Antes de tudo, acho que o Rony fez falta, com carga pelas costas no Jorginho. Superado este aspecto interpretativo, a decisão final foi correta, pois, apesar de o toque inicial no braço de Jorginho ter sido acidental, em seguida ele prendeu a bola e a impediu de ficar para o Rony, que teria clara oportunidade de gol. Pênalti e cartão vermelho corretos Manoel Serapião
Jogador do Santos comete falta no jogador do Flamengo. Este é o fato gerador dos acontecimentos destas imagens. Isto, lamentavelmente, não foi marcado, em campo, pelo arbitro, já que a ação faltosa é muito clara. Em decorrência disto, na queda, o jogador do Flamengo cai e toca a bola com as mãos, isto em cima da linha da área. Erradamente o árbitro marca infração, como ocorreu em cima da linha, assina reinício de jogo com tiro penal e erradamente, mais uma vez, adverte o infrator. Alertado pelo arbitro de vídeo, corrige a punição para expulsão por entender ter sido uma oportunidade clara de gol. Tivesse o árbitro cuidado de marcar corretamente, o fato gerador não haveria todas estas polêmicas. Um erro primário do árbitro causou dano à partida. Isto é muito grave. Toda vez que isto ocorre o trabalho do arbitro fica totalmente comprometido Emidio Marques
Melhor seria se acertasse no campo. Mas, a decisão final foi a correta. Daronco “querendo” assim dá exemplo. Quem sabe outros seguem o caminho Guilherme Ceretta
Jorginho cai e abraça a bola em cima da linha da área de pênalti, O árbitro marcou fora e apresentou o cartão amarelo. O VAR interveio corretamente. Ele voltou apontando para a marca da cal e cartão vermelho para o jogador do Flamengo. Decisão correta Carlos Eugênio Simon, no Instagram
Sobre o segundo pênalti
Pênalti é claro, né? Apesar do toque ser um toque leve, o árbitro tem que interpretar que na corrida é diferente de quando o jogador tá parado. Quando está parado, um toquinho não é suficiente para derrubar. Na corrida, na velocidade, é exatamente o contrário. Qualquer toque derruba, desequilibra. Para mim, pênalti é claro. Há um toque por baixo, sim Alfredo Loebeling
FONTE:Google Notícias



