Camisa que o time joga contra o Santos, nesta quinta-feira (8/10), conta com os dizeres: “Proibir não é proteger”
8 out
2026
– 19h58
(atualizado às 19h59)
Resumo
Em partida contra o Santos, o Flamengo estampou a frase “Proibir não é proteger” em sua camisa como protesto contra a Medida Provisória que restringe as casas de apostas no Brasil, medida que gerou impacto financeiro próximo a R$ 1 bilhão aos clubes. Sem poder exibir a marca da patrocinadora Betano, o Rubro-Negro cobriu o espaço nobre do uniforme, enquanto o time santista, que suspendeu a parceria com a Novibet, promoveu a marca de seu próprio projeto social, o Instituto Leão do Mar.
O Flamengo entrou em campo para enfrentar o Santos, nesta quinta-feira (8/10), com um protesto contra a MP (Medida Provisória) do Governo que restringiu as bets no Brasil. “Proibir não é proteger”, diz a manifestação, que está na camisa 1 do clube para o duelo na Vila Belmiro.
A mesma frase, aliás, surgiu em diversas placas de publicidade ao longo da 29ª rodada do Brasileirão. Afinal, vários clubes brasileiros foram afetados pela proibição, já que o mercado das casas de apostas gerava uma alta renda. A conta do prejuízo beira o R$ 1 bilhão.
A Betano, patrocinadora principal do Flamengo, segue com o Rubro-Negro, mas não pode ter sua marca exibida. Assim, já nesta semana, o Fla retirou as menções à empresa. Elas apareciam no CT Ninho do Urubu, no uniforme de treino e também no de jogo, entre outros ambientes e veículos.
Já o Santos, que suspendeu o contrato com a Novibet após a divulgação da MP, entrou com a marca do Instituto Leão do Mar, projeto realizado pelo próprio clube. Lançado em setembro, o Instituto se dedica ao desenvolvimento de projetos nas áreas de saúde, educação, esporte, cultura, cidadania, meio ambiente, direitos humanos e combate ao racismo, à intolerância e à violência no futebol.
Siga nosso conteúdo nas redes sociais: Bluesky, Threads, Twitter, Instagram e Facebook.
FONTE:Terra



