Só quem não entende nada do corinthianismo cai na esparrela de trazer para o clube jogadores do estilo de Roger, Pato, Memphis — janotas que nada têm a ver com o jeito corintiano de ser.
Jamais alguém do gênero deu certo no Corinthians, porque o Fiel é mais chegado a Idário, Luizinho, o Pequeno Polegar, Zé Maria, Wladimir, Biro-Biro, Casagrande, Neto, Fred Rincón, Paulinho, Elias, enfim, maloqueiros e sofredores.
Mesmo um clássico como o Doutor Sócrates, ou genial como Roberto Rivellino, capazes de comer grama pelo time, pela torcida.
E olhe que a Fiel um dia cometeu a suprema injustiça de expulsar Rivellino do clube
Roger, Pato, Memphis, nunca foram, jamais serão capazes de expressar o que é ser corintiano.
Ficam bem nos desfiles da moda, nos camarotes, ou na demagogia de declarações estudadas.
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