do Alex e poupar o máximo possível para a corrida de hoje.
Rafael Câmara

FONTE:Google Notícias

Expresso brunette: tudo sobre a nova cor de cabelo de Hailey Bieber

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Se nas últimas temporadas os cabelos iluminados, da cartela do ruivo ao loiro, dominaram as referências de beleza, agora as cores escuras e sólidas parecem estar de volta ao radar das celebridades. Entre elas, Hailey Bieber. Uma das principais criadoras e disseminadoras de tendências da atualidade, a empresária surgiu, na última semana, com um tom de castanho profundo nos fios, que rapidamente foi batizado como expresso brunette.

A mudança, assinada por Matt Rez, traz a cor de cabelo mais escura que Hailey já teve em muito tempo e, como o nome adianta, lembra a coloração de um café, com base neutra e levemente fria. “Pense em um castanho escuro com reflexos marrons leves, que aparecem principalmente com a incidência de luz. É denso, sofisticado e muito brilhante, sem chegar ao preto”, explica o cabeleireiro Romeu Felipe à Vogue Brasil.

A hairstylist Melissa Schlukebier, por sua vez, confirma que as tonalidades mais escuras estão ganhando cada vez mais espaço. “No caso do novo visual da Hailey, o que mais me chama atenção é o fato dele ser quase todo uniforme, praticamente monocromático, mas com iluminado quase imperceptível que dá ainda mais dimensão para o cabelo.. Esse acabamento está super em alta”, garante.

Apesar de ser um dos principais nomes a alavancar a cor, a fundadora da Rhode não está sozinha na tendência. Uma leva de celebridades, como Margaret Qualley, Riley Keough, Olivia Dean e Kaia Gerber, além da modelo brasileira Rita Carreira, também tem apostado nos fios mais escuros com pouquíssima luz.

Para chegar ao expresso brunette, existem duas possibilidades, afirma Melissa: “Uma delas é escurecer tudo e depois clarear estrategicamente. A outra, para quem já tem o cabelo mais claro, é preservar alguns pontos de luz durante o processo de escurecimento”. Mas, atenção: a transição do cabelo claro para o escuro requer uma pré-pigmentação, como explica Gabriela Balan, profissional do TP Beauty Lounge. “Ela é feita com pigmentos vermelhos, acobreados e dourados, que são quentes justamente para neutralizar o fundo. Desse modo, quando aplicamos uma cor escura sobre a clara, o resultado não fica esverdeado”.

Segundo o hairstylist Mauro Henrique, essa tendência traz consigo uma maior liberdade em relação aos fios. “Com a popularização dos loiros, houve também uma degradação da fibra capilar. As mulheres passaram a ficar mais dependentes do salão e perderam um pouco sua autonomia. Em alguns casos, os retoques eram necessários a cada 15 dias. Agora, com o castanho escuro, elas conseguem se sentir bonitas sem precisar do cuidado profissional o tempo todo”, analisa o especialista.

FONTE:/vogue/BR

O truque secreto do controle remoto que envolve o botão de “mute” e ativa recursos de acessibilidade na TV

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Milhões de pessoas utilizam controles remotos todos os dias sem conhecer funções práticas escondidas em botões comuns. Uma das mais úteis se ativa ao manter pressionado o botão de mute durante três segundos: em vez de apenas cortar o som, essa ação habilita atalhos de acessibilidade projetados para facilitar o uso da TV.

Essa função transforma a experiência de quem enfrenta dificuldades auditivas ou visuais, além de simplificar ajustes rápidos em lares onde diferentes pessoas compartilham o mesmo aparelho. O recurso elimina a necessidade de navegar por menus complexos cada vez que alguém precisa ativar legendas ou narração de tela.

O que acontece ao segurar o botão ‘mute’ por três segundos

Em modelos equipados com Google TV, incluindo alguns fabricados pela Sony, essa pulsação prolongada ativa ou desativa o serviço de atalhos de acessibilidade. A televisão passa a oferecer acesso direto a subtítulos automáticos, narração e ajustes de áudio adaptativos.

O recurso foi desenvolvido para evitar que usuários precisem percorrer múltiplos menus toda vez que necessitam modificar configurações de acessibilidade. Basta manter o dedo sobre o botão por três segundos e as opções aparecem na tela instantaneamente.

Para quem esse recurso foi pensado

A função se mostra especialmente prática para pessoas com mais idade ou com dificuldades auditivas e visuais. Esses usuários conseguem ligar subtítulos ou ativar a narração de tela sem precisar pedir ajuda a outra pessoa.

Em residências onde convivem usuários com necessidades distintas, o atalho resolve o problema de alternar configurações rapidamente. Quem precisa de volume mais alto ou legendas ativa o recurso sem alterar os ajustes globais do aparelho.

A solução prática permite que usuários pouco habituados a menus digitais adaptem a TV para uma escuta ou visão mais confortável com um gesto simples.

Como verificar se seu controle tem essa função

Antes de testar o truque, vale conferir o modelo do televisor. Nem todos os aparelhos respondem da mesma forma nem utilizam a mesma combinação de botões para ativar atalhos.

Se segurar o botão de ‘mute’ não produzir efeito algum, convém consultar o manual do equipamento ou acessar o menu de acessibilidade do Smart TV diretamente. Em alguns casos, o atalho vem desativado por padrão ou está associado a outra tecla do controle remoto.

Controles antigos ou genéricos podem não ter suporte a essa funcionalidade. Quando isso acontece, vale testar com o comando original que acompanhou o aparelho.

Situações práticas onde o atalho facilita o dia a dia

Em ambientes compartilhadas, a função simplifica a rotina ao permitir que cada pessoa ajuste o televisor conforme suas necessidades momentâneas. Quem necessita de subtítulos ou maior volume aciona o atalho sem interferir nas configurações de outros usuários.

O recurso também beneficia quem tem dificuldades auditivas ou visuais, pois a narração de tela ativada pelo atalho facilita a navegação sem esforço adicional.

Para visitantes ou hóspedes pouco familiarizados com o modelo da TV, ensinar o gesto de três segundos no botão ‘mute’ é mais simples do que explicar como navegar até o menu de acessibilidade.

O que fazer quando o controle não responde ao truque

Caso o comando seja antigo ou genérico, a função pode não estar suportada pelo hardware. Convém revisar se há atualizações disponíveis para o sistema operacional da TV.

Para quem guarda mandos antigos em gavetas, vale a pena testá-los como opção reserva. Às vezes esses controles originais executam funções básicas mesmo quando os atalhos avançados ficam restritos aos comandos modernos.

Quando nenhuma alternativa funciona, o caminho é acessar as configurações de acessibilidade diretamente pelo menu do Smart TV. O processo demora mais, mas permite ativar os mesmos recursos de legendas, narração e ajustes de áudio.

 

FONTE:CNN/BR

Ramon Dino perde título da Classic e fica em terceiro no Mr. Olympia

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O brasileiro Ramon Dino perdeu o título da Classic Physique no Mr. Olympia e ficou em terceiro colocado neste sábado (26).

O título ficou com o britânico Niall Darwen, já o alemão Mike Sommerfeld fechou o top 3.

Wesley Vissers e Ruff Diesel ficaram em quarto e quinto colocados, respectivamente.

Para as finais, Ramon voltou mais cheio e melhor do que nas prévias, onde o atleta não entrou tão bem mas manteve seu favoritismo por ser o então campeão.

Durante o pré-julgamento, ele se manteve no primeiro confronto e começou no centro do palco, reforçando uma boa colocação.

Entretanto, ainda na apresentação o atleta chegou a trocar de posição com Sommerfeld e Darwen, que terminou as prévias no centro do palco.

Por ter sido campeão na edição passada, Dino já estava com a vaga garantida, optando por não competir e priorizando apenas o Mr. Olympia.

Na quinta (24), durante a coletiva de imprensa que abriu o evento, Dino afirmou ter certeza que iria levar o título.

Além de Dino, César Falcão, Fábio Junio e Gabriel Zancanelli também representaram o Brasil na categoria.

FONTE:Google Notícias

Bolinho de cenoura fit e feito no micro-ondas em 2 minutos

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João Felippe

Bolo fit de cenoura

Hoje eu trago para vocês uma receita simples, prática, gostosa e que acima de tudo, é bem saudável.

Um bolinho de cenoura fit, sem glúten e que fica pronto em somente 2 minutos no micro-ondas.Uma delícia para você fazer a qualquer hora, manter uma alimentação mais saudável e ainda matar a vontade daquele açúcar no corpo.

3 ingredientes básicos

João Felippe

cenoura, bababa e ovo

Para começar, rale 30g de cenoura bem fininho.
Abra uma banana de tamanho médio e amasse bem.
Finalize quebrando um ovo.
Bata bem até obter uma massa bem homogênea.

Ingredientes secundários

João Felippe

Aveia, açúcar e fermento

Agora entre com 2 colheres de sopa de farinha de aveia ou farelo de aveia
1 colher de chá bem cheia de açúcar mascavo
1 colher de chá rasa de fermento químico em pó

Ingredientes opcionais

João Felippe

cacau e canela

Se desejar pode ainda colocar uma colherzinha rasa de cacau em pó ou uma colher de chá rasa de canela.

Misture bem

João Felippe

Misture bem

Misture bastante até obter uma massa uniforme.

Recipiente untado

João Felippe

Recipiente untado

Escolha um pote resistente ao calor que possa ser levado ao micro-ondas e unte com azeite ou óleo vegetal.

Preenchimento

João Felippe

Preenchimento do pote

No interior do pote, complete somente 1/3 do espaço com nossa massa pois ela cresce ao ser aquecida.

Micro ondas

João Felippe

Microondas

Leve ao micro ondas por aproximadamente 2 minutos dependendo da potência.
Se perceber que a massa retornou levemente úmida, deixe mais 30 segundos.

A cobertura do bolo

João Felippe

Cobertura de chocolate

Quem fala em bolo de cenoura pensa logo na cobertura de chocolate.
Então vamos fazer aqui uma com 30g de gotas de chocolate, uma colher rasa de manteiga.
Leve ao micro ondas por 30 segundos e depois de misturar bem, mais 30 segundos.
Se ficar dura (dependendo do seu chocolate) pode acrescentar 10ml de leite e misturar bastante até obter uma calda mais cremosa.

João Felippe

Bolo fit de cenoura

Está pronto seu bolinho de cenoura com calda de chocolate feita em minutos no micro-ondas.João Felippe é influencer no perfil  @olhaqloko no Instagram com mais de 2 milhões de seguidores. Por lá você acompanha mais receitas como esta.



FONTE:IG

Rodrigo Faro volta à Globo com reality de estratégia ‘Herança em Jogo’: ‘Gosto de me desafiar’

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Resumo
Rodrigo Faro retorna à Globo no comando de Herança em Jogo, novo reality psicológico do Globoplay. Além de apresentar, ele atua como O Testamenteiro, um personagem rígido que conduz 13 anônimos em disputas estratégicas por até R$ 1 milhão deixados pela Falecida, vivida por Susana Vieira. Faro elogiou a entrega dos competidores em um jogo focado no comportamento humano e descartou interesse em assumir o BBB, reforçando seu foco no projeto que une atuação e apresentação de forma inédita em sua carreira.

De volta à Globo, Rodrigo Faro encara um desafio diferente em Herança em Jogo, reality Original Globoplay que estreia nesta sexta-feira, 25. Além de comandar a atração, ele interpreta O Testamenteiro, personagem responsável por conduzir os participantes em uma disputa marcada por alianças, manipulações, traições e decisões envolvendo uma herança de até R$ 1 milhão em barras de ouro.

Em entrevista ao Estadão, Faro contou que a possibilidade de atuar e apresentar ao mesmo tempo foi um dos principais motivos que o atraíram para o projeto. Segundo ele, a dinâmica foge do modelo tradicional de reality show ao colocar o comportamento dos participantes no centro da competição.



Os 13 participantes de Herança em Jogo entram na disputa por uma herança de até R$ 1 milhão em barras de ouro

Foto: Ricardo Bufolin/Divulgação / Estadão

“Tá sendo maravilhoso. Porque é um reality absolutamente diferente de tudo o que a gente já viu no Brasil. (…) Eu sou meio que o agente do caos. E eu acho que esse é um reality psicológico. Ele coloca o comportamento humano absolutamente no centro dessa competição.”

Na atração, inspirada no formato internacional The Inheritance, da All3Media, 13 participantes disputam a fortuna deixada por A Falecida, interpretada por Susana Vieira. O Testamenteiro funciona como o braço direito da personagem e é responsável por garantir que as regras do testamento sejam cumpridas.



Rodrigo Faro e Susana Vieira dividem a trama de Herança em Jogo, em que o apresentador interpreta o braço direito da personagem vivida pela atriz

Foto: Lucas Seixas/Divulgação / Estadão

Para Faro, o trabalho também representa uma oportunidade de explorar na televisão uma faceta diferente daquela associada ao apresentador ao longo da carreira.

‘Agente do caos’

O Testamenteiro não tem o mesmo comportamento do Faro que o público costuma ver no entretenimento. Na dinâmica do jogo, ele assume uma postura rígida, sarcástica e irônica, enquanto as intervenções feitas diretamente para os espectadores mantêm a figura conhecida do apresentador.

“Quando eu me dirijo à câmera, ao espectador, a quem tá vendo, aí é o Faro que todo mundo conhece. Mas quando eu tô inserido no jogo, dentro das regras, conversando com os participantes, eu sou um personagem. E um personagem austero, um personagem mais sério, sarcástico, irônico e que impõe as regras de qualquer maneira porque ele foi incumbido pela Falecida de que as regras deveriam ser seguidas”, explicou.

Faro afirma que esse contraste foi importante para a construção da atração. Dentro da casa, O Testamenteiro aparece para alterar o rumo da competição, provocar os participantes e apresentar novas possibilidades para quem está disputando o prêmio.

“Na primeira vez que eles me viram, eu pensei: ‘Caramba, se alguém falar ‘dança, gatinho’ eu não sei o que vai ser!’ Só que eu já entrei com a cara de Testamenteiro, e ninguém falou nada. Eu entrei com um peso tão grande que todo mundo sentou assim e falou: ‘Meu Deus, que Faro é esse?’ Então, é muito legal poder brincar com esse lado ator também.”

A frase que, segundo ele, resume a lógica do personagem também ajuda a definir a relação entre o apresentador e os concorrentes: “A casa é sua, mas as regras são minhas”.

Um reality em que a mente é colocada à prova

Em Herança em Jogo, a principal disputa não está necessariamente nas provas físicas, mas nas decisões tomadas ao longo da competição. O participante que se tornar o Herdeiro do Dia precisa decidir, na Sala do Cofre, se divide ou não o valor acumulado com os demais concorrentes.

Faro afirma que esse mecanismo provoca situações inesperadas e exige que os participantes pensem sobre cada movimento antes de agir.

“Não é aquele jogo que você vai estourar e vai fazer. É um jogo psicológico onde cada decisão, cada movimentação, cada aliança tem que ser meticulosamente pensada, porque uma decisão errada pode colocar tudo a perder.”

Durante as gravações, o apresentador diz ter se surpreendido com o comportamento dos concorrentes. Ele cita situações em que participantes teriam escondido informações ou dado versões diferentes do que realmente aconteceu, mas evita revelar detalhes para não antecipar as reviravoltas.

“O público não faz ideia das coisas que vão acontecer nesse jogo. É inacreditável”, afirmou.

Segundo Faro, esse comportamento também é parte da proposta central da atração: descobrir até onde cada pessoa está disposta a ir diante da possibilidade de ganhar muito dinheiro.

“Teve gente que não dividiu dinheiro e falou que dividiu, teve gente que falou que fez prova e não fez. (…) Nesse jogo cada movimento tem que ser calculado.”

Participantes anônimos e o fator identificação

Outro elemento que, na avaliação de Faro, interfere diretamente na dinâmica é o fato de os participantes serem anônimos. Sem a exposição prévia de figuras conhecidas do público, eles chegam ao confinamento sem necessariamente carregar uma imagem que precisa ser preservada.

“Ninguém tem medo. O pessoal entra pra jogar, ‘seja o que for, vamos fazer o que tiver que fazer, vamos viver isso aqui do começo ao fim’, sem ficar preocupado com o que vão pensar deles, sem ficar preocupado como vai ser o julgamento, se eles serão cancelados ou não.”

Para o apresentador, a ausência desse histórico com o público contribui para que os concorrentes se entreguem completamente à competição. Ao longo dos episódios, questões como confiança, estratégia, caráter, traição e manipulação são constantemente colocadas em jogo.

“Cada um vai ter o seu preferido, cada um vai falar: ‘Caramba, eu não faria isso que ela fez, eu teria feito isso’. (…) Mas, se você tivesse lá, será que você agiria completamente diferente se eu colocar R$ 200 mil em barras de ouro na sua frente e falar: ‘Ó, esse dinheiro pode ser seu?'”

Faro também afirma que, por já ter participado de uma competição na televisão, no Dança dos Famosos, consegue compreender parte da pressão enfrentada pelos participantes.

“Todo ser humano é imperfeito, é falho, e esse reality tá lá para testar até onde vai esse limite. A gente se pergunta muito isso: até onde vai esse limite, até onde a pessoa é capaz de ir para manipular uma situação, para esconder uma situação. Mas por que ela fez isso? Será que aquela grana é tão importante pra ela?”

Para ele, a atração acaba levando o público a refletir sobre as próprias decisões. “Vai ter gente que vai querer dividir, ser o bonzinho, e vai ver que aquela pessoa que ele ajudou não era tão legal assim. É a vida. Em dez episódios a gente vê um pouquinho do panorama do que é a vida.”

‘O grande sucesso é o material humano’

Faro faz questão de dividir os méritos da atração com os participantes. Embora reconheça a presença dele e de Susana Vieira como parte importante da produção, afirma que o envolvimento dos concorrentes foi determinante para o resultado.

“Esse reality não é um reality de sucesso por causa da Susana Vieira ou do Faro. A gente contribui, mas o grande sucesso é o material humano que está lá, a galera que jogou, sangue nos olhos nas provas, na sala de reunião, na sala do cofre, na biblioteca.”

Segundo ele, acompanhar a entrega dos participantes também alterou sua própria experiência nas gravações.

“Até pra mim, como apresentador, foi surpreendente o nível de dedicação de cada um deles, de envolvimento dentro do jogo. Isso foi algo que me chamou muito a atenção e eu fiquei muito feliz realmente com cada participante. Entregaram tudo e mais um pouco.”

E o BBB?

A chegada de Faro ao Grupo Globo também reacendeu nas redes sociais pedidos para que ele assumisse o comando do Big Brother Brasil. Questionado sobre a possibilidade, o apresentador evitou colocar o programa como um objetivo específico e fez questão de elogiar Tadeu Schmidt, atual apresentador da atração.

“No caso do BBB, a gente tem um cara carismático, maravilhoso, que eu amo, que é o Tadeu Schmidt, que está brilhando na frente do BBB. Ele mostrou a cara dele, trouxe personalidade, o BBB é um grande sucesso, tanto de audiência quanto comercial.”

Faro, no entanto, deixou claro que continua interessado em projetos que representem alguma novidade em sua trajetória profissional.

“Eu, como apresentador, gosto de me desafiar. Todos os projetos que aparecem para mim, eu gosto de fazer coisas diferentes. Se olhar a minha trajetória, cada projeto tem uma cara, é um Faro diferente, porque eu busco isso.”

Ele citou o Dança dos Famosos como exemplo de um trabalho que o colocou em uma posição diferente da habitual e disse que pretende manter essa disposição dentro do Grupo Globo.

“O que aparecer de projeto dentro da Globo, que me desafie, que me faça brilhar os olhos… as pessoas pedem muito para eu voltar, ‘você tem que voltar, você tem que voltar’. E aí eu deixo na mão de Deus. Eu deixo no momento certo, na hora certa.”

Por enquanto, a prioridade é Herança em Jogo. Para Faro, a atração já representa uma nova possibilidade de mostrar seu trabalho diante das câmeras, inclusive em uma função que mistura apresentação e dramaturgia.

“Quando eu vi esse projeto, eu quis realmente dar a minha cara, trazer esse Testamenteiro, um personagem bastante forte, deixar claro para o espectador quando eu sou o apresentador e quando eu estou ali atuando com eles dentro do jogo.”

Herança em Jogo

Herança em Jogo estreia com três episódios — o primeiro deles terá exibição aberta para não assinantes. A produção terá novos capítulos liberados semanalmente às sextas-feiras: dois episódios em 2 de outubro, outros dois em 9 de outubro e os três últimos em 16 de outubro.

Com produção nacional da Formata, o reality é a primeira adaptação brasileira de The Inheritance. A direção-geral é de Rico Perez, com direção de Claudia Alves. O roteiro é assinado por Larri Andrade, Diego Tavares, Gustavo Rocha e Renata Seguro. A produção executiva é de Leonardo Lessa e Daniela Busoli, com direção de produção de Thiago Costa.

FONTE:Terra